quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Diferença entre Feedback e Crítica



Você sabe demonstrar produtivamente seus sentimentos de aprovação e de desaprovação?

Você tem consciência de que presta um desserviço à colega, subordinado, ao seu chefe e à organização quando lhes sonega uma avaliação honesta sobre o seu desempenho?

O feedback é um recurso, eficientíssimo, para o crescimento pessoal e profissional. Diria mesmo que ninguém se desenvolve sem esse apoio.

O feedback como técnica exige competência técnica e emocional.

Essa serie de artigos que se inicia abordará aspectos comportamentais e técnicos que lhe permitirão desenvolver competência para dar e receber feedback.

Apresentamos a seguir os conceitos de feedback e crítica para que você os trabalhe de forma efetiva e produtivamente junto aos seus círculos de relacionamento. O feedback não é só um instrumento de trabalho. Pode e deve ser utilizado nos relacionamentos familiares e sociais significativos.

FEEDBACK é um processo de ajuda mútua para mudanças de comportamento, por meio da comunicação verbalizada ou não entre duas pessoas ou entre pessoa e grupo, no sentido de passar informações, sem julgamento de valor, referentes a como sua atuação afeta ou é percebida pelo outro e vice e versa.

CRÍTICA é um processo de comunicação verbalizada ou não, entre duas pessoas ou entre pessoa e grupo com o objetivo de passar nossos valores de certo e errado, geralmente traz consigo a intenção de acusar, julgar e condenar e, não raro, com intensa carga emocional dos interlocutores.

O conceito é o início da aprendizagem. Sua aplicação produtiva requer algumas circunstâncias. Sendo as principais: que exista uma relação de confiança entre os interlocutores e que a motivação de quem oferece o feedback seja contribuir para que ambos cresçam. Quem errou ou teve um comportamento ou atitude que incomodou o outro tome consciência do fato e àquele que ofereceu ganhou competência para transmitir sua percepção, seu conhecimento ou seu desconforto.

Por que é difícil oferecer e receber Feedback

Duas dificuldades sobressaem-se: o desenvolvimento da auto percepção e a construção da relação de confiança ou certeza nas relações.

O treinamento da auto percepção deve ser realizado por profissional com formação especializada em coordenação de dinâmica de grupo e desenvolvimento interpessoal. Esse treinamento requer longo período, com frequência não é indolor, demanda coragem e disponibilidade para receber feedback que contribua para a redução do eu cego, considerando-se a janela de Johari.

Não há saída e nem atalhos o autoconhecimento só será pleno através da contribuição dos outros por meio de feedback. Que significa expor-se, abrir-se, vencer alguns medos, desaprender atitudes e comportamentos improdutivos e aprender maneiras mais saudáveis de se relacionar consigo – através do dialogo interior - e com os outros. 

À medida que desenvolvemos auto percepção, reduzimos distorções perceptivas e enriquecemos nossa prontidão perceptiva do outro, da relação, das circunstâncias, ganhamos em autocontrole, auto aceitação e automotivação. 

A construção da relação de confiança ou da certeza na relação só será viável se os interlocutores treinaram o desenvolvimento da auto percepção e tiverem como objetivo contribuir para o crescimento do outro e da relação.

A postura diante do conflito que considere incluir-se como um dos responsáveis pela solução do conflito, ter a maturidade de oferecer uma ideia e não a ideia, habilidade para ouvir ativamente e fazer perguntas que remetam o interlocutor a refletir sobre seus pontos de vista ou suas reivindicações, manter-se emocionalmente equilibrado sem alterar a voz, ter empatia, postura ganha-ganha, respeito pelo outro e por si, flexibilidade para propor e analisar alternativas de solução, concentrar-se objetivamente na questão, sendo oportuno, claro, específico e direto. 

É fundamental que haja congruência entre o discurso e a prática. As pessoas estão muito mais propensas a acreditarem no que lhes fazem do que, no que lhes dizem. 

Há ainda a se considerar as crenças e os valores do outro e as circunstâncias.

Como operar eficazmente o feedback. 

O líder deve reduzir suas áreas de eu cego e de eu secreto. Comunicar-se na base da verdade-amor, que tem com fundamento o interesse no crescimento dos interlocutores como pessoa e como profissional. Treinar e estimular seus liderados a dar-lhe feedback, aceitando-o sem discussão ou justificativa.

 Apenas, quando necessário, colocando perguntas que contribuam para tornarem o feedback claro, específico e utilizável. Não esqueça de agradecer.

 Se a equipe somente lhe estiver passando feedback sobre seus acertos, lembre-se que a característica que nos distingue das divindades é o erro.

 Solicite-lhes que se manifestem em relação aos seus erros. O melhor treinamento ainda é o exemplo. Utilize eficazmente as técnicas aqui descritas. 

A seguir apresentamos alguns itens sobre os quais há concordância de grande parcela dos estudiosos do assunto, que, se utilizados, resultarão em feedback eficaz:

1. Aplicável – É fundamental que o receptor possa utilizá-lo produtivamente;

2. Especifico – O feedback deve ater-se a questão específica;

3. Objetivo – O feedback deve ser oferecido sem rodeios;

4. Neutro – O feedback não deve trazer embutido nenhum julgamento de valor. Isto é sem acusação, julgamento ou condenação;

5. Oportuno – O feedback deve ser o mais próximo possível da ocorrência do fato, mas num momento e num lugar bom para os interlocutores. 

6. Direto – É desastroso para o relacionamento quando oferecemos feedback através de terceiras pessoas.

Não fosse o homem um ser eminentemente emocional, estas técnicas relevantes resolveriam o complexo problema de todas as organizações: a comunicação centrada em feedback.. Cabe lembrar que nem tudo que é lógico é motivacional.

Que conteúdo predomina na sua comunicação: verdade ou mentira? E qual a motivação predominante: amor ou desamor?

Reflita sobre a relevância de adquirir a habilidade de dar e receber feedback. 

Os resultados compensarão, com sobra, qualquer esforço nesse sentido.

11 passos para ter uma vida mais feliz


Pesquisas sugerem que é possível promover a felicidade mantendo o foco em coisas simples como as relações, o aprendizado contínuo, a gratidão e o otimismo, além de diversas outras estratégias. Se você acredita que não tem felicidade suficiente na sua vida conheça esses 11 simples passos tirados do projeto U.S News How to Live to 100 project que podem ajudá-lo a incluir o senso de felicidade na sua rotina.

1. Use a regra dos 12 comportamentos

Para que você comece a se sentir feliz e satisfeito é necessário realizar certas mudanças na sua vida. De acordo com o livro “The How of Happiness”, de Sonja Lyubomirsky, a felicidade pode ser alcançada por meio da prática de 12 comportamentos simples, que são expressar gratidão, cultivar o otimismo, evitar pensar demais sobre um problema, evitar comparações sociais, praticar atos de gentileza, nutrir relacionamentos sociais, desenvolver estratégias de cooperação, aprender a perdoar, aumentar as experiências, focar no presente, saborear as alegrias da vida, se comprometer com os seus objetivos, praticar a religião e a espiritualidade e cuidar do seu corpo.

2. Reveja os seus valores

Existem dois tipos de valores os intrínsecos e os externos. Os valores intrínsecos incluem autoaperfeiçoamento, ajudar os outros e fazer do mundo um lugar melhor. Já os valores externos incluem riqueza, realizações materiais, aparência física, influência social, etc. Para ter uma vida mais feliz é fundamental rever quais são os valores que você ainda defende. Descubra com o que você pretende se comprometer e procure aplicar esses comportamentos na sua rotina.

3. Invista nos relacionamentos

Qualquer tipo de relacionamento tem o poder de contribuir para a sua felicidade, desde que você saiba a maneira certa de lidar com ele. Procure passar mais tempo com as pessoas capazes de fazer você feliz, sejam elas familiares, amigos, namorados e namoradas, esposas e esposos. Passar um tempo com essas pessoas dá significado à sua vida e mostra como você é amado.

4. Aprenda a gostar da sua companhia

Embora passar um tempo com quem amamos seja fundamental, você também precisa se sentir a vontade consigo mesmo. A correria do dia-a-dia acaba atrapalhando os relacionamentos próximos e cada vez mais precisamos passar mais tempo sozinhos. Então, por que não aproveitar a nossa companhia? Faça coisas que você gosta, cozinhe, leia um bom livro e assista a um filme. Aprenda que não é necessário estar acompanhado para se divertir.

5. Trabalhe para viver

O conceito de “trabalhar para viver” cada vez mais se confunde com o conceito de “viver para trabalhar”. É fundamental que você saiba diferenciar um do outro. Claro que você deve amar o seu trabalho e se sentir feliz por realizá-lo, mas não deixe que isso tome conta da sua vida e se torne o foco principal dela. Tenha em mente que o trabalho é um facilitador para que você realize os seus sonhos, dessa maneira você não acabará sufocado pela profissão.

6. Saiba lidar com as adversidades

Você pode ser o melhor planejador de todos os tempos, mas nem isso dá a você a garantia de que as coisas vão acontecer conforme você espera. Esses imprevistos são os principais responsáveis pelo mau-humor, pelo descontentamento e até mesmo pela maneira como você trata os outros. Por isso, você deve aprender a lidar com as adversidades sem perder a calma.

7. Viva de forma ativa

Talvez você acredite que faz isso, mas reveja os comportamentos que você tem vivido ultimamente. A quantidade de coisas para fazer acaba nos colocando em “piloto automático” e, dessa maneira, você acaba fazendo as coisas simplesmente por fazer, sem se dar conta de que elas podem fazer bem ou mal a você. Procure sair desse modo e viva de forma ativa fazendo as coisas com consciência e lidando com as consequências dos seus atos.

8. Reveja suas amizades

Quando somos jovens acreditamos que temos milhares de amigos, que podemos contar com todos eles nos momentos complicados e coisas parecidas. Entretanto, com o passar do tempo a teoria se mostra errada. Para evitar decepções e problemas futuros pare por um momento e reveja as suas amizades. Pense em quem você gostaria de levar para o resto da vida e dedique-se para que eles saibam disso. É claro que você não precisa cortar relações com colegas menos próximos, mas saber em quem você pode confiar faz com que você se sinta mais realizado.

9. Busque novos interesses

Talvez o principal motivo para a sua infelicidade é a rotina. É comum nos cansarmos daquilo que realizamos todo dia, portanto, nunca deixe de buscar novos interesses. Descubra novos hobbies, lugares para frequentar e pessoas para conhecer. Envolva-se com novas atividades, por que não procurar um curso diferente do que você já está acostumado a fazer Isso pode mostrar novos horizontes para você.

10. Mantenha o equilíbrio

Algumas áreas da vida sempre exigem mais cuidado e atenção do que outras. É necessário que, na medida do possível, você mantenha o equilíbrio entre elas. Se dedicar demais ao lado profissional, por exemplo, vai fazer com que você se descuide do seu relacionamento. Olhar demais para o seu parceiro, em compensação, pode dificultar as coisas com a sua família. O ideal é que você seja capaz de unir todas as áreas importantes da sua vida. Dessa maneira, você consegue manter o controle sobre tudo sem se sentir esgotado por ter de agradar chefes, amigos e familiares de maneiras diferentes.

11. Cuide da sua saúde

Pode ser difícil encontrar um tempo para se dedicar à saúde, mas é preciso ter a consciência de que uma mente sã não faz nada sem um corpo saudável. Visite um médico regularmente, mantenha hábitos saudáveis, coma bem e exercite o seu corpo. A prática de exercícios físicos libera uma série de hormônios responsáveis pela felicidade, talvez isso sirva como incentivo.
Fonte: http://noticias.universia.com.br/atualidade/noticia/2012/09/27/969691/11-passos-ter-uma-vida-mais-feliz

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Os ladrões do tempo


"O tempo perdido não se encontra nunca mais."
(Benjamin Franklin)
No mundo corporativo, há uma legião de ladrões de tempo, os chamados desperdiçadores. Eles agem sorrateiramente, reduzindo sua eficácia, comprometendo suas metas, causando-lhe até mesmo estresse. Veja a seguir os principais fatores mapeados e se estão presentes em sua vida.
1. Interrupções. Indicam que você tem valor, amigos ou detém informações de interesse dos outros. As interrupções acontecem por telefone, e-mail ou visitam você pessoalmente. Para reduzi-las:
§  aprenda a dizer NÃO e seja firme;
§  atenda às pessoas em pé;mantenha a porta da sala fechada;
§  continue escrevendo enquanto atende alguém;
§  filtre telefonemas e e-mails;evite ser receptivo a visitantes inesperados;
§  retire ou desloque cadeiras da sala dificultando a acomodação de terceiros;
§  use as palavras mágicas: desculpe-me, por favor e por gentileza.

2. Comunicação deficiente. Ocorre quando responsabilidades e autoridade não estão definidas com clareza na empresa ou quando há subordinados em excesso. A posologia consiste em:

§  defina com clareza metas e objetivos;
§  determine responsabilidades e atribuições;
§  utilize linguagem simples, concisa e sem ambiguidades;
§  havendo dúvida, pergunte:
§  procure fazer certo na primeira vez;
§  forneça informações seguras para permitir tomada de decisão consistente e ação imediata;
§  lembre-se de que a regra de ouro chama-se delegar. 
3. Reuniões. Muitas são desnecessárias e agendadas sem critério. Duram muito tempo, tornam-se evasivas e não geram resultados. Para torná-las produtivas:
§  agende as reuniões com antecedência;
§  convoque apenas as pessoas diretamente envolvidas com o tema;
§  defina a pauta e comunique a todos com antecedência;
§  determine horário de início e término;
§  mantenha a pauta e busque a objetividade;
§  não permita interrupções externas e mantenha celulares desligados;
§  promova debates, tire conclusões, tome decisões e determine como agir;
§  registre ata ou memorando com resumo da reunião contendo a assinatura dos participantes;
§  faça reuniões curtas em pé. 
4. Telefone. Imprescindível na vida moderna, constitui-se no maior vilão das interrupções e, por conseguinte, em uma das fontes mais significativas de desperdício de tempo. Algumas dicas:
§  reserve horários para fazer e receber ligações;
§  relacione os telefonemas a serem feitos em ordem de prioridade;
§  prepare-se para cada uma das ligações munindo-se previamente de informações;
§  identifique-se no início da ligação – as pessoas não são obrigadas a reconhecer sua voz;
§  deixe recados claros e concisos;concentre-se em ouvir a pessoa com quem estiver falando, evitando desviar a atenção;
§  nunca prometa retornar uma ligação se estiver despreparado para tal ou não desejar fazê-lo;
§  nada de desculpas ou mentiras: 
§  use da honestidade dizendo que não pode atender naquele momento;
§  encerre suas conversas com cortesia, porém com objetividade.

5. Celular. Na mesma proporção em que agiliza as comunicações, também atua como agente de interrupções, invadindo inclusive sua privacidade. Sugestões para otimizar seu uso:

§  desligue o aparelho quando estiver em reunião ou realizando tarefa que exija concentração;
§  mantenha-o em vibracall para atender urgências;
§  utilize o identificador de chamadas para selecionar as ligações que merecem ser atendidas;
§  recolha mensagens na caixa postal duas vezes por dia e retorne as ligações em horários predeterminados;
§  grave uma mensagem personalizada no correio de voz;
§  considere a possibilidade de habilitar um segundo aparelho apenas para emergências, mas divulgue o número com seletividade;
§  evite atendê-lo quando estiver em casa. 
6. E-mail. Substitui o telefone com objetividade. Entretanto, quando utilizado sem critério, torna-se fonte de interrupções, mal entendidos e até disputas judiciais. Formas de gerenciá-lo:
§  instale um serviço antispam;
§  baixe suas mensagens no máximo quatro vezes por dia em horários predefinidos;
§  responda de imediato as mensagens recebidas e determine um tempo para fazê-lo;
§  utilize o subject (assunto) para classificar as mensagens;
§  organize pastas diversas para arquivamento;
§  crie regras de mensagens;
§  tenha uma assinatura eletrônica;
§  utilize um corretor ortográfico. 
7. Internet e intranet. São instrumentos importantes para acelerar a comunicação e busca de informações. Mas vale lembrar que, às vezes, pode ser mais eficiente caminhar até a estação de trabalho de seu colega. Além disso:
§  avalie de maneira criteriosa o uso da intranet e de comunicadores como Messenger e Skype;
§  tal qual o telefone e e-mail, seja seletivo e coerente no envio e recebimento de mensagens;
§  atenção com os sites navegados em virtude do risco de vírus e spywares (programas espiões);
§  solicite suporte ao responsável pela manutenção da rede caso note alguma irregularidade;
§  seja seletivo ao assinar boletins eletrônicos e não autorize a divulgação de dados seus ou da sua empresa.

Decerto há outros fatores de desperdício de tempo que poderíamos relacionar. Mas atentando para estes sete aspectos, é certo que sua produtividade pessoal aumentará.
Esteja sempre a postos para a ocorrência de imprevistos. Eles são imponderáveis, por isso, deixe espaço em sua agenda para contratempos. Planeje seu dia e sua vida tendo em mente: "e se...".
* Tom Coelho é educador, conferencista e escritor com artigos publicados em 17 países. É autor de "Somos Maus Amantes – Reflexões sobre carreira, liderança e comportamento" (Flor de Liz, 2011), "Sete Vidas – Lições para construir seu equilíbrio pessoal e profissional" (Saraiva, 2008) e coautor de outras cinco obras. Contatos através do e-mail tomcoelho@tomcoelho.com.br. Visite: www.tomcoelho.com.br e www.setevidas.com.br.
Fonte: http://www.administradores.com.br/informe-se/artigos/os-ladroes-do-tempo/67636/


segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Aprenda com seus erros e melhore sua inteligência


Quando você pensa em sua própria inteligência, você imagina a sua inteligência como um dado fixo - "Eu sou 'deste tanto' inteligente.' - ou como alguma coisa em construção - "Fico mais inteligente à medida que estudo."?


Pesquisadores usaram um equipamento de monitoramento das ondas cerebrais para demonstrar que as pessoas que acreditam que podem aprender com seus erros têm reações cerebrais diferentes daquelas que acreditam que sua inteligência é fixa.

"Uma grande diferença entre as pessoas que pensam que a inteligência é maleável e aqueles que pensam que a inteligência é fixa está na forma como eles respondem aos próprios erros," explica o Dr. Jason Moser, da Universidade do Estado de Michigan (EUA).

Reconhecendo os próprios erros
Segundo os pesquisadores, as pessoas que acreditam que a inteligência é um edifício em construção reconhecem mais facilmente os erros e se esforçam para aprender mais.

Por outro lado, aquelas que acreditam que a inteligência é algo fixo perdem as oportunidades de aprender com os próprios erros.
Isto pode ser um problema para a vida toda, mas pode ser facilmente percebido na escola.

Segundo os cientistas, aqueles que acreditam que a inteligência é fixa são facilmente reconhecíveis porque não se esforçam mais depois de terem saído mal em um exame.

Nos experimentos, os cientistas primeiro aplicaram uma série de testes onde era muito fácil cometer erros. Durante os testes, os voluntários tiveram seus sinais cerebrais monitorados.

Ao final, cada participante foi entrevistado, para que se avaliasse qual era sua visão sobre a inteligência: fixa ou em construção permanente.

Sinais neurais
Quando uma pessoa comete um erro - qualquer que seja sua visão sobre a inteligência - são gerados dois sinais neurais muito rápidos, cerca de um quarto de segundo depois que a pessoa é avisada de seu erro.
O cérebro das pessoas que aprendem com os próprios erros gera um segundo sinal muito mais forte.

Isso parece acender uma luz de alerta porque, em seguida, eles passam a errar menos.

Para o segundo grupo, que tem maior dificuldade em reconhecer os próprios erros, o desempenho manteve-se constante durante o teste, apesar dos erros cometidos.

Segundo os cientistas, esta pesquisa pode ajudar no treinamento das pessoas para que elas reconheçam que podem se esforçar mais para aprender mais - sem precisar de muitos argumentos, apenas mostrando o que acontece em seus cérebros.