quarta-feira, 16 de abril de 2014

A vida é feita de escolhas

E o amor é uma delas.

Acredito piamente que a vida de cada um de nós é composta por uma sucessão ininterrupta de escolhas. Fazemos escolhas todo tempo, desde as mais simples e “automáticas”, até as mais complexas, elaboradas e planejadas. Quanto mais maduros e conscientes nos tornamos, melhores e mais acertadas são as nossas escolhas. 

Assim também é com o amor. Podemos escolher entre amar e não amar. Afinal de contas, o amor é um risco, um grande e incontrolável risco. Incontrolável porque jamais poderemos obter garantias ou certezas em relação ao que sentimos e muito menos ao que sentem por nós. E grande porque o amor é um sentimento intenso, profundo e, portanto, o risco de sofrermos se torna obviamente maior! 

Por isso mesmo, admiro e procuro aprender, a cada dia, com os corajosos, aqueles que se arriscam a amar e apostam o melhor de si num relacionamento, apesar das possíveis perdas. Descubro que o amor é um dom que deve vir acompanhado de coragem, determinação e ética. 

Não basta desejarmos estar ao lado de alguém, precisamos merecer. Precisamos exercitar nossa honestidade e superar nossos instintos mais primitivos. É num relacionamento íntimo e baseado num sentimento tão complexo quanto o amor que temos a oportunidade de averiguar nossa maturidade.

Quanto conseguimos ser verdadeiros com o outro e com a gente mesmo sem desrespeitar a pessoa amada? Quanto conseguimos nos colocar no lugar dela e perceber a dimensão da sua dor? Quanto somos capazes de resistir aos nossos impulsos em nome de algo superior, mais importante e mais maduro?

Amar é, definitivamente, uma escolha que pede responsabilidade. É verdade que todos nós cometemos erros. Mas quando o amor é o elo que une duas pessoas, independentemente de compatibilidade sanguínea, família ou obrigações sociais, é preciso tomar muito cuidado, levar muito o outro em conta para evitar estragos permanentes, quebras dolorosas demais.

O fato é que todos nós nos questionamos, em muitos momentos, se realmente vale a pena correr tantos riscos. Sim, porque toda pessoa que ama corre o risco de perder a pessoa amada, de não ser correspondida, de ser traída, de ser enganada, enfim, de sofrer mais do que imagina que poderia suportar. Então, apenas os fortes escolhem amar!

Não são os medos que mudam, mas as atitudes que cada um toma perante os medos. Novamente voltamos ao ponto: a vida é feita de escolhas. Todos nós podemos mentir, trair, enganar e ferir o outro. Mas também todos nós podemos não mentir, não trair, não enganar e não ferir o outro. 

Cada qual com o seu melhor, nas suas possibilidades e na sua maturidade, consciente ou não de seus objetivos, faz as suas próprias escolhas. E depois, arca com as inevitáveis conseqüências destas.

Sugiro que você se empenhe em ser forte a fim de poder usufruir os ganhos do amor e, sobretudo, evitar as dolorosas perdas. Mas se perceber que ainda não está pronto, seja honesto, seja humilde e ao invés de jogar no chão um coração que está em suas mãos, apenas deixe-o, apenas admita que não está conseguindo retribuir, compartilhar…

E então você, talvez, consiga compreender de fato a frase escrita por Antoine de Saint Exupéry, em seu best seller O Pequeno Príncipe: “Você se torna eternamente responsável por aquilo que cativa”.

Porque muito mais difícil do que ficar ao lado de alguém para sempre é ficar por inteiro, é fazer com que seja absolutamente verdadeiro… ou então partir, inteira e verdadeiramente também! E é exatamente isso que significa sermos responsáveis por aquilo que cativamos…

Rosana Braga


Colaboração: Ellen Brandão

terça-feira, 15 de abril de 2014

A ENTREVISTA

Com certa freqüência recebo perguntas sobre o que responder durante uma entrevista como, por exemplo:

Qual é o seu ponto forte? Qual é o seu ponto fraco?

Não existe uma resposta padrão ou ideal para estas nem para quaisquer perguntas que se faça durante uma entrevista.

Infelizmente, chavões foram incorporados e a maioria dos profissionais os utiliza nas entrevistas.

Respostas como “...meu defeito é querer ser perfeccionista!”, ou “...minha maior qualidade é liderar pessoas”, não acrescentam nada de substancial para quem pergunta.

O buraco é mais embaixo.

Atente que cada pergunta, resposta, olhar, postura; o jeito de sentar, o tom da voz, respiração, roupa, etc., tudo isso, são detalhes ÚNICOS e PARTICULARES de cada um de nós.

Não dá para generalizar, portanto, não caia nesta armadilha.

Assim como não há resposta certa ou errada para determinadas perguntas, o que se busca nas entrevistas é algum brilho diferente nos olhos do candidato, alguém que aceite desafios, alguém que queira crescer, sem que respostas padrões o embale para isso.

Se perguntado fosse, diria que meu ponto forte é buscar conhecimento dos “processos” para melhor entender o negócio em que a empresa atua.

Por outro lado, este ponto forte às vezes sinaliza um ponto fraco, caracterizado pela dispersão natural que minha atitude gera, sem que isso prejudique a qualidade do que faço nem tire o foco de minhas responsabilidades e atribuições. É isso ai!

A propósito, errar faz parte de nosso aprendizado. Não se assuste com seus erros. Você pode aprender e muito com eles.

Que eles sejam novos, pelo menos!


sexta-feira, 11 de abril de 2014

Para onde fugir?

Reza a lenda que, durante uma palestra, um grande terremoto fez com que os discípulos corressem desesperada e insanamente em busca de um abrigo, enquanto o mestre impassível assistia à cena.

Quando o perigo passou, os discípulos, um tanto envergonhados por sua covardia, perguntaram ao mestre se ele jamais sentia medo, afinal apenas uma coragem sobre-humana poderia manter alguém tão tranquilo, tão imperturbável diante de tamanho risco de morte.

“Enganam-se vocês”, disse o Mestre. “Eu também senti medo. Eu também fugi do terremoto. Todavia, enquanto vocês fugiam para fora, eu fugia para dentro. A fuga de vocês era uma fuga inútil, pois para onde vocês fossem, o perigo lá estaria. Por isso, fugi para dentro de mim mesmo, onde nenhum terremoto poderia chegar”.

Vivemos bombardeados de informações, precisamos alcançar as metas estabelecidas e fazemos parte de um mundo onde a selvageria da competição nos obriga a lutar para vencer, e sobreviver.

Na busca da aceitação e do reconhecimento profissional, precisamos lidar com tudo isso escondendo os nossos medos, provando qualidades, que nem estamos muito certos se realmente temos, e demonstrando uma tranquilidade que, muitas vezes, está longe de ser a verdade de nossos sentimentos.

Estamos correndo do terremoto.

Mas precisamos disfarçar a nossa fuga. Não podemos mostrar fraqueza. Devemos esconder toda e qualquer fragilidade.

O problema é que continuamos a procurar abrigo fora e não dentro de nós mesmos.

Passamos a acreditar no nosso cargo, no nosso status e, sobretudo, na nossa habilidade de vender aquilo que nem sabemos ao certo se realmente somos.

Colocamos as nossas referências na compra de um apartamento maior, de um carro melhor e de roupas mais caras, acreditando que, por si só, essas conquistas materiais serão capazes de encobrir as nossas inseguranças.

Esquecemo-nos de que nós valemos aquilo que somos e não aquilo que temos.

Esquecemo-nos de que o ser é consistente e o ter é fugaz. De que o ser é eterno e o ter é efêmero.

Acredito que um dos grandes desafios das organizações modernas está exatamente em criar ambientes profissionais onde as pessoas possam ser o que realmente são. Criar ambientes onde as pessoas possam se deparar com as próprias fraquezas e, consequentemente, tornarem-se mais fortes a partir do conhecimento de suas fragilidades.

Se nas reuniões corporativas onde todos querem falar para apresentar seus resultados, seus feitos, as pessoas fossem convidadas para expressar suas incertezas, suas inquietudes, as empresas passariam a enfrentar com muito mais força e coragem os diversos terremotos que o mercado traz.

Vivemos um momento de transformação onde, cada vez mais, os líderes precisam estimular as pessoas a encontrarem os seus centros de equilíbrio. A buscarem dentro de si as verdadeiras respostas.

O problema é que para ajudar as pessoas nessa caminhada, esses líderes precisarão primeiramente trilhar esse caminho. E ainda são poucos os que estão dispostos a correr esse risco.

Aprender a fugir apenas para dentro de si mesmo, eis aí um bom desafio…

Um carinhoso abraço.

quinta-feira, 10 de abril de 2014

7 dicas para evitar gestos que revelam nervosismo e ansiedade na entrevista de emprego

Por Rômulo Martins

Preparo e controle emocional são fundamentais para alcançar êxito e transmitir tranquilidade ao entrevistador nesta fase do processo de seleção.

Balançar as pernas, mexer os braços exageradamente, tamborilar os dedos, arregalar os olhos, passar as mãos nos cabelos, roer unhas são gestos que denunciam nervosismo e ansiedade e prejudicam sua performance em uma entrevista de emprego. Mais que isso, são sinais de insegurança e refletem, assim, sua condição emocional. Podem, por essa razão, eliminar o candidato em um processo seletivo.

“Ocorre, muitas vezes, de o candidato selecionado para vaga de emprego não ter tanto talento quanto o concorrente. O grande diferencial, nesse caso, é o quanto o entrevistador sente confiança ao conversar com ele”, explica o consultor organizacional Eduardo Shinyashiki.

“O esperado é que, mesmo diante da ansiedade, o candidato tenha autocontrole e equilíbrio. Caso isso não ocorra, será notado pela expressão corporal. Os gestos são reflexos do nosso estado emocional”, atesta Stefania Giannoni, consultora e headhunter especialista no desenvolvimento de pessoas.

Confira dicas dos consultores para evitar gestos inapropriados no cara a cara com o entrevistador:

1. Controle a respiração
A respiração profunda e suave massageia os órgãos e ativa o sistema circulatório dando a sensação de prazer e serenidade. Respiração curta e rápida, ao contrário, transmite medo, insegurança.

2. Ative uma imagem mental positiva
Este exercício é um recurso da neurociência que consiste em construir no cérebro a imagem de um fato que ainda está por acontecer. Dessa forma, antes da entrevista, o candidato já se imagina diante do selecionador e se submete às regras de etiqueta corporativa como se estivesse passando pela situação. É uma atividade de concentração, preparo. Diante do entrevistador a sensação será de dé jà vú.

3. Antes de falar, ouça
Saiba o que o selecionador quer ouvir de você; responda ao que ele está perguntando. Na ânsia de falar o candidato pode transmitir conteúdos irrelevantes para o momento, afirmam consultores empresariais. O ideal é interagir com o entrevistador.

4. Seja empático
Quando assistimos a um filme em que o sofrimento da (s) personagem (ns) é constante emocionamo-nos. Isso ocorre porque a cena, mesmo fictícia, ativa em nosso cérebro as áreas responsáveis pela emoção. Cria-se uma empatia com as personalidades da tela. Na entrevista de
emprego, do mesmo modo, perceba o movimento do entrevistador e acompanhe-o de forma parecida.

5. Olhe nos olhos do entrevistador
A sintonia com o olhar é fundamental; não desvie os olhos do entrevistador. Demonstre total atenção ao que ele diz. Faça-se presente.

6. Comunique-se adequadamente
A fala deve acompanhar o gestual e vice-versa. Fale de modo claro e ponderado. Tenha cautela: não queira passar o máximo de conteúdo em tempo inábil. Selecione as informações mais importantes. Transmita suas ideias de forma articulada.

7. Prepare-se para a entrevista
Simular uma entrevista de emprego com um parente ou amigo pode ser uma maneira eficaz de alcançar a excelência no contato com o selecionador. É importante conhecer ainda suas habilidades e competências e saber transmiti-las verbalmente.

Cuidado com a robotização
Preparo é fundamental, mas é preciso cautela para não deixar de ser você e encarnar um personagem, adverte a consultora Stefania Giannoni. Segundo ela, o candidato deve agir com naturalidade, ter postura firme e sentar-se adequadamente. “Alguns indícios como dilatação da pupila, suor e rubor das faces podem nos dar subsídios para saber se a pessoa está falando ou não a verdade. As pessoas não conseguem simular por muito tempo.”

  
Fonte: http://www.secth.com.br/si/site/jornal_materia?codigo=483

quarta-feira, 9 de abril de 2014

Qual é seu perfil no trabalho?

Estudo ensina como identificar, gerenciar e motivar os três estilos de profissionais que toda empresa tem
Fernanda Bottoni 

Toda companhia tem profissionais ambiciosos, acomodados e os chamados cimentos sociais, aqueles que integram todos os tipos. Os três grupos são essenciais e estão presentes em praticamente todas as empresas. Essa foi a conclusão do estudo Segmentação Atitudinal de Funcionários, desenvolvido pelo GFK, um dos maiores grupos de pesquisa de mercado do mundo, com base em mais de 2 000 entrevistas com empresas de grande porte do Brasil. As informações sobre cada perfil  podem ajudá-lo a identificar, gerenciar e motivar sua equipe. Além disso, você pode descobrir qual é seu próprio estilo e saber como usá-lo a seu favor.

TIPO AMBICIOSO

O ambicioso busca ascensão na carreira, gosta de se exibir e se preocupa com a imagem. Esse profissional não tem apego à empresa nem ao cargo. Se a concorrência oferecer mais, ele aceita. Apesar disso, é um profissional essencial a qualquer equipe, porque tem muitas ideias, é altamente produtivo e adora bater metas. O gestor que quiser motivar um ambicioso deve valorizar suas conquistas com programas de bonificação e premiação interna. “Esse funcionário deve receber uma recompensa financeira vinculada à realização de desafios, que precisam ser concretos e mensuráveis”, diz Aníbal Calbucci, diretor de recursos humanos do laboratório farmacêutico Bristol-Myers Squibb. Se a empresa não oferecer remuneração variável, vale buscar outros mecanismos para reconhecer esse profissional. Uma sugestão é parabenizá-lo verbal e publicamente por suas conquistas. Se você é do tipo ambicioso, a dica é buscar empresas que valorizem ideias inovadoras, promovam a competição interna e saibam premiar quem atinge as metas. Você vai se sentir valorizado e entregar mais resultados, até que uma nova proposta apareça e você corra atrás de um desafio mais interessante.

TIPO ACOMODADO

Esse profissional tem de cinco a dez anos de casa, está adaptado à empresa e à sua função. Não é necessariamente desmotivado ou folgado, apenas não tem grandes expectativas de crescimento. “O acomodado gosta do que faz e é fiel à empresa”, diz Mario Mattos, diretor de marketing da GFK. Esse tipo se divide em dois subgrupos: os resolvidos e os frustrados. O resolvido é homem, chefe de família e tem muito tempo de empresa. Mais maduro, preocupa-se com a saúde e gosta de trabalhar. A empresa gosta da fidelidade desse profissional, o que o valoriza. Já o acomodado frustrado costuma ser jovem e ter baixa escolaridade. Em muitos casos, está desmotivado e requer atenção do gestor para não prejudicar o desempenho da equipe. O chefe que quiser motivar um acomodado precisa tirá-lo da zona de conforto, oferecendo mudanças de área ou metas desafiadoras. “Acompanhe esse profissional de perto e instigue-o”, diz Adriana Teixeira, diretora de RH da Losango. Se você é do tipo acomodado, não coloque a carreira nas mãos da empresa. Procure oportunidades de mudanças internas. Assim, você oxigena sua motivação e sua carreira sem sair do emprego — se a empresa não o despachar antes.

TIPO CIMENTO SOCIAL

É aquele que une as pessoas. O cimento social atua como integrador de colegas e de equipes. Ele ajuda os recém-chegados a serem aceitos no grupo, organiza os encontros extraoficiais, como happy hours e aniversários, e é o arroz de festa das atividades comemorativas da empresa. “Esses profissionais são importantes porque quebram as barreiras entre os departamentos e diluem tensões entre as áreas”, diz Mario, da GFK. Eles têm conhecidos e amigos em todos os cantos da empresa. O gestor que quiser motivar um cimento social pode pedir a ajuda desse profissional para desenvolver, organizar e divulgar os eventos da empresa. “Uma pessoa de perfil cimento social deve ser indicada a líder dos programas de responsabilidade social da empresa, ou do grupo de qualidade de vida”, diz Aníbal, do Bristol-Myers Squibb. “Esse profissional pode ser um bom parceiro do RH ou da área de eventos, por exemplo.” Se você é do tipo cimento social, use e abuse da sua capacidade de comunicação para construir uma boa rede de relacionamentos e fique atento às oportunidades que surgem além da sua área. Tarefa simples para você.

Matéria publicada na edição 134 Você S/A, com o título Qual é seu perfil


terça-feira, 8 de abril de 2014

Como enfrentar um entrevistador sem medo:

o    Sentir ansiedade antes de uma entrevista é normal e compreensível; 
o    Seja educado e cordial com todas as pessoas, do porteiro ao entrevistador. Lembre-se de que você estará sendo avaliado desde o primeiro momento em que pisar na escola;     

Manter uma boa apresentação é aumentar as chances de contratação; 

Evite trapalhadas: como derrubar objetos sobre a mesa do entrevistador ou cumprimentá-lo com as mãos ainda molhadas, após a saída do toalete;
 
o    Reveja em casa (retrospectiva) todas as atividades já desenvolvidas na carreira,preparando-se para dar bons argumentos ao entrevistador; 
o    Chegue ao local da entrevista com 15 minutos de antecedência. Isto será ideal para aliviar as tensões. Chegar com muita antecedência pode demonstrar ansiedade;    

Não esqueça dos detalhes com a aparência: 
cabelos cortados e bem penteados, roupa discreta e adequada ao ambiente, barba feita, no caso dos homens, e retoque na maquiagem, no caso das mulheres. Peça para usar o banheiro e verifique sua aparência. Às vezes, uma simples arrumada no cabelo pode ser fundamental; 
o    Cumprimente o entrevistador de pé, com mãos firmes; 
o    Todas as atitudes causam impressões: sente-se calmamente e responda o necessário; 
o   
Em caso de atraso ou impossibilidade de comparecer, sempre telefone avisando. Imprevistos podem acontecer com qualquer um e geralmente são compreendidos pelos entrevistadores.

Durante a Entrevista: 

Ao entrar na sala do entrevistador, espere que ele faça o primeiro gesto para cumprimentá-lo e que indique o lugar onde você deve sentar-se; 

• Respeite todas as fases da entrevista. Uma psicóloga pode não ter autoridade para efetuar a sua contratação, mas pode vetar a sua permanência no processo seletivo;
Encare o entrevistador como um aliado. Se você tem um problema para resolver, ele também tem;
o   
• Sente-se de maneira confortável; mas não se "esparrame" na cadeira. Educação e boas maneiras valem muitos pontos na avaliação; 
o   
Responda às perguntas de maneira clara e objetiva;
 

o    • Caso seja questionado sobre algo que desconhece, diga a verdade. Inventar uma opinião pode arruinar sua entrevista; Antes de aceitar água ou café, investigue se o entrevistador também vai aceitar. É gentil acompanhar a outra pessoa.
Caso ele não queira beber nada, tente fazer o mesmo; 
o    • Se você estiver nervoso, com as mãos suadas, respiração ofegante e gaguejando, seja franco com o entrevistador. Diga que você fica um pouco nervosos em ocasiões assim. Isso não afetará a sua avaliação; 
o   
Seja você mesmo. Os entrevistadores experientes detectam, em atitudes simples, que você está tentando representar o candidato ideal.
o     
o    Dicas de Comportamento
o    Vista roupas que sejam adequadas ao estilo da escola (na dúvida, dê preferência ao traje social); 
o    • Cabelos cortados e penteados e unhas bem aparadas dão boa impressão; 
o    Caso tenha passado antes ao toalete, seque bem as mãos para não cumprimentar o entrevistador com as mãos molhadas; 
o    • Não fique curvado, mantenha uma postura ereta na cadeira; 
o    Procure falar olhando nos olhos do entrevistador e aguarde que ele conclua a pergunta para dar uma resposta; 
o    • Jamais fume durante a entrevista; 
o    Mantenha a entonação da voz coerente com a resposta.
o     
Fonte: http://www.spacoin.com.br/orientacao_entre.html

segunda-feira, 7 de abril de 2014

Supere o tédio da carreira

Por James Gonyea

Se você faz as mesmas tarefas no mesmo trabalho há muito tempo, provavelmente já ficou exausto alguma vez. Se você tiver sorte, isso ocorrerá com pouca frequência e poderá ser resolvido com um hobby ou passatempo favorito. No entanto, para muitas pessoas, o tédio pela carreira ocorre com mais frequência e dura mais tempo. Por que isso acontece? 
 
Os psicólogos dizem que o cérebro humano precisa de estímulo sempre e em constante mudança. Não me levem a mal, mas o cérebro humano aprende por repetição. Desse modo, o cérebro fica cansado depois de aprender uma tarefa ou conceito e quer partir para outros caminhos.
 
A chave para superar o tédio da carreira está relacionada, pelo menos parcialmente, com o modo como você usa sua experiência profissional. Isso dará ao cérebro uma oportunidade de lidar com algo novo e diferente e trará benefícios a você, gerando outras enzimas químicas que lhe darão uma sensação de bem-estar.
 
Veja, abaixo, 10 atividades para estimular seu cérebro usando sua experiência profissional e suas habilidades de modos diferentes do seu trabalho diário normal. Avalie a possibilidade de realizar essas sugestões a princípio por algumas horas, como um projeto de aprimoramento de carreira. Depois, se as sugestões escolhidas servirem de inspiração para você, pense em realizá-las por tempo integral.
 
• Escreva um livro: transforme seu conhecimento profissional em um romance, um manual de treinamento técnico ou um livro didático.  
• Faça palestras: procure falar sobre sua carreira e sobre os desafios relacionados e as soluções em vários encontros profissionais. 
 
• Faça consultoria: ofereça seus serviços como consultor para empresas pequenas que não podem pagar especialistas internos.  
 
• Use seu tempo no serviço voluntário: pense em trabalhar como voluntário em escolas e universidades locais para ajudar os estudantes a entender melhor seu campo de atuação e como desenvolver as habilidades necessárias para terem sucesso no futuro.  
 
• Ensine: entre em contato com escolas, universidades, institutos técnicos e empresas de treinamento independentes locais e se ofereça para ministrar cursos relacionados com sua experiência profissional.  
 
• Transforme-se em um instrutor de carreira: ofereça-se para ensinar jovens profissionais em seu campo de atuação a fim de orientá-los em um caminho mais bem-sucedido.   
 
• Forme uma associação: seguindo as leis do seu estado, crie uma associação profissional dedicada a compartilhar conhecimento e experiência com colegas. 
 
• Publique um boletim informativo ou um jornal: pesquise um grupo de colegas para constatar quais são os principais problemas do seu campo de atuação. Desenvolva soluções e publique suas descobertas em um boletim informativo ou jornal que circulará entre seus colegas.   
 
• Inicie sua própria empresa: encontre um segmento da população que atualmente não é atendido por empresas do seu campo e crie sua própria empresa, mesmo se você oferecer uma única operação, para fornecer os serviços ou produtos necessários para esse segmento.   
 
• Transforme-se em um demonstrador do produto ou serviço: determine quais empresas do seu campo de atuação estão produzindo os produtos mais interessantes para o mercado de amanhã. Entre em contato com elas e se ofereça para demonstrar os produtos delas (mediante uma taxa) em encontros locais, estaduais, regionais e nacionais.