terça-feira, 25 de novembro de 2014

Por que os funcionários se demitem?

Desde que comecei a ministrar treinamentos de liderança nas empresas, venho observando que a maioria das pessoas demitem-se de seus chefes e não da organização em que trabalham. Tal observação é validada pela pesquisa do Instituto Gallup que demonstra que 66% dos funcionários se demitem dos seu chefes e não da corporação que as contratou.

O fato é que muitos gestores desmotivam profundamente seus funcionários. Como disse Eugênio Mussak em um curso que participei: a motivação humana está ligada a dois fatores básicos - obter prazer e evitar sofrimento. Se um líder faz sua equipe sofrer com atitudes autoritárias e rudes, as pessoas se demitem para evitar o sofrimento – ou melhor, demitem o chefe TÓXICO de suas vidas.

Mas quais atitudes do líder levam a essa reação tão drástica dos colaboradores? Recorro agora ao Livro de Ouro da Liderança de John Maxell, onde são apontados quatro fatores que levam as pessoas a desistirem de seus chefes:

1. As pessoas desistem de quem as desvaloriza
Há chefes que parecem incapazes de elogiar os colaboradores por um trabalho bem feito, negando-lhes o prazer de serem reconhecidos. Pergunto a você LÍDER: Você sente prazer quando o seu chefe lhe reconhece por um trabalho bem feito ? Não tenho dúvidas que sim. Portanto, acredite, o seu liderado também fica muito motivado com isto.

2. As pessoas desistem de quem não é confiável
Uma pesquisa realizada em empresas americanas indica que a confiança no ambiente de trabalho estáem declínio. O estudo destacou três comportamentos dos líderes que destroem a confiança dos liderados:
. Agir de modo incoerente com o que diz
. Obter vantagens pessoais
. Mentir ou contar meias-verdades

3. As pessoas desistem de quem é incompetente
Pode o colaborador ter respeito por um chefe incompetente, que se impõe pela força em vez do exemplo? Vejamos o que nos diz a “lei do respeito”, extraída do livro As 21 Irrefutáveis Leis da Liderança: “As pessoas seguem naturalmente os líderes que demonstram serem mais fortes que elas”. Um colaborador que, por exemplo, tem capacidade de liderança grau 7 não seguirá um líder que tem grau 4. Aprimore sua competência da liderança.

4. As pessoas desistem de quem é inseguro
É muito fácil identificar um líder inseguro. Basta verificar se ele está preparando alguém para sucedê-lo. Pessoas querem líderes que as estimulem a alçar vôos; anseiam por mentores que as auxiliem a desenvolver seu potencial.
Diante do que foi exposto neste artigo, nós, líderes, temos muito a refletir. Será que estamos fazendo nossos liderados sofrerem com nossas atitudes? Estamos realmente lhes proporcionando condições de trabalho? Ou será que nossos comportamentos os estão fazendo ir embora e levar consigo o conhecimento adquirido na empresa e os frutos do investimento em suas competências?
Sugiro que você peça à sua equipe um feedback sobre os quatro fatores que fazem as pessoas desistir de seus chefes. Descubra se você proporciona prazer ou sofrimento a aqueles que passam 8, 10 ou até 14 horas em sua companhia.

Abraços

Ricardo Piovan Palestrante e Coach Organizacional


Colaboração: Jorge Pedro  -  Assessoria em RH

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

ATITUDES VENCEDORAS

A vida é feita de escolhas. Não podemos escolher o que a vida vai colocar à nossa frente, mas podemos escolher como reagimos ao que ela nos apresenta.

Se a situação atual é boa ou ruim, isso se deve à qualidade das escolhas que fizemos; portanto, se desejamos construir a melhor versão do futuro, precisamos melhorar a qualidade das nossas escolhas.

Para fazer isso é necessário entender que decisões são escolhas teóricas e atitudes são escolhas colocadas em prática.

Não são nossas decisões que mudam o mundo e nosso futuro, são nossas atitudes!

Há dois tipos de atitudes: as limitadoras e as vencedoras.

Atitudes limitadoras são as que restringem nossas possibilidades de sucesso e felicidade. Elas estão ligadas aos nossos medos e mecanismos de defesa. Como o ser humano não quer sofrer ele se protege, e ingenuamente, não percebe que o excesso de proteção é mais perigoso que o que ele temia.

Quem se protege demais não ousa, não inova... não vive!


Abrir mão dos nossos mecanismos de defesa consiste em compreender que corajoso não é quem não sente medo, mas quem segue em frente mesmo sentido medo. A coragem é um medo que não paralisa!

Enquanto nos defendemos, não crescemos, apenas fugimos das responsabilidades arrumando desculpas nobres para atitudes pobres. Toda atitude limitadora transforma uma dificuldade em um problema.

Precisamos eliminar nossas atitudes limitadoras, substituindo-as por atitudes vencedoras.

Atitudes Vencedoras são as que estão alinhadas com a nossa autorrealização. É através delas que nos tornamos quem nascemos para ser. São escolhas que contribuem com nosso crescimento pessoal, com a expansão de nossas possibilidades, com a plena utilização das nossas potencialidades e do nosso talento. São atitudes que nos trazem benefícios na esfera da integração do ser, tornando-o pleno, completo, realizado. Elas nos conduzem ao sucesso e resultam em especial fonte de prazer e satisfação. Atitudes vencedoras transformam dificuldades em oportunidades.

A qualidade da nossa vida pessoal e profissional depende da qualidade das nossas atitudes. O poder de transformar o mundo interior e exterior, escrevendo uma nova versão da nossa história se resume à nossa capacidade de fazer escolhas melhores, escolhas vencedoras que nos engrandecem e fortalecem.

O filósofo Aristóteles dizia: “Nós nos tornamos aquilo que repetidamente fazemos!”. Sócrates propunha: “O exercício contínuo da virtude, torna virtuoso o coração!”. Arquimedes proclamava: “Me dê um ponto fixo e uma alavanca e eu moverei o mundo!”.

A alavanca capaz de mover nosso mundo pessoal e nos colocar em sincronismo com nossas forças é exatamente a alavanca das atitudes vencedoras. Este tema é tão encantador que o estudei por mais de uma década, todos os dias, para escrever os livros “Atitudes Vencedoras” e “51 Atitudes Essenciais para vencer na Vida e na Carreira”. Nestes livros, vamos a fundo estudando cada uma das 51 atitudes essenciais e a melhor maneira de orientar nossa vida através da filosofia das atitudes vencedoras.

Seja qual for o seu momento atual, uma coisa é certa: ele é fruto das suas escolhas (atitudes) conscientes e inconscientes.

E o mais importante: o próximo momento pode ser profundamente melhor se você aprender a fazer escolhas melhores.

Nenhum ser humano deve passar pela vida sem acontecer. O autoconhecimento é a chave para podermos reorientar nossas vidas para o sucesso, a prosperidade e a felicidade.

Lembre-se sempre: sonho sem atitude é delírio!

Vença seus mecanismos de defesa conscientes e inconscientes. Viva uma vida em grande estilo, repleta de realizações memoráveis. Você possui o potencial de fazer as coisas acontecerem. Transforme este potencial em realidade, dedique-se a desenvolver Atitudes Vencedoras.


sexta-feira, 21 de novembro de 2014

AUTO CONFIANÇA, AUTO ESTIMA E PERSEVERANÇA: TRÊS PILARES PARA O SUCESSO

Para entendermos melhor como chegar ao sucesso e a realização de nossos sonhos e objetivos, precisamos arar, olharmos para dentro de nós e encontrarmos três pilares essenciais para os desafios que teremos na vida, pois podemos passar por várias situações e sensações no trabalho, nos relacionamentos familiares e amorosos, nas amizades e tudo que o meio nos oferece para o nosso desempenho e realização.

Começamos pela auto estima, muito se fala mas pouco sabemos o que é e como tê-la, portanto de forma  objetiva  é o julgamento e a apreciação que cada um tem de si mesmo, é a capacidade de gostar de si, ou seja ter uma auto-avaliação positiva através de seu autoconhecimento. Conhecer a si próprio é o primeiro passo para o seu sucesso, pois através de um diálogo interior você  enxergará seus limites, irá valorizar suas virtudes e qualidades, checar seus pontos fortes e fracos e sentir-se bem consigo mesmo. É uma escolha que influenciará  diretamente o nível de resultados na sua vida.

A auto confiança significa a confiança em si mesmo, ou seja as pessoas autoconfiantes são decididas, sem erem arrogantes ou defensivas, apresentam-se de maneira segura, têm facilidade de expressar suas opiniões, enfrentam desafios, dominam novos trabalhos e tomam decisões sensatas mesmo sob pressão. Para se ter auto confiança é necessário buscar vencer os medos e tentar superar as próprias fragilidades.

Perseverança é conhecida como não desistir, continuar e eu gosto da forma como Catherine Ponder menciona em seu livro Leis Dinâmicas da Prosperidade ...é uma atitude de posso conseguir... ou seja comporta coragem, audácia e ousadia. Ela não titubeia, mas prossegue sempre e continua trabalhando com afinco até conseguir o resultado que deseja.

Como mencionei no inicio passamos por várias áreas da vida que possam nos trazer a rejeições, conflitos, crises, erros, desvalorizações, fracassos e passarmos a perdermos a esperança. Em algumas situações o ser humano pode ter sua autoestima e auto confiança abaladas, mas será essa sensação e vontade  de que vou conseguir que irá fazer você continuar a conquistar o que a vida pode de melhor proporcionar.

Conheço pessoas que reclamam do mundo por acreditar que são vítimas dos acontecimentos, mas há também pessoas que transformam os obstáculos em grandes estímulos para se tornarem melhores. O que diferencia os bem-sucedidos dos medíocres, é em grande parte a capacidade de olhar o mundo como oportunidade de crescimento, aprendizagem, e tomando as decisões com riscos, flexibilidade e perseverança para mudar o rumo de suas vidas.

E você já sabe o que vai precisar fortalecer para chegar ao sucesso?

Abraços,

Viviane Mourão

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Será que está na hora de dizer adeus?

Tudo está bem. A empresa prospera a cada dia, mostrando crescimento constante. O clima organizacional é positivo e as pessoas mostram-se motivadas e comprometidas com a empresa. Você tem um cargo de confiança, uma boa remuneração e é reconhecido por seu trabalho. Parece a empresa dos sonhos e você trabalha nela. Quem não gostaria de estar em seu lugar? A maioria das pessoas. Exceto você!

Apesar de tudo estar correndo às mil maravilhas, você não está feliz. Você gosta do seu trabalho e se sente desafiado, mesmo assim sente que algo lhe incomoda e tem dificuldade de identificar o que é. A empresa sinaliza a você uma promoção e, mesmo assim, seus olhos não brilham.

Pode parecer estranho, mas acontecem situações onde os profissionais se sentem exatamente assim. Olham em volta e tudo parece perfeito. Chegam até a se sentir culpados por não estarem feliz. Analisando uma situação como essa, facilmente se percebe que a causa não está fora, no ambiente. Ela está dentro, na pessoa.

Ao avaliar a situação, o profissional nota uma discrepância entre o rumo da empresa e seu rumo de carreira. Ambos caminham em direções diferentes, se desencontram. Além disso, vê que seus valores e os da empresa não coincidem, embora perceba que a organização não mudou (ou mudou muito pouco). Esta permanece fiel à sua missão, visão, valores e objetivos, mantendo o mesmo estilo de gestão que tinha no período em que você era feliz.

Algo mudou na pessoa. Mas o que pode estar acontecendo?

O mercado muda, as empresas também, por pura necessidade de sobrevivência. Os profissionais, por sua vez, acostumaram-se e também são obrigados a mudar conforme a demanda destes primeiros. É preciso dançar conforme a música. O que muitos não se dão conta é que os profissionais também mudam, apesar do que se espera deles.

No decorrer da carreira, os profissionais amadurecem. Neste processo, redefinem seus valores e objetivos. Os acontecimentos em sua vida pessoal e profissional impactam em sua forma de pensar, sentir e decidir. Obtém-se maior clareza do que se quer e como chegar lá e se aprende que as suas decisões são determinantes para a sua felicidade e que a(s) empresa(s) faz parte de sua vida, mas não tem responsabilidade por nosso futuro.

Portanto, após uma análise aprofundada de si mesmo e da empresa, se o resultado da comparação entre os objetivos da organização versus seus objetivos for negativo, é sim o momento de pensar na pergunta que encabeça este artigo.

Dizer adeus nesta situação pode vir a ser a melhor solução para ambos. A permanência de um profissional não satisfeito em sua ocupação atual pode desmotivá-lo, fazer seus resultados caírem e também os dos colegas da empresa. Os dois estão sendo prejudicados. Fazer as malas não significa simplesmente abandonar o barco. É possível fazer uma transição gradual e acordada com a empresa, de forma que ela possa se preparar para substituí-lo e que permita que você também planeje seus próximos passos.

Pode não parecer fácil e realmente não é. Mas buscar a realização profissional depende de cada um e por vezes são necessárias decisões difíceis para garantir um futuro feliz. Tudo depende somente de você.

Luciana Serafin - Coordenadora de Operações

Fonte: http://www.debernt.com.br/debernt/insights/artigos_interna.asp?id=28

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Como transformar gestores em líderes?

Tatsumi Roberto Ebina

Problemas de gestão são comuns em diversas empresas de variados segmentos e portes. Profissionais desmotivados, cansados e estressados com as tarefas do dia a dia, fatores como esses aumentam cada vez mais a rotatividade dentro das empresas, tanto no alto escalão quanto em níveis hierárquicos inferiores. Entretanto, será que as ausências de verdadeiros líderes não contribuem para agravar esse problema? Transformar os atuais gestores em líderes pode ser uma das saídas para enfrentar o tão falado ´apagão de talentos´.

No caso das empresas que já possuem líderes preparados para os novos desafios da área de gestão a falta de preparação de um possível sucessor também pode acarretar prejuízos às companhias. Estudo do Korn/Ferry Institute, ligado ao Korn/Ferry International aponta que as empresas brasileiras não estão preparadas para a sucessão de seus líderes. Para 64% dos executivos entrevistados, as organizações a que pertencem não possuem um plano de sucessão estruturado e definido para seus principais líderes. 

Para Tatsumi Roberto Ebina, com mais de 30 anos de experiência na área de gestão e liderança e sócio-fundador da Muttare, consultoria de gestão, há uma dificuldade das pessoas repensarem o seu modelo atual de gestão, baseado no comando e controle, além disso, o despreparo das companhias na transformação dos seus gestores em verdadeiros líderes se reflete no que mais ouvimos hoje de reclamações: o apagão de talentos. "Os profissionais estão aptos a desempenhar diversas funções, porém, com gestores despreparados para lidar com esses colaboradores, a responsabilidade e comprometimento da equipe se tornam cada vez mais obsoletos", comenta Ebina.

Vamos ficar somente no segundo ponto: "as companhias precisam enxergar que ao transformar gestores em verdadeiros líderes, alguns problemas que a empresa possui poderão ser atenuados ou até sanados. Vamos entender que estamos falando do líder com coragem para dizer o que é necessário mudar, que inspira o seu time a buscar cada dia mais, que liberta as pessoas para que eles possam genuinamente transformar o que têm de potencial em desempenho, permitindo que elas realizem o que sonham", ressalta Ebina.

O consultor acredita que tendo um colaborador mais comprometido com a empresa e com liberdade para trabalhar, exercendo funções que o permitam ir além, o funcionário se sentirá mais confiante para resolver determinados problemas da organização. Estamos em um mundo mais democrático, com movimentos em busca de mais liberdade e democracia e, precisamos pensar em eliminar todas as posturas dentro das organizações que sejam ´castradoras´ e ´escravizantes´, pois elas existem.

A tarefa para transformar gestores em líderes exige comprometimento árduo, tanto da companhia quanto dos gestores (futuros líderes) e funcionários. Ebina afirma que diagnosticar a necessidade da equipe, descobrir as habilidades de cada colaborador, acreditar nas decisões em conjuntos, além do fato de não querer puxar toda a responsabilidade para si, deixando sua equipe cada vez mais apta a desempenhar com qualidade suas funções, são apenas alguns dos muitos desafios que os gestores possuem antes de estarem aptos a exercerem um papel de líder. 

"Burocratizar a gestão é péssimo para os resultados. Impedir a criatividade e o entusiasmo do profissional poderá colocar em cheque todo o processo. As teorias de gestão com mais de cem anos de existências precisam ser revistas. E o líder, tendo autonomia, poderá contribuir muito para essa reformulação", conclui Ebina.


terça-feira, 18 de novembro de 2014

Stress

Em uma conferência, ao explicar para a platéia a forma de controlar o estresse, o palestrante levantou um copo com água e perguntou:

-"Qual o peso deste copo d'água? "

As respostas variaram de 250g a 700g.

O palestrante, então, disse:

- "O peso real não importa. Isso depende de por quanto tempo você segurar o copo levantado."
"Se o copo for mantido levantado durante um minuto, isso não é um problema. Se eu o mantenho levantado por uma hora, vou acabar com dor no braço. Mas se eu ficar segurando um dia inteiro, provavelmente eu vou ter cãibras dolorosas e vocês terão de chamar uma ambulância."

E ele continuou:

STRESS

- "E isso acontece também com o estresse e a forma como controlamos o estresse. Se você carrega a sua carga por longos períodos, ou o tempo todo, cedo ou tarde a carga vai começar a ficar incrivelmente pesada e, finalmente, você não será mais capaz de carregá-la."
"Para que o copo de água não fique pesado, você precisa colocá-lo sobre alguma coisa de vez em quando e descansar antes de pegá-lo novamente. Com nossa carga acontece o mesmo. Quando estamos refrescados e descansados nós podemos novamente transportar nossa carga."

Em seguida, ele distribuiu um folheto contendo algumas formas de administrar as cargas da vida, que eram:

1 *  Aceite que há dias em que você é o pombo e outros em que você é a estátua.

2 *   Mantenha sempre suas palavras leves e doces pois pode acontecer de você precisar engolir todas elas.

3 *   Só leia coisas que faça você se sentir bem e ter a aparência boa de quem está bem, caso você morra durante a leitura.

4 *   Dirija com cuidado. Não só os carros apresentam defeitos e têm recall do fabricante.

5 *   Se não puder ser gentil, pelo menos tenha a decência de ser vago.

6 *   Se você emprestar R$200,00 para alguém e nunca mais vir essa pessoa, provavelmente valeu a pena pagar esse preço para se livrar dela.

7 *   Pode ser que o único propósito da sua vida seja servir de exemplo para os outros.

8 *   Nunca compre um carro que você não possa manter.

9 *   Quando você tenta pular obstáculos lembre que está com os dois pés no ar e sem nenhum apoio.

10 *   Ninguém se importa se você consegue dançar bem. Para participar e se divertir no baile, levante e dance, pronto.

11 *   Uma vez que a minhoca madrugadora é a que é devorada pelo pássaro, durma até mais tarde sempre que puder.

12 *   Lembre que é o segundo rato que come o queijo - o primeiro fica preso na ratoeira. Saiba esperar.

13 *   Lembre, também, que sempre tem queijo grátis nas ratoeiras.

14 *   Quando tudo parece estar vindo na sua direção, provavelmente você está no lado errado da estrada.

15 *  Aniversários são bons para você. Quanto mais você tem, mais tempo você vive

16 *  Alguns erros são divertidos demais para serem cometidos só uma vez.

17 *   Podemos aprender muito com uma caixa de  lápis de cor. Alguns têm pontas aguçadas, alguns têm formas bonitas e alguns são sem graça. Alguns têm nomes estranhos e todos são de cores diferentes, mas todos são lápis e precisam viver na mesma caixa.

18 *  Não perca tempo odiando alguém, remoendo ofensas e pensando em vingança. Enquanto você faz isso a pessoa está vivendo bem feliz e você é quem se sente mal e tem o gosto amargo na boca.

19 * Quanto mais alta é a montanha mais difícil é a escalada. Poucos conseguem chegar ao topo, mas são eles que admiram a paisagem do alto e fazem as fotos que você admira dizendo "queria ter estado lá".

20 *  Uma pessoa realmente feliz é aquela que segue devagar pela estrada da vida, desfrutando o cenário, parando nos pontos mais interessantes e descobrindo atalhos para lugares maravilhosos que poucos conhecem.

"Portanto, antes de voltarem para casa, depositem sua carga de trabalho/vida no chão. Não carreguem para casa. Vocês podem voltar a pegá-la amanhã. Com tranquilidade." 

            
"Unir-se é um Bom Começo...
Saber Cultivar a União é uma Conquista...
Trabalhar em Conjunto é uma Grande Vitória". 


Colaboração: Solange Menkaitis 

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Aproveite o seu erro para acertar

Você ousa dizer que nunca errou? Tenho certeza que não, pois todos nós, sem exceção, já fizemos algo ou tomamos alguma atitude falha. Há quem diga, inclusive, que quanto mais erramos, mais experientes ficamos, pois falhar nos dá a chance de entender os motivos que nos levaram ao fracasso, proporcionando-nos a chance de acertar nas próximas vezes. Em nossa trajetória profissional, erramos inúmeras vezes. E, são esses erros que nos permitem crescer profissionalmente e formar quem somos. Não é à toa que muitas empresas preferem colocar em seus cargos de confiança e de estratégias pessoas com uma idade mais avançada, pois esses já erraram o suficiente para saber o que é ideal para uma empresa. 

Antes de continuar, preciso dizer que não vim aqui hoje para defender aos que erram sempre. Acredito que precisamos apenas ter a consciência de que ninguém sabe tudo e muito menos é dono da verdade. Todos podemos errar. Porém, o que precisa estar certo para todos é que a busca pelos acertos precisa ser constante. Quanto mais buscamos acertar, menos erramos. Porém, se o contrário acontece, não há porque se martirizar. 

Aliás, quem tem medo de errar, acaba deixando de lado a busca pela inovação. O medo, seja ele de que natureza for, sempre nos prejudica de alguma forma. Por causa dele, tememos nos arriscar e, para criar, precisamos, indubitavelmente, assumir riscos. Quando o erro é proveniente de tentativas de acertos, ele até pode ser justificável. O que não pode acontecer é uma sucessão de falhas causadas por desleixo, descaso etc.
Erros desse tipo são injustificáveis e inaceitáveis, afinal, falhar acarreta atrasos, aumento de custos e uma série de outros problemas que poderiam ser evitados se houvesse um cuidado maior com o que fazemos. 

Por isso, sugiro que, ao constatar uma falha, reflita sobre sua parcela de culpa. Precisamos ser honestos ao assumir a responsabilidade sobre uma situação mal sucedida. Não adianta buscar culpados, ou apontar falhas alheias para encobrir as suas próprias. A partir do momento em que se assume uma falha, fica mais fácil entender quais foram os motivos que ocasionaram seu insucesso. Sabendo desses motivos, podemos nos policiar para não cometê-los novamente. É daí que vem o ditado “é errando que se aprende”. Se cada um de nós percebesse nossas próprias falhas como oportunidades de aprender e se desenvolver, certamente, perderíamos o medo de tentar coisas novas. Isso vale para qualquer coisa da vida, aliás.
Não se aplica apenas ao nosso universo profissional. 

Porém, não nego que existem algumas maneiras de evitar algumas mancadas. Um deles é agir sempre com calma. É fundamental que cada ação, seja ela nova ou rotineira, seja pensada, planejada e cuidada com dedicação. É preciso ter amor pelo que fazemos. Planejando nossas ações, ficamos menos vulneráveis e mais certos do que precisamos fazer para levar um projeto adiante. Fundamental, também, é ter disciplina. As pessoas que conseguem estipular um processo e segui-lo, sem dúvida, conseguem melhores resultados que aqueles que não se planejam direito. 

Outra coisa extremamente necessária é aprender a se comunicar. O profissional que não sabe se expressar tem uma vida útil muito pequena dentro das empresas hoje em dia. E, saber se comunicar abrange várias condições da comunicação: falar corretamente e de forma que o interlocutor compreenda o que é dito; cuidar da linguagem corporal, para que ela não denuncie o oposto do que você quer dizer; saber ouvir o que os outros dizem e respeitar as opiniões alheias. E, quando digo respeitar as opiniões alheias, refiro-me, inclusive, sobre ponderar sobre essas opiniões.

Infelizmente, conheço muitos profissionais que acreditam apenas em seus conhecimentos, sem considerar o fato de outras pessoas (subordinados, inclusive) terem também boas ideias. 

Por fim, eu diria que o segredo do sucesso é ter humildade para reconhecer que não somos perfeitos e que podemos sim errar. Assumindo nossas próprias falhas diante de todos e de nós mesmos, tornamo-nos pessoas melhores. Se você errou, aproveite a chance para mostrar que está disposto a corrigir suas falhas e, principalmente, a aprender e não cometê-las nunca mais. 

Fonte: http://www.debernt.com.br/debernt/insights/capital_interna.asp?id=242