quinta-feira, 29 de setembro de 2016

Todos podemos e precisamos ser protagonistas de nossas vidas

Embora a minha especialidade seja empreendedorismo, nos últimos anos tenho procurado evitar essa palavra em certos círculos. Não só porque o termo se vulgarizou com a excessiva exposição na mídia, mas também porque a minha visão do empreendedor vai além do negócio próprio. Meus alunos e colegas já sabem que, para mim, o empreendedor é mais do que aquele que abre um negócio. O empreendedor é aquele que assume as rédeas de sua vida e de sua carreira, seja por meio de um negócio próprio, de um projeto dentro de uma empresa existente ou de uma iniciativa social.

Um nome melhor do que empreendedor para caracterizar essa pessoa é protagonista. De origem grega, a palavra significa ser o primeiro (prótos) a agir (agon) e remete a tudo o que o empreendedor é, acrescido das características de liderança e sem estar diretamente relacionado com o negócio.

Protagonistas são pessoas conscientes que assumem o papel de agentes transformadores de alto impacto, que construirão um futuro com mais significado, mais propósito e mais harmonia. Protagonistas possuem a capacidade de mobilizar dos líderes e a capacidade de realizar dos empreendedores. Sabem organizar e direcionar o uso de recursos para explorar todo seu repertório de conhecimento, experiência e habilidades, construindo um legado de relevância.

Protagonistas são abertos e curiosos. Usam suas bagagens e repertórios pessoais para descobrir seus próprios talentos e seu potencial, direcionando suas paixões para se conectar com o mundo e compreender o todo.

Eles são autoconfiantes o suficiente para saber que não precisam estar ‘a frente de’, mas ‘junto de’. São maduros o suficiente para tomar decisões que privilegiem o todo, e não só o local. São conscientes o suficiente para posicionar cada ação dentro de uma visão de futuro.
Eles são incompletos e sempre se sentirão incompletos, sempre famintos, sempre sedentos. Eles sabem que as pessoas que se sentem completas e realizadas param de crescer, de aprender, de construir, de evoluir. Eles sabem que só os incompletos não vão resolver os problemas do mundo sozinhos e sempre precisarão de outros, sempre precisarão buscar seu complemento no outro.

Eles são ingênuos e se orgulham de sua ingenuidade, pois sabem que é assim que se pode sonhar com o impossível e tornar o impossível uma realidade, e que seus erros e tentativas serão perdoados. Só os ingênuos têm a capacidade de se encantar e se surpreender com suas descobertas. Para os protagonistas, não existe esperança onde existe certeza, pois a certeza leva à soberba e à arrogância que impede o crescimento.

Eles são equilibristas. Vão buscar sempre o equilíbrio entre a individualidade e a coletividade, entre o cosmo e o átomo, entre a ação e a reflexão, entre o coração e o cérebro, entre o caos e a ordem, entre o muito e o pouco, entre o certo e o errado, entre o sucesso e o fracasso, entre o autoritarismo e a democracia, entre a construção e a destruição, entre o falar e o ouvir.

Eles são polifônicos: ouvem todas as vozes para atingir a harmonia, estimulam a diversidade para que ideias se choquem e se digladiem, coexistindo e interagindo em igualdade de posições, com o único propósito de prover um senso de identidade e significado ao longo do tempo.

Há cinco pilares que caracterizam os protagonistas.

1. Presença É a atitude ‘mindfulness’, ou seja, parar e estar presente, em um estado mental de concentração no momento e lugar atuais, numa atitude aberta e não julgadora. Estar sintonizado com o que acontece a sua volta, integrado e alinhado com pessoas, ambiente e coisas. Protagonistas são focados, sabem ler o ambiente e concentram suas energias para entrar no estado de espírito adequado às suas percepções.

2. Autonomia Protagonistas tomam a iniciativa, não esperam ser mandados. Eles são pró-ativos, pois têm a clara noção de que o destino deles é criado por eles e ninguém mais. Não esperam a sorte cair do céu, não ficam lamentando o que acontece de errado na vida deles, nem chorando a falta de oportunidades. Protagonistas criam suas oportunidades, agem para alcançar o que querem.

3. Significado É ter um propósito, mais do que um objetivo. É dar um sentido a tudo o que se faz. Para o protagonista, nada acontece por acaso, tudo tem um propósito. Suas ações e decisões visam sempre construir algo maior, uma visão de futuro que remete à sua missão de vida, uma motivação forte por trás de tudo o que faz. Ter um forte propósito funciona como combustível, que alimenta a determinação e a perseverança.

4. Empatia A capacidade de se enxergar no outro, ler o outro e interagir de forma a estabelecer vínculos significativos. O protagonista sabe que não vai construir nada de relevante sozinho e por isso ele precisa de pessoas para construir juntos, combinando competências e habilidades. Para constituir este conjunto de habilidades, competências e conhecimentos, o protagonista precisa saber construir laços relevantes e perenes.

5. Audácia Ir até os limites e superá-los. O protagonista tem plena noção que é um ser em formação, sempre aprendendo, sempre se desenvolvendo. E, para isso, a cada oportunidade procura ampliar seus limites, vencendo barreiras, superando obstáculos e crescendo a cada evento, a cada episódio que proporcione um avanço na sua formação. Isso significa também correr riscos, sair da zona de conforto e enfrentar seus medos.

Para saber se você está desenvolvendo seu protagonismo, pergunte a si mesmo, cada vez que a vida propor que faça algo diferente, ou que apresente alguma situação inusitada.
a. Até que ponto me engajei de corpo e alma nesta atividade/ação? (Presença)
b. Como eu exerci o meu livre-arbítrio nessa atividade? (Autonomia)
c. Que valor estou criando? (Significado)
d. Como eu interagi com as outras pessoas? (Empatia)
e. Até onde consegui avançar meus limites pessoais? (Audácia)

Ser um protagonista em sua vida é necessário para qualquer pessoa, que segue qualquer carreira, em qualquer momento da vida, não só para empreender, mas também para direcionar nossas vidas e gerar algum impacto positivo na sociedade e no ambiente.

Por Marcos Hashimoto


quarta-feira, 28 de setembro de 2016

10 lições sobre liderança extraídas de O Monge e o Executivo

Primeira lição: para ser um bom líder uma das habilidades primárias é saber ouvir, a comunicação pode ficar extremamente comprometida quando não se ouve com a devida atenção, além de emitir mensagens negativas, tais como: desrespeito ao que está sendo dito e desvalorização da opinião alheia, muito possivelmente por julgar que suas falas e pensamentos são muito superiores aos de quem está falando.
Segunda lição: para exercer uma boa liderança, é preciso entender as diferenças entre poder e autoridade. Através do primeiro é possível convencer alguém, entretanto coercitivamente pela força da posição que ocupa, outrossim autoridade é uma habilidade de convencer alguém, mas através da influência pessoal que exerce sobre aquela pessoa, de maneira que a mesma execute a atividade de boa vontade. A autoridade é a base de uma boa liderança, já que o poder com o passar do tempo corrói os relacionamentos.
Terceira lição: liderar é saber lidar com as pessoas e com as tarefas, mantendo nas em equilíbrio, por isso nem sempre alguém que possui conhecimento técnico tem aptidões para exercer cargos de liderança. Ademais os relacionamentos entre os elementos envolvidos são o principal motivo de sucesso em uma organização, sempre permeado pela confiança entre as partes.
Quarta lição: Os paradigmas exercem influências nos relacionamentos, muitas vezes negativas, entretanto o ser humano tem resistência natural  às mudanças, fato que dificulta qualquer transformação. A tendência comum é “ver o mundo como nós somos e não como ele é”.  O modelo piramidal de administração- cujo poder vem de cima para baixo e há maior preocupação com a chefia do que com os clientes-  é um paradigma, entretanto nem sempre um modelo que serviu com eficiência em uma época  servirá para outras situações. A ordem da pirâmide deveria inverter-se, tendo clientes como base, sendo seguidos imediatamente pelos funcionários na escala de importância, ficando a última camada para os líderes, os quais deveriam perceber sua importância no sentido de servir grupo para o qual lidera, satisfazendo as necessidades de seus liderados.
Quinta lição: não tenha medo de colaboradores com espírito desafiador, valorize as opiniões contrárias.
Sexta lição: liderança é influenciar pessoas a trabalharem por objetivos visando o bem comum. Liderar é servir. Gandhi, Madre Teresa de Calcutá,  Martin Luther King e Jesus Cristo são citados como exemplos de líderes que exerceram somente a influência em prol de objetivos que visavam o bem comum. As intenções devem ser seguidas de ações, mas isso só será realizado se houver como premissa básica a vontade. Liderar é “identificar e satisfazer necessidades”.
Sétima lição: Para  compreender “liderança, autoridade, serviço e sacrifício” é preciso primariamente compreender o amor. Amor  não se refere aos sentimentos e sim às ações, é sinônimo de liderança , a qual por sua vez é sinônimo de servir, sendo “uma das principais tarefas do amor prestar atenção às pessoas”. O amor, consequentemente a liderança, podem ser resumidos em alguns conceitos: paciência, bondade, humildade, respeito, abnegação, perdão, honestidade, compromisso. O líder deve demonstrar portanto, autocontrole, dar atenção, apreciação e incentivo, ser autêntico sem ser arrogante, tratar os outros como pessoas importantes, satisfazer as necessidades dos outros, desistir de ressentimento quando prejudicado, ser livre de engano, sustentar suas escolhas, pôr de lado suas vontades e necessidades, buscando o  bem maior para os outros; atrelando todas essas características tem-se enfim o líder servidor.
Oitava lição: refere-se à criação de um ambiente de trabalho favorável ensejando crescimento às pessoas. É importante normalizar comportamentos de liderança no sentido positivo, atitudes como elogiar pessoas em público, ao invés de adverti-las gera um ambiente agradável , pois o que o líder faz automaticamente gera uma mensagem seja ela positiva ou negativa. Entretanto, não é possível mudar ninguém, “a única pessoa que você pode mudar é você mesmo”. Sobre a motivação, é possível ensejar condições motivacionais, mas são as pessoas que precisam estar abertas às mudanças.
Nona lição: todos temos possibilidade de escolha e responsabilidades decorrentes das mesmas. Muitas pessoas não assumem responsabilidades, atribuem ao outro erros que possam vir a acontecer.  
Décima lição: Existe a importância da visão e da missão organizacional, entretanto as pessoas só irão aderir às missões, se primariamente aderirem ao líder.
Resumindo, liderar é servir, direcionar a equipe com motivação, entusiasmo, estimulando o empenho e o comprometimento de cada um.
Roberta Trindade



terça-feira, 27 de setembro de 2016

Coragem para mudar

É preciso discernimento para identificar o que nos faz mal e coragem para eliminar tais fatores de nossas vidas. Tudo o que fazemos somente tem sentido quando pode nos proporcionar alegria e prazer. É evidente que há tarefas operacionais e situações enfadonhas que marcam nosso cotidiano, mas mesmo estas precisam estar vinculadas a um objetivo maior.
Se você está em uma empresa ou exerce uma atividade profissional que tem sido um fardo em sua trajetória, você precisa pedir demissão ou buscar uma nova carreira. Certamente esta não é uma escolha fácil, mas você pretende prolongar isso por quantos anos? O oposto do engajamento é a falta de reconhecimento...
Se você está em uma relação amorosa marcada por discussões e incompreensões, use o diálogo para alcançar a conciliação, lembrando que quando uma das partes está certa isso não significa necessariamente que a outra esteja errada. Quando há carinho e amor, a tolerância e a empatia prevalecem, resgatando os sentimentos. No entanto, quando um relacionamento se torna meramente protocolar, caracterizado pela amizade, ainda que haja respeito e admiração entre as partes, é hora de parar, ou você acredita que envelhecer ao lado de quem não se ama lhe fará bem? O oposto do amor é a indiferença...
Muitas de nossas decisões são adiadas por questões econômicas. Você se mantém no emprego porque precisa garantir seu sustento; persiste numa relação insípida porque uma separação envolveria a partilha de bens ou a interrupção de planos previamente agendados. Desta forma, alimentamos a infelicidade. Acredite: questões materiais se resolvem com o tempo, pois sempre será possível reiniciar. Mas você precisa desenvolver a arte do desapego e aprender que menos pode ser mais.
Perseguimos a felicidade como se ela fosse nosso único e maior objetivo. Porém, a felicidade são momentos, ocasiões pontuais nas quais o sorriso espontâneo se revela, regado por beijos doces e abraços quentes. Já a infelicidade, quando nos abate, tem a capacidade de se prolongar, pois não deseja ser breve. Ela se instala em nossa mente e em nosso coração, comprometendo o raciocínio, os relacionamentos e toda nossa rotina. Quando a infelicidade fixa sua morada, o desencanto e a angústia nos visitam, podendo conduzir ao desespero e à depressão, dentre outras enfermidades.
O mundo que nos é vendido quando somos crianças não é real. É uma ficção, pois acreditamos que tudo é possível, que o bem sempre vencerá o mal e que a vida pode ser perfeita. Mas é esta inocência que torna a infância a melhor fase de nossa existência – e proporcionar esta experiência é a maior responsabilidade dos pais em relação aos seus filhos, embora também não possam deixar de prepará-los para o futuro. Esta inocência é substituída pela maturidade que nos ensina que a vida é a arte dos encontros, desencontros e reencontros. Aprendemos que nossos atos têm consequências, sejam agradáveis ou dolorosas, e que as colheremos no decorrer do tempo. Descobrimos a força das palavras e que a comunicação é a base de tudo, compreendendo que mais importante do que aquilo que você diz, é como você diz.
É esta maturidade que nos ensina a valorizar o que realmente importa. Temos o hábito de dar importância a desconfortos, mágoas e ressentimentos, quando precisamos aprender a deletar as situações indesejáveis, apreciando aquilo que nos torna melhores.
Afinal, qual a vida que você deseja para você?
Tom Coelho


segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Sucesso Pessoal: 10 Coisas Que Você Terá Que Desistir Para Conquistar O Sucesso!

Sucesso para mim é satisfazer minhas próprias expectativas. Agora, antes de você quer essa é uma definição bem banal, permita-me garantir-lhe que essas expectativas são bem altas e geralmente envolvem assumir riscos. Você precisa definir o trabalho dos sonhos para você, porque isso é realmente uma coisa pessoal, e somente você pode saber o que irá te dar muita satisfação. E esse é o grande objetivo – satisfação. Então, defina isso para você, e então comprometa-se a desistir de 10 comportamentos que irão impedir você de conquistar seu sonho.

1) Medo de Falhar

Todas as pessoas realmente bem sucedidas tiveram fracassos – isso “faz parte do território” no caminho para o sucesso. Mas quando tememos essas falhas, nós somos paralisados, incapazes de nos mover à frente de qualquer forma. Perguntas vindas do medo geralmente são assim: “O que eles irão pensar de mim se eu falhar?”, “Quão embaraçado me sentirei se eu fracassar?”, “E se eu decepcionar (insira um nome)?” Perceba que todas essas questões estão relacionadas a outras pessoas além de você. A pergunta que você precisa se fazer é, “Quão chateado eu vou ficar um dia por não ter tentado enviar este resumo?” Agora você está focando em você, em mais ninguém, e o sucesso precisa ter a sua própria medida, não a de outras pessoa.
Qualquer pessoa pode contar a história de Thomas Edison que falhou várias vezes, e todos nós somos muito gratos por ele finalmente ter conseguido concluir seu trabalho. Bill Gates teve muitas falhas em seu começo, mas ele não parou. Richard Branson teve uma grande falha recentemente quanto seu protótipo de espaçonave se quebrou e queimo. Certamente, ele irá concluir seu trabalho, porque ele usa cada falha para empurrá-lo à frente.

2) Permanecer na “Terra-da-Negatividade”

Então, a vida nem sempre tem sido ótima para você. Diga isso para Stephen Hawking, para Oprah Winfrey, ou para Malala Yousafzai. E eles irão te explicar que focar nos negativos de sua vida irá deixar você exatamente onde você está. A chave aqui é focar nas coisas boas de sua vida e e nas coisa que você faz bem agora. Você precisa encontrar uma forma de para os pensamentos negativos assim que eles chegam até você. Uma pessoa decidiu colocar em sua mente que os pensamentos negativos eram insetos rastejantes. Todas as vezes que um desses pequenos diabinhos apareciam em sua mente, ela se imaginava aquele inseto e ela o esmagando. Então ela imediatamente colocava seu pensamento em alguma coisa boa de sua vida – mesmo que fosse apenas o sanduíche que estava comendo naquele momento. Isso requer prática, mas o pensamento negativo é um hábito, e pode ser quebrado.

3) Dar Desculpas

É tão fácil. “Eu não tenho tempo,” “Estou preso no trabalho,” “Preciso estudar mais,” “Não tenho qualquer apoio.” Todas essas “condições” estão fora de você. Você tem escolhas a fazer, e você precisa parar de não fazer as escolhas que irão move-lo para frente. Se você precisa estudar mais, por exemplo, como você pode conseguir isso? Pelo amor de Deus, existem todos os tipos de possibilidades, se você realmente quer isso. Atolado no trabalho? Sério? Você está enviando currículos? Você está fazendo cursos adicionais que precisa? Se você realmente quer isso, você irá encontrar o tempo e os meios. Você precisa querer o suficiente, então valide a sua vontade.

4) Procurar O Caminho Mais Fácil

Ter fortes e desafiadoras expectativas para si mesmo significa que você não deve pega o caminho fácil – a “trilha com menos resistência.” Isso significa que você não vai se colocar no “piloto automático” e apenas permitir a vida te levar onde ela quiser. Nada que seja realmente válido é conquistado sem trabalho duro. O que você realmente quer fazer? Você deseja fazer os sacrifícios necessários? Pense como as irmãs Williams, ou qualquer outro atleta de elite. O que eles estão dispostos a fazer para conquistar o sucesso? O que você está disposto a fazer?

5) Remoer

Eu amo o som desta palavra, mas é realmente uma coisa negativa a se fazer. Pessoas que remoem ou continuam a passar cenários do passado em suas mentes, das cosias passadas e feitas que não podem ser desfeitas, ou do futuro, coisas que podem dar errado e crises que podem encarar. O problema com isso é que você jamais vive no presente. Você jamais aceita exatamente onde você está e então criar um plano lógico para andar em direção à meta que signifique sucesso para você. Quantas vezes você vai reprisar aquele terrível conflito que você teve com alguém, pensar em coisas que você poderia ter dito ou poderia ter feito?

6) Se Distrair

Quantas interrupções! Nós fazemos planos; nós criamos uma meta. Então vem a vida para tirar nossa atenção deles, e nós jamais sequer voltamos a persegui-los. Não deixe que isso aconteça com você. Se você está ocupadoescrevendo um plano de negócios para o empreendimento que você vem sonhando por anos, atenha-se a isso. Não permita que nem as pequenas distrações distraiam você – você sabe, Facebook, e-mails etc. Crie uma meta para terminar apenas uma seção de sue plano de negócios hoje. Isso irá direcioná-lo ao próximo!

7) Falta de Gratidão

Este é um matador, e um ladrão. Ele mata seu entusiasmo e rouba sua alegria. E você não conseguirá conquistar o sucesso sem essas duas coisas. Todos os dias, force-se a repetir para si mesmo 3 coisas pelas quais você é grato – repita-as em voz alta para que seus ouvidos possam ouvi-las também. Se você fizer isso logo pela manhã, isso irá transformar seu dia. E quando você muda seu dia para melhor, ir em direção àquelas metas torna-se mais fácil.

8) Viver Sem Propósito

Isso é contra todas as coisas que você deve saber sobre sucesso e seguir em frente. Apenas rodar através da vida não é o que pessoas de sucesso fazem. Comece com um simples propósito. Ligue e agende aquela reunião para falar com um mentor sobre fazer aquela faculdade; termine aquele plano de negócios que você começou 3 anos atrás – a ideia ainda está lá, esperando você para torná-la realidade. Apenas faça alguma coisa – qualquer coisa – que gere uma centelha que você perdeu em algum lugar ao longo do caminho.

9) Ser Egoísta

Se você conquistou seu sucesso sendo egoísta, passando sobre outras pessoas, e nunca retribuindo, você não será feliz com este sucesso. Quando você encontra sua paixão, seu entusiasmo, e suas definição pessoal de sucesso, leve outras pessoas nesta jornada também! Maya Angelou disse certa vez, “Eu aprendi que você não deve passar pela vida com uma luva de “catcher” (nota do tradutor: referência às luvas usadas pelos jogadores de baseball em uma das mãos) em ambas as mãos; você precisa ser capaz de lançar alguma coisa de volta”.

10) Desistir

Não se atreva! Não importa como você defina o sucesso, fazer o seu absoluto melhor para se manter firme é o que vai lhe dar satisfação. Quando você encarar um obstáculo, olhe diretamente em seus olhos, diga para si mesmo e para o obstáculo, “Eu vou derrotar você.” E se você não puder derrotá-lo, de a volta ao redor dele e siga em frente de qualquer forma. Você sempre poderá voltar nele depois!
Fonte: http://professoresdosucesso.com.br/sucesso-pessoal-10-coisas-que-voce-tera-que-desistir-para-conquistar-o-sucesso.html

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Cinco maneiras de matar os seus sonhos – Bel Pesce

Todos nós temos sonhos, mas nem sempre conseguimos transformar esses sonhos em projetos realizados. Por que isso acontece? Gosto muito de pensar sobre isso e tenho observado que quando não conseguimos realizar sonhos, em grande parte das vezes, estamos fazendo coisas que podem destruí-los – e o mais impressionante é que isso acaba sendo tão natural que não percebemos. Compartilho aqui com vocês 5 coisas que podem destruir os seus sonhos – e o contrário, claro, te ajuda a realizar sonhos.
Acredite em sucesso da noite para o dia
Quem nunca ouviu falar de uma história de alguém que de repente criou um produto ou uma empresa e rapidamente começou a ganhar muito dinheiro? A história até pode parecer real, mas com certeza foram muitos e muitos anos de dedicação para conseguir aquele resultado. Às vezes a pessoa já fez 130 aplicativos. Daí finalmente um da certo e pronto, os outros acham que foi sorte. É fácil resumir a história de sucesso em uma aplicativo que já deu logo certo, quando na verdade a história inclui anos de dedicação sobre o tópico.
Eu mesma tenho um exemplo. Quando descobri que podia prestar MIT já tinha perdido alguns prazos para o processo. Porém eu não desanimei e corri atrás, até que consegui fazer a prova e passei. Tanta gente falou que foi sorte. Mas se eu não tivesse levado os estudos a sério durante os 17 anos anteriores, de nada teria adiantado a sorte. O resultado de ser aprovada no MIT só veio porque até aquele momento eu tinha me dedicado muito nos estudos. A sua história de sucesso da noite para o dia é, na verdade, o acúmulo de tudo o que você fez até hoje.
Acredite que alguém tem a resposta para você
As pessoas com as quais convivemos, família e amigos, sempre querem ajudar e acham que podem opinar sobre o caminho que você seguir. Claro que é bom ouvir a opinião de quem nos quer bem, mas a decisão final só você pode tomar. Ninguém sabe o que é melhor para a sua vida – só você! Bater a cabeça algumas vezes é importante para o crescimento.
Decida se acomodar quando o crescimento estiver garantido
Quando sua vida está ótima e os projetos vão bem, você pode pensar que é a hora de parar e se acomodar. Não necessariamente. É exatamente este o melhor momento para crescer ainda mais! Quando você está crescendo em direção a um topo, você tem que trabalhar mais duro ainda e encontrar um outro topo. Sempre há espaço para aprender e criar novos projetos. Não há tempo para se acomodar.
Acredite que a culpa é de outra pessoa
Vira e mexe vejo pessoas dizendo que tiveram uma ideia incrível, mas que ninguém quis investir ou comprar o produto. E as desculpas variam: o mercado não está bem, as pessoas não sabem valorizar, a equipe não sabe vender. Mas peraí, se você tem sonhos a responsabilidade de concretizá-los é sua. Sim, pode ser difícil encontrar talentos e o mercado realmente pode estar ruim. Mas não culpe as pessoas. Mesmo se alguém da sua equipe cometer um erro, analise se não foi você que recrutou ou treinou mal. Se ninguém investiu na sua ideia ou se ninguém comprou seu produto, com certeza, alguma coisa nisso tudo é culpa sua. Seja responsável por seus sonhos.
Acredite que a única coisa que importa são os sonhos em si
Uma vez eu vi uma propaganda na qual vários amigos estavam subindo uma montanha. Era uma montanha bem alta e a dificuldade para chegar ao topo era imensa. Mas eles conseguiram e decidiram comemorar. Só que dois segundos depois, um olha para o outro e eles dizem: “E aí, vamos descer.”
O que quero dizer com essa história é que a vida é uma grande jornada. Não podemos pensar somente no resultado final. Sim, queremos realizar sonhos, mas o caminho pode ser bem longo e é necessário curtir cada momento da jornada. Alcançar um sonho é uma sensação temporária, e sua vida não é.
A única maneira de alcançar todos os seus sonhos é aproveitando cada passo da jornada. E se você tropeçar, transforme isso num aprendizado. Se cada passo se tornar um aprendizado ou uma comemoração, tenho certeza de que você vai aproveitar plenamente a jornada.


quinta-feira, 22 de setembro de 2016

As habilidades não acadêmicas que todo mundo deve ter ao sair da faculdade

Existem algumas coisas que todo mundo vai precisar no futuro e que não estão em nenhum curso.

Nunca na história tanta gente esteve na universidade. Consequentemente, você precisa encontrar maneiras de se destacar entre todas essas pessoas com qualificações semelhantes às suas, e que estão entrando no mercado de trabalho ao mesmo tempo. Desenvolver habilidades não acadêmicas nunca foi tão importante, principalmente considerando-se a tendência do mercado de contratar quem sabe um pouco de tudo ao invés de pessoas altamente especializadas.

1. Entendimento comercial
Não basta mais só fazer o seu trabalho. Você precisa entender onde a sua empresa está no mercado e como encontrar novas oportunidades para a empresa. Isso significa que é crucial ter conhecimentos não apenas de finanças, mídias sociais ou do seu trabalho especifico. Você também deve conhecer os objetivos da organização e buscar a melhor forma de colaborar com ele. Qualquer um capaz de desenvolver essas habilidades e identificar corretamente oportunidades para usa-las tem grandes chances de se tornar um sucesso.
2. Perseverança
Como já foi dito, o mercado de trabalho pode ser desafiador para recém-formados. Existe inclusive a chance de a sua geração ser uma das poucas na história a ganhar menos que a geração que a precedeu. Mesmo que isso não soe muito encorajador, não será o caso de todos. Aqueles que se manterem determinados e motivados continuarão a garantir os melhores empregos.
3. Networking
Talvez você acredite que já é bom em fazer novos contatos profissionais. Afinal, você conseguiu reunir um número decente de seguidores em várias redes sociais. E mesmo que isso possa ajudar se as suas contas tenham sido bem administradas, construir uma network profissional é bem diferente. Muitos graduados deixam a universidade sem a capacidade de se comunicar profissionalmente com pessoas de diferentes níveis de autoridade na sua área de trabalho. Pode soar óbvio, mas é uma habilidade profissional que um número surpreendente de pessoas simplesmente não tem. Então, se você conseguir desenvolver essa habilidade, ela se torna um diferencial.
4. Trabalhar em equipe
Para quem cresceu praticando esportes em times, essa habilidade pode parecer óbvia, mas um número surpreendente de formados não é capaz de trabalhar efetivamente com outros. Ser capaz de cooperar com um time é uma habilidade profissional essencial, já que organizações procuram sempre maneiras mais fluidas de executar um projeto. As barreiras entre diferentes setores estão sempre quebradas e funcionários são encorajados a pensar em colaboração com os seus colegas. Isso significa que quem não for capaz de fazer isso provavelmente vai ficar para trás.
5. Pensamento global
Com o crescimento da prática dos voos internacionais e outras formas de transporte em massa, sem falar na internet e mídias sociais, o mundo dos negócios se tornou realmente global. Como resultado, é importante possuir uma visão ampla e não pensar nas oportunidades de trabalho como limitadas pelas fronteiras de países.
6. Falar outros idiomas 
Aprender mais de uma língua sempre foi útil. Agora, mais do que nunca línguas além do inglês são cada vez mais úteis. Vale a pena considerar quais línguas serão úteis daqui a dez anos. Agora seria o momento para investir em línguas como o chinês e árabe, devido ao grande crescimento econômico de nações que falam essas línguas.



quarta-feira, 21 de setembro de 2016

6 passos para alavancar a carreira

No mercado cada vez mais escasso de oportunidades, é preciso se diferenciar. E o caminho para você se tornar único, se destacar diante de tanta concorrência, é construir uma “marca pessoal”, a chamada “personal branding”.

“A estratégia de criação de uma marca pessoal passa pelo pleno entendimento das suas grandes competências, dos talentos, dons e das características singulares que o diferenciam da multidão. Assim, será mais fácil viabilizar a venda, com sucesso, do seu melhor produto:
você mesmo”, explica o especialista em vendas, José Ricardo Noronha.

Noronha lista abaixo 6 passos para o processo:

1) Identifique os seus pontos fortes e trabalhe com inteligência para maximizá-los. “É um grande desperdício de tempo focar em seus pontos fracos, pois eles nunca se transformarão nos diferenciais competitivos que o tornarão único no mercado.”
Caso você ainda não tenha identificado seus pontos fortes, peça feedback aos seus colegas, líderes e familiares sobre as competências únicas que eles enxergam em você.

2) Conecte os talentos e dons à sua “marca pessoal”. Suas principais características precisam estar expostas nas principais redes sociais e nos mais importantes serviços de busca.
“Faça uma pesquisa aprofundada na Internet para ver se as mensagens e atributos conectados à sua imagem estão de acordo com os seus objetivos de construção da sua marca, que deve ser absolutamente única e memorável.”

3) Tenha consistência. “As mensagens transmitidas por você precisam ser consistentes e aderentes às suas crenças, princípios e valores.”

4) Tenha autenticidade. “Seja sempre você mesmo. Não crie uma imagem que não retrate exatamente quem você é.”

5) Use o poder de influência. “Saiba influenciar de forma positiva a vida das pessoas que conhece e use o seu networking com inteligência. Mas cuidado: seja sempre interessante, sem ser interesseiro.”

6) Exponha-se! “Torne a sua marca conhecida ao participar de forma ativa de eventos, congressos, blogs… Isso dará mais força a você e pode abrir portas inimagináveis.”
“O processo de criação e fomento da sua marca pessoal tem um objetivo ainda maior: cuidar do seu principal ativo, que se chama credibilidade. Portanto, não perca mais tempo. Comece hoje mesmo a investir na principal e mais importante marca do mundo: você mesmo!”

Por Michele Rios