Sinto dizer que sem esforço nada vai acontecer!
Não adianta reza forte, nem macumba com 20 velas.
Se você não se decidir pelo primeiro passo, se você não sair desse quarto, nem os anjos e nem Jesus poderão te ajudar, se você não se ajudar! Quer emagrecer? Caminhe todos os dias, pare de dizer que não tem dinheiro para a academia. A rua é livre, de graça e está te esperando, seja noite, seja dia. Quer um novo emprego? Estude algo novo, aprenda um pouco mais do seu ofício, faça a diferença e as empresas vão correr atrás de você! Quer um novo amor? Saia para lugares diferentes assista a um bom filme, leia um bom livro, abra a cabeça, mude os pensamentos, e o amor vai te encontrar no metrô, no ônibus, na calçada, e em qualquer lugar, pois você será de se admirar. Pessoa que encanta só de olhar... Quer esquecer alguém que te magoou? Enterre as lembranças e o infeliz! Valorize-se criatura! Se você se valoriza, sabe quanto vale, sabendo quanto vale não se troca por qualquer coisa. Se alguém te deixou é porque não sabe o seu valor. Logo, enterre a criatura no lago dos esquecidos. E rumo ao novo que o novo é sempre mais gostoso... Quer deixar de dever? Pare de comprar. Não faça dívida para pagar dívidas! Nunca! Jamais! Faça poupança e pede para o povo esperar. Devo?, não nego, pago quando puder. Assim, a cabeça fica livre e você vai trabalhar. Em breve, não terá mais nada para pagar... Quer esquecer uma mágoa? Limpe o seu coração, esvazie-se... Quem tem equilíbrio não guarda mágoas. Só as pessoas com problemas emocionais é que se ressentem. Ficam guardando uma dor, alimentando como se fosse de estimação. Busque o equilíbrio emocional. Doe-se, ame mais e tudo passa. Quer viver bem? Ame-se!
Felicidade é gratuita, não custa nada.
É fazer tudo com alegria, nos mínimos detalhes. Pergunte-se e se achar resposta que te satisfaça, comece tudo de novo: - Pra que 2 celulares (1 pra cada orelha?)? - Pra que 3 computadores, se não tem uma empresa? - 4 carros? - 6 quartos se é você e mais 1 ou 2? - 40 pares de sapato, se tem apenas 2 pés? A vida pede muito pouco e nós precisamos de menos ainda. Acorde enquanto é tempo e comece a mudança, antes que o tempo venha e apite o final do seu jogo! Espero que você pelo menos tenha vencido a partida. Seja feliz! |
segunda-feira, 26 de novembro de 2012
"ATITUDE" - Paulo Roberto Gaefke
Oito dicas para acabar com o mau humor da segunda-feira
|
Encarar a segunda-feira desanima, ela é o dia útil mais distante do
final de semana e está diretamente relacionada a preocupações com o trabalho,
compromissos com horário e cansaço. Mas a má fama do primeiro dia útil da semana
está com os dias contados no que depender da Ciência.
|
Pesquisadores da Stony Brook University, nos Estados Unidos, descobriram
que as terças, quartas e quintas podem tão entediantes quanto a segunda-feira
após fazer uma enquete com 340 mil pessoas e descobrir que o humor delas só se altera
(para melhor) nas sextas-feiras.
Se é assim, então, o que está por trás da má vontade? "Concentrara atividades
de lazer em poucos dias torna os restantes sem graça, marcados por aborrecimentos,
o ideal é dar um jeito de adotar hábitos que deixam a segunda-feira mais agradável",
afirma o psicólogo Odair Comin. Siga essas dicas dele e de outros especialistas
para fazer esse dia mais feliz:
Comer seu prato favorito
Nada como fazer aquela refeição que você adora na segunda-feira. Segundo o
psicólogo Odair Comin, de São Paulo, essa é uma mudança simples que certamente
melhora nosso humor. "Escolher seu prato favorito é mostrar para a sua
mente que você está cuidando do seu bem-estar", diz o especialista.
"Praticar ações que lhe fazem bem retiram o espaço que a dor ou o mau
humor teriam em seu dia."
Marcar para sair com os amigos
Muitas vezes um fim de semana não basta para ver todos os amigos. Então
que tal marcar um programa em plena segunda? "A convivência com os amigos
é essencial para conversar e colocar as ideias no lugar", diz a psicóloga
Luciana Kotaka, especialista do Minha Vida.
Praticar exercícios
"Fazer exercícios pode melhorar a autoestima, combater a indisposição
e até mesmo melhorar a memória", diz o educador físico e fisiologista do
exercício Gustavo Lopes, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).
Além disso, a atividade física libera os hormônios endorfina e serotonina,
responsáveis por diminuir o estresse, deixando você mais relaxado, disposto e
feliz. Experimente fazer uma caminhada ou se inscrever em um curso de dança
para descontrair a sua segunda-feira.
Assistir a um filme
Os cinemas ficam lotados aos sábados e domingos, principalmente nas
sessões noturnas. Mas dá para chegar de última hora para assistir a uma estreia
na segunda-feira, mesmo nos shoppings mais concorridos. Além do conforto para
escolher a sala ou a vaga para estacionar, você quebra a rotina de uma maneira
simples e que dispensa planejamento, já que escolher um filme e comprara pipoca
não dá o mínimo trabalho.
Fazer meditação
A meditação melhora o seu humor todos os dias, incluindo a segunda-feira.
“É uma forma de se conectar consigo mesmo e mentalizar bons acontecimentos para
o dia que está começando", diz o psicólogo Odair. Acorde uns vinte minutos
mais cedo e dedique esse intervalo para pensar como seriam as próximas horas se
tudo ocorresse de acordo conforme os seus planos, sua disposição em agir para
que os resultados positivos apareçam vai favorecê-los.
Fazer compras
No final de semana, as compras tomam o tempo que você poderia ocupar na
companhia de pessoas querias ou mesmo descansando, sem contar as filas nos
shoppings e supermercados. Deixar a tarefa para o início da semana, quando tudo
está mais tranquilo, ajuda você a fazer escolhas mais cuidadosas, negociar com
mais calma algum desconto e se distrair sem precisar enfrentar grandes
tumultos.
Colocar a leitura em dia
Deixar os relatórios ou estudos de lado por alguns instantes e se dedicar
a uma leitura prazerosa, seja se um livro ou uma revista, é um pequeno prazer
durante o dia. "Esse descanso para mente ajuda você a começar a semana de
maneira mais relaxada, sem o peso de uma leitura trabalhosa", diz Luciana
Kotaka.
Adiantar o happy hour
Se você é do tipo que não vê a hora de chegar sexta feira para sair com os
amigos do trabalho, experimente adiantar o happy hour uma vez ou outra. Dá para
colocar em dia as novidades do final de semana, esperar o trânsito diminuir e
voltar para a casa com a sensação de que a segunda-feira ficou para trás há
muito tempo. O único cuidado especial é com o excesso de bebida alcoólica,
porque o exagero pode prejudicar seu rendimento com uma terrível ressaca.
domingo, 25 de novembro de 2012
Para ser visto (e ouvido)
Fazer com que o chefe concorde com um pedido pode ser
uma das tarefas mais árduas dos profissionais.
No entanto, muitos funcionários
têm dificuldades já na etapa anterior. Algumas pessoas não conseguem nem mesmo
fazer com que eles as ouçam, que diria, então, avaliar com profundidade uma
solicitação.
Pensando nisso, Pablo Aversa, especialista em carreiras e
sócio-fundador da Alliance Coaching, destaca os dez pontos mais importantes a
ser considerados por quem deseja que seu gerente, diretor ou a alta
administração da empresa preste atenção às suas demandas e necessidades:
> Assegure-se de que o tema faz sentido para ele.
Geralmente, os funcionários pensam que tudo gira ao redor deles. Não é bem
assim. Quando você quer que alguém preste atenção, precisa apresentar o assunto
destacando o que há de importante para o ouvinte. Suas ideias e feedbacks podem
ser sensacionais, mas, se não forem uma prioridade para a “autoridade”
envolvida, não serão escutadas – e muito menos executadas.
Você precisa
entender que gestores têm uma longa lista de prioridades, e outra maior ainda
de responsabilidades. De certa forma, todo o resto acaba caindo num buraco
negro.
> Não enrole.
A maior parte dos gerentes e executivos de nível sênior não está interessada em
nuances e, cá entre nós, hoje em dia ninguém tem tempo para prestar atenção
nisso.
Portanto, seja direto.
Entre, diga-lhes o que pensa, o que deveriam
fazer de forma diferente (ou melhor), responda a qualquer dúvida levantada e
saia. Ponto final.
> Considere o timing.
Funcionários geralmente agem como se tudo fosse um caso de vida ou morte. Às
vezes, as empresas têm coisas importantes em andamento, como questões
financeiras, uma fusão ou aquisição, um lançamento estratégico de um novo
produto ou serviço etc.
Seu chefe ou a alta administração pode estar distraída
e não deve ser incomodada.
Se você achar que essa é a situação, aborde-o num
melhor momento. Talvez você não tenha uma segunda chance, portanto, estude a
melhor ocasião.
> Fique longe da politicagem.
É uma desagradável realidade, que a maioria dos executivos não admite para seus
funcionários, e alguns nem para si mesmos: nos negócios, tanto nas grandes
quanto nas pequenas empresas, a politicagem pode ser um grande problema.
O que
quer que você faça, não procure culpados. Ao discutir um problema, tente dar o
melhor de si, mas não provoque incêndios na casa dos outros.
> Não intimide nem seja difícil.
Talvez você não acredite, mas tem um monte de funcionários bem mais
intimidantes e difíceis de lidar do que os seus chefes. Se deseja que prestem
atenção em você, não se irrite, não carregue nas emoções, não seja desagradável
e inflexível.
Organize seus pensamentos, tente relaxar e seja você mesmo. E, a
propósito, expressar senso de humor e humildade não faz mal a ninguém.
> Não perca o seu tempo com um chefe incompetente.
Muitas vezes, os chefes simplesmente não são competentes o suficiente para
compreender o quão importante é dedicar tempo para escutar o ponto de vista de
um funcionário e compartilhar a visão dele com seus subordinados.
Conceitos
tais como comunicação, engajamento e motivação não têm apelo nessas pessoas,
que possivelmente alcançaram seus cargos por meio do Princípio de Peter*.
Se
esse é o tipo de chefe para o qual você trabalha, não desperdice o seu fôlego.
> Procure pensar grande.
O que pode parecer óbvio ou importante para você pode não ser uma boa ideia um
ou dois escalões acima. Quanto mais alto você for, mais importante é pensar
grande.
Assim, seja direto e talvez obtenha uma resposta sem rodeios. É
totalmente possível que suas ideias ou preocupações sejam ingênuas ou sem
sentido. Se esse for o caso, seu chefe pode achar que é mais fácil e simples
sair pela tangente polidamente, dizendo
“Ok, excelente… obrigado pela
dedicação” e aguardar que você saia. Não desanime. Acontece.
> Assegure-se de que está falando com a pessoa
certa.
Muitas vezes, os funcionários reclamam para a pessoa errada. Acontece o tempo
todo, e o muro das lamentações agradece. Antes de despejar sobre seu chefe – ou
aleatoriamente sobre outro gerente, só porque há uma palavra-chave no título do
cargo -, se assegure de que podem fazer algo sobre o que incomoda você.
E
lembre-se: a maior parte das descrições de cargos gerenciais não inclui “ouvir
o João”. Logo, não aja como se fosse um direito natural seu, ou pode acabar
piorando as coisas para você mesmo.
> Se todo o time é disfuncional, esqueça e parta
para outra.
É importante que você compreenda que a cultura corporativa é estabelecida de
cima para baixo, e, quando o time executivo opera de forma disfuncional,
provoca curtos-circuitos ao longo da organização.
Se for esse o fato, será
melhor investir em seu networking para encontrar um lugar melhor para
trabalhar, em vez de desperdiçar tempo tentando aprimorar o que não pode ser
aprimorado.
> Mas é possível que, talvez, ele esteja prestando
atenção.
Seu chefe pode ter enviado sua ideia ou feedback para o topo da pirâmide e, por
qualquer que seja a razão, ela não repercutiu de forma adequada na alta
administração.
Talvez, ultimamente, ele não tenha circulado próximo a você para
lhe contar isso, ou não queira admitir a derrota (pois é um duro golpe para o
ego dele), ou ainda pode ser que ele pense que esse insucesso acabe lhe
desmotivando. As hipóteses são variadas.
Empresas têm regras que levam tempo
para ser compreendidas. Tente ser paciente com a dinâmica corporativa.
*Criado por Laurence J. Peter, esse princípio diz que
todo funcionário tende a ser promovido até o seu nível de incompetência.
As cinco características de um funcionário exemplar
Para ser um bom funcionário é preciso ser confiável,
seguro, proativo, diligente, um grande líder e um ótimo discípulo, diz Jeff
Haden, colunista da revista Inc.
Mas para ser um empregado realmente
indispensável, segundo ele, é preciso um pouco mais. Em seu blog, Haden enumera
as características que um empregado exemplar deve ter.
O curioso é que poucas
das qualidades citadas podem ser desenvolvidas no dia a dia profissional. As
principais são relacionadas diretamente à personalidade dos funcionários e às
suas experiências pessoais.
Veja a lista abaixo:
1. Eles ignoram as limitações das funções de trabalho
Segundo Haden, quanto menor uma empresa, mais importante é que os funcionários
consigam pensar e lidar com os problemas sozinhos. Para isso, eles precisam se
adaptar rapidamente a mudanças e fazer o que for preciso – independentemente de
sua função ou de seu cargo – para alcançar novos objetivos.
O colunista explica
que, quando algo está em risco no trabalho – uma empresa está perdendo um de
seus clientes mais importantes, por exemplo – os melhores funcionários sabem
que existe um problema e fazem de tudo para tentar resolvê-lo. Mesmo que isso
não faça parte de seu trabalho.
2. Eles costumam ser excêntricos
Algumas características peculiares podem vir junto com o pacote “funcionário
excelente”, segundo o colunista da Inc. Ele defende que pessoas que não têm
medo de serem diferentes expandem naturalmente os próprios limites da sociedade
para desafiar o “status quo” e são as que têm as melhores ideias.
Ele destaca
ainda que uma personalidade diferente ajuda a tornar o ambiente de trabalho
mais descontraído e pode transformar um time sem graça em uma equipe animada e
extrovertida.
3. Eles fazem elogios em público e reclamações em
particular
Para Haden, um ótimo funcionário deve saber a hora e o momento para elogiar e
para fazer uma reclamação a um colega ou a alguém submisso a ele na empresa.
Elogios em público são sempre bem-vindos, diz o escritor. Já na hora de
criticar, é preciso ter bom senso.
Ele defende que os melhores funcionários
aparecem para discutir um assunto polêmico antes ou depois de uma reunião – já
que se aquele assunto for levantado durante um encontro em grupo ele pode
desencadear uma tempestade na equipe.
4. Eles falam quando os outros se calam
Para exemplificar essa característica, Haden conta o caso de um de seus antigos
empregados que uma vez lhe questionou sobre boatos de demissões que rondavam a
empresa onde os dois trabalhavam. O colunista diz que perguntou ao funcionário:
“Por quê? Você já sabe o que está acontecendo?”, ao que o funcionário
respondeu: “Eu sei, mas muitas outras pessoas não sabem e têm medo de
perguntar. Eu pensei que talvez fosse melhor elas ouvirem uma resposta diretamente
de vocês”.
Haden define, assim, a quarta qualidade dos melhores funcionários:
eles se preocupam com o que preocupa os outros e se levantam para fazer
perguntas quando os outros hesitam.
5. Eles gostam de provar que os outros estão errados
A auto-motivação de um funcionário, muitas vezes, nasce de um desejo de mostrar
às pessoas que elas estão erradas sobre ele. “O garoto sem diploma
universitário ou a mulher que ouviu que nunca conseguiria liderar uma equipe
possuem uma vontade ardente de mostrar aos outros que são capazes de superar
críticas e dificuldades”.
Educação, inteligência, talento e habilidade são
características importantes para um bom funcionário. Mas é o foco, a motivação,
que o torna um excelente funcionário. Segundo Haden, esses empregados são
movidos por algo mais profundo e mais pessoal do que apenas o desejo de fazer
um bom trabalho.
Matéria da Folha Dirigida.
sexta-feira, 23 de novembro de 2012
O importante é não desistir
Ele foi reprovado em todas as matérias na sétima série. Foi reprovado em
física no científico, com nota zero. Sparky também foi reprovado em latim, em
álgebra e em inglês.
Nos esportes, ele não foi nada melhor. Conseguiu entrar para o time de golfe da escola, mas perdeu o único jogo importante da temporada.
Quando promoveram um jogo de consolação, ele também perdeu.
Durante todo o tempo na escola, Sparky teve problemas com sociabilidade. Os outros alunos nem chegavam a não gostar dele, porque ninguém lhe dava importância suficiente para isso.
Se algum colega lhe cumprimentasse, fora do horário de aula, era uma surpresa para Sparky. É como se ele não existisse.
Não se sabe como foi sua vida sentimental, mas ele nunca convidou uma garota para sair, durante todo seu tempo na escola. Tinha medo de ser rejeitado.
Ele era um perdedor. Todo mundo sabia disso. Até ele mesmo. Mas havia uma coisa muito importante para ele: desenhar. Seus desenhos eram seu orgulho.
Certo é que ninguém, além dele mesmo, gostava dos desenhos. No último ano do científico, ele ofereceu alguns quadrinhos para os organizadores do livro de formatura. Os quadrinhos foram rejeitados.
Mas Sparky estava convencido de seu talento e resolveu se tornar um artista profissional.
Escreveu uma carta para os estúdios Walt Disney. Pediram que mandasse umas amostras do seu trabalho e sugeriram um tema para ele desenvolver. Ele desenhou os quadrinhos propostos. Trabalhou durante largo tempo.
Esmerou-se tanto que acrescentou uma série de outros quadrinhos, além dos solicitados.
Finalmente, quando recebeu a resposta dos estúdios Disney, descobriu que fora rejeitado.
Mais uma derrota para o perdedor.
Ele decidiu, então, escrever sua própria biografia em quadrinhos. Descreveu a si mesmo quando criança – um garoto perdedor e que nunca conseguia se sobressair.
Logo, o personagem de quadrinhos se tornaria famoso no mundo todo. Isto porque Sparky, o garoto para quem tudo dava errado, cujo trabalho fora rejeitado vezes sem conta, era Charlie Schulz.
Isso mesmo: o criador da tira Peanuts, do cachorro Snoopy e do pequeno personagem Charlie Brown. Um garotinho cuja pipa nunca voava e que nunca conseguia chutar uma bola de futebol.
Uma tira que encantou e continua encantando gerações.
Sparky perseguiu seu sonho e não se deixou intimidar pelas opiniões dos outros. Foi assim que ele se transformou num vencedor.
***
Cuida-te para que o pessimismo não se agasalhe nos teus sentimentos, anestesiando-te a vontade.
Reveste-te de bom ânimo e prossegue, imperturbável.
O teu estado de ânimo contribui para o resultado das tuas aspirações e dos teus atos.
Em todos os teus empreendimentos coloca o sol da esperança com o calor do otimismo e o êxito te será inevitável.
Nos esportes, ele não foi nada melhor. Conseguiu entrar para o time de golfe da escola, mas perdeu o único jogo importante da temporada.
Quando promoveram um jogo de consolação, ele também perdeu.
Durante todo o tempo na escola, Sparky teve problemas com sociabilidade. Os outros alunos nem chegavam a não gostar dele, porque ninguém lhe dava importância suficiente para isso.
Se algum colega lhe cumprimentasse, fora do horário de aula, era uma surpresa para Sparky. É como se ele não existisse.
Não se sabe como foi sua vida sentimental, mas ele nunca convidou uma garota para sair, durante todo seu tempo na escola. Tinha medo de ser rejeitado.
Ele era um perdedor. Todo mundo sabia disso. Até ele mesmo. Mas havia uma coisa muito importante para ele: desenhar. Seus desenhos eram seu orgulho.
Certo é que ninguém, além dele mesmo, gostava dos desenhos. No último ano do científico, ele ofereceu alguns quadrinhos para os organizadores do livro de formatura. Os quadrinhos foram rejeitados.
Mas Sparky estava convencido de seu talento e resolveu se tornar um artista profissional.
Escreveu uma carta para os estúdios Walt Disney. Pediram que mandasse umas amostras do seu trabalho e sugeriram um tema para ele desenvolver. Ele desenhou os quadrinhos propostos. Trabalhou durante largo tempo.
Esmerou-se tanto que acrescentou uma série de outros quadrinhos, além dos solicitados.
Finalmente, quando recebeu a resposta dos estúdios Disney, descobriu que fora rejeitado.
Mais uma derrota para o perdedor.
Ele decidiu, então, escrever sua própria biografia em quadrinhos. Descreveu a si mesmo quando criança – um garoto perdedor e que nunca conseguia se sobressair.
Logo, o personagem de quadrinhos se tornaria famoso no mundo todo. Isto porque Sparky, o garoto para quem tudo dava errado, cujo trabalho fora rejeitado vezes sem conta, era Charlie Schulz.
Isso mesmo: o criador da tira Peanuts, do cachorro Snoopy e do pequeno personagem Charlie Brown. Um garotinho cuja pipa nunca voava e que nunca conseguia chutar uma bola de futebol.
Uma tira que encantou e continua encantando gerações.
Sparky perseguiu seu sonho e não se deixou intimidar pelas opiniões dos outros. Foi assim que ele se transformou num vencedor.
***
Cuida-te para que o pessimismo não se agasalhe nos teus sentimentos, anestesiando-te a vontade.
Reveste-te de bom ânimo e prossegue, imperturbável.
O teu estado de ânimo contribui para o resultado das tuas aspirações e dos teus atos.
Em todos os teus empreendimentos coloca o sol da esperança com o calor do otimismo e o êxito te será inevitável.
Fonte: http://www.mensagensvirtuais.xpg.com.br/Reflexao/O-importante-e-nao-desistir
quinta-feira, 22 de novembro de 2012
Como e quando começar a pensar em uma mudança de carreira?
Se você está entediado ou se o seu trabalho não faz
mais nada por você, pode ser um sinal de que você está pronto para uma mudança.
No entanto, antes de fazer qualquer grande movimento é preciso saber se é do
trabalho ou de sua carreira que você não gosta.
"Se você já teve mais de um trabalho em sua
área e é muito claro para você que não importa onde você vá as coisas não serão
melhores, porque você não gosta do tipo de trabalho que você faz, então é hora
de fazer uma mudança de carreira", disse a Forbes , Andy Teach, autor de
"From Graduation to Corporation: The Practical Guide to Climbing the
Corporate Ladder One Rung at a Time".
O psicólogo
organizacional e autor do livro "The YOU Plan", Michael "Dr. Woody"
Woodward, ressalta que não é preciso jogar fora o seu currículo, sem pensar antes
em que você realmente está procurando.
Então, se você tem certeza de que você está pronto para embarcar em uma
mudança de carreira, você precisa saber:
O que eu quero?
Comece por fazer
uma autoavaliação de seus valores, como você gosta de trabalhar, e que você
seria obrigado a fazer, diz Alexandra Levit, autor de "Blind Spots: The 10
Business Myths You Can’t Afford to Believe on Your New Path to Success".
Woodward concorda
com Levit e diz que fazer uma autoavaliação é importante para identificar e
articular seus valores fundamentais, porque eles agem como sua bússola, particularmente
em tempos de incerteza e mudança. "A maioria das pessoas não conseguem
articular seus valores essenciais e, portanto, tendem a fazer as mesmas
escolhas".
Eu tenho o que é preciso?
Anita Attridge,
coach de executivos da Five O’Clock Club, enfatiza que há dois aspectos importantes
a considerar quando você começar a pensar em uma mudança de carreira. "O
primeiro é entender claramente o que você quer fazer, o segundo é entender o
que o mercado vai permitir que você faça", diz ela.
Segundo ela, é
preciso saber o que é importante para os gerentes de contratação neste novo
campo, e quais as competências e experiência são necessárias. Então, você
precisa descobrir se você tem o que é preciso. Como você faz isso? Mais
autorreflexão e pesquisa.
O que posso oferecer?
Em seguida, é preciso
fazer um balanço de seus bens intrínsecos, diz Woodward. Nós todos temos uma combinação
única de ativos: nossa personalidade, habilidades e experiências. Para fazer
uma mudança de carreira bem sucedida, você precisa organizar e articular os
seus ativos de uma forma que você e os potenciais empregadores possam
facilmente compreender.
Minhas habilidades são transferíveis
para esta nova carreira?
Você pode não ter
experiência direta em sua nova carreira, mas talvez algumas das habilidades que
você aprendeu em sua carreira atual são transferíveis, diz Teach. Por exemplo,
se você já trabalhou no setor bancário com os números, e agora você quer ir para
a contabilidade, parece que essa experiência anterior poderá ser benéfica para
o seu novo empregador.
"Ainda há
muita coisa que você teria que aprender sobre o trabalho, mas já que você está
em uma zona de conforto de trabalho com cifrões, isso deve fazer a transição
mais fácil", acrescenta.
Esta carreira é adequada?
Faça um esforço
para aprender o máximo possível sobre as perspectivas de emprego, o equilíbrio
entre o trabalho e a vida pessoal, as estimativas de salário e as habilidades necessárias.
"Você tem que
fazer sua lição de casa lentamente," ensina Teach. "Fazer uma mudança
de carreira é um evento de mudança de vida e não é uma decisão a ser tomada
superficialmente". Saiba exatamente o que esta nova carreira implica. É
importante ter conhecimento sobre o seu novo campo antes mesmo de começar a
falar com outras pessoas sobre isso.
Em quais empresas que eu gostaria de
trabalhar?
Também pesquisar
empresas específicas em seu novo campo, diz executivo-chefe do site de carreira
para mulheres " What’s For Work?". "Aproveite o tempo para
aprender sobre as empresas e quem são os tomadores de decisão. Quais as
questões ou problemas são mais urgentes para essas empresas? Vocês possuem
habilidades, conhecimento e / ou experiência para oferecer soluções possíveis?".
Quem pode me ajudar?
Depois de ter
reduzido a lista de empresas que você está interessado em trabalhar comece a
fazer networking, orienta Hockett. Pergunte aos seus amigos e familiares se
eles sabem quem trabalha no área ou empresa que você está interessado, e
participe de eventos, feiras, conferências ou locais que você possa conhecer e
se envolver com pessoas de sua área de interesse.
Quais são as perspectivas de longo
prazo para os trabalhos desta nova carreira?
Descobrir o máximo
possível sobre o futuro da profissão. Se a sua nova empresa ou área abrirá
novos postos de trabalho é uma jogada inteligente fazer uma mudança de
carreira, diz Teach. Porém, se as previsões são de que essa indústria vai
encolher, este é um sinal de alerta que você deve considerar.
Será que vou ser mais feliz nesta
carreira?
Não há nenhuma
maneira de saber com certeza se você vai ser mais feliz em outra carreira, mas
você pode fazer um test drive da nova profissão. Talvez isso significa ganhar
um salário em seu trabalho atual ao fazer um estágio de meio período em seu
novo campo, diz Levit. "A única maneira de descobrir se você é apaixonado
por algo é experimentá-lo."
Estou disposto a começar de novo?
Depois de ter
feito sua pesquisa, conversado com as pessoas da área e testado a nova
profissão, pense se você estaria disposto a começar do zero para esta nova
carreira. "Você pode ter 15 anos de experiência na sua profissão atual,
mas se muitas de suas habilidades não são transferíveis, você está disposto a
começar de baixo e sua maneira de trabalhar em sua nova carreira?"
enfatiza Teach
Este é o momento certo para fazer uma
mudança de carreira?
A sua posição
atual é estável? Existem problemas no trabalho que iria acelerar sua partida?
Você precisa de tempo para dominar habilidades adicionais necessárias,
conquistar certificações ou licenças necessárias em sua nova carreira desejada?
Hockett diz que estas são todas as coisas a se considerar antes de fazer o movimento.
Posso me dar ao luxo de fazer essa
mudança?
Se você está
começando de novo, as chances são de que seu salário será menor por um tempo. A
questão é: você pode viver nesta salário mais baixo e por quanto tempo? dizTeach.
Minha família e amigos me apoiam?
Seus amigos e
familiares devem estar de acordo com sua decisão de mudar de profissão.
Estou disposto a voltar para a escola?
Em muitos casos, a
transição para uma nova carreira significa aprender novas habilidades, e a
única maneira de alcançar essas habilidades pode ser voltando para a escola,
lembra Teach. "Isso pode envolver apenas fazer alguns cursos nos finais de
semana, mas de qualquer forma, isso vai levar tempo e dinheiro e você tem que
perguntar a si mesmo se você está disposto a fazer isso ou não.
Quais os obstáculos que eu vou ser
enfrentando?
Teach pede para
você se imaginar em uma entrevista de emprego. "Uma das objeções do
gerente de contratação pode ser porque você não tem muita experiência nesta
nova carreira. Como você vai superar essas objeções? Tenha em mente que alguns
consultores podem estar dispostos a ignorar o fato de que você não ter
experiência específica necessária para o trabalho, especialmente se você foi
bem sucedido em sua carreira anterior e que está dispostos a aprender coisas
novas, por isso suas chances de sucesso pode ser melhor do que você
pensa".
Tenho expectativas realistas?
Mesmo se você
tiver sorte o suficiente para manter seu emprego dos sonhos, não existe
trabalho perfeito, enfatiza Levit. "Todo trabalho tem seus altos e baixos,
e aspectos que amamos que não amamos." Isso é importante para lembrar ao
considerar uma mudança de carreira.
quarta-feira, 21 de novembro de 2012
Oito regras de etiqueta no trabalho
|
Por mais liberal que seja o
seu ambiente na empresa, existem normas de comportamento que não
devem ser quebradas, para não correr o risco de queimar seu filme diante da
equipe e, em casos extremos, levar à demissão. Bater longos papos ao telefone
com a melhor amiga, usar minissaia no calor e beliscar um lanchinho no meio
da tarde. Esses hábitos parecem inofensivos, não? Nem sempre, principalmente
quando o lugar escolhido para colocá-los em prática é o ambiente profissional.
|
Como a maioria de nós passa
grande parte do dia no trabalho, é natural que a informalidade tome conta das
situações e acabe fazendo a gente esquecer que existem algumas regrinhas
básicas das quais pode depender a saúde do nosso emprego. “A função das normas
de etiqueta é espelhar nos funcionários a qualidade dos serviços ou dos
produtos que a empresa oferece. Adequar- se a elas mostra comprometimento com a
companhia em que se trabalha e é determinante para decolar na carreira”,
explica a consultora de comportamento profissional, social e internacional
Maria Aparecida Araújo, da Etiqueta Empresarial (RJ).
1. Respeite a língua
portuguesa
Pode parecer bobagem, por isso
tanta gente deixa o assunto pra lá, mas dominar o português, tanto na oralidade
quanto para escrever emails, cartas e bilhetes, demonstra que você tem um nível
básico de educação e está preparada para transitar e se comunicar em situações
diversas. Ok, no dia-a-dia todo mundo comete deslizes com a língua, porém,
quando o assunto é trabalho, vale a pena dar uma polida no vocabulário, se
policiando para não abusar das gírias, e retomar as lições de ortografia e de
gramática quando surgirem dúvidas. Uma dica é manter em um canto da mesa um
dicionário e um manual de língua portuguesa – verdadeiros guias na hora de
redigir textos.
2. Maneire na lei de Gérson
Tem gente que realmente faz do
escritório sua segunda casa e passa a utilizar toda a infra estrutura do lugar
– impressora, telefone, fax, copiadora – para solucionar pendências da vida
particular. Cuidado: uma vez ou outra, tudo bem. O problema é o exagero. “É
falta de educação e de ética. O ideal é resolver essas coisas fora do trabalho.
Mas, se for algo urgente, o melhor é pedir autorização antes e se oferecer para
reembolsar as despesas no fim do mês”, ensina a consultora de etiqueta Doris
Azevedo (SC). Ela acrescenta que, caso seja a chefe, aí, sim, cabe a você dar o
exemplo.
3. Guarde seus segredos
Não tem jeito. Equipe de
trabalho em pouco tempo acaba virando uma espécie de família e, de repente, a
gente está participando da vida pessoal do colega, dando palpite, pedindo
opinião. Isso faz parte da tentativa de humanizar o ambiente de trabalho, está
certo, porém tudo tem limite. Alugar o colega para contar aquele sonho com o
seu ex-namorado, uma fofoca, uma piada ou revelar detalhes do seu último encontro
amoroso é condenável, a menos que tenha sido questionada a respeito ou seja o
assunto da vez. Esse tipo de atitude faz de você um tipo de personagem – do mal
– no escritório. O melhor é deixar o papo pra hora do almoço ou do café e,
claro, captar se a sua companhia está interessada na conversa.
4. De olho no visual
Cada lugar tem seu próprio
grau de tolerância quanto ao modo como as pessoas se vestem, mas é legal
exercitar o bom senso para não ficar mal na fita com os outros.
“A embalagem que mostramos na
empresa precisa ser coerente com a função que exercemos e nos ajuda a compor a
imagem que esperamos que tenham da gente”, destaca a jornalista Inês de Castro,
autora do livro A moda no trabalho (Ed. Panda Books). As regras
costumam ser mais rígidas em grandes companhias e para quem visita clientes com
frequência, porém algumas são universais, como evitar decotes, minissaias e
vestidos curtos, transparências, barriga de fora, trajes justos. Perfume também
é questão de etiqueta, não exagere!
5. Lugar de comida é no
refeitório
Quem é que nunca teve um dia
daqueles em que é impossível parar para almoçar de tanta coisa pra fazer?
Nessas situações, o jeito é pedir um sanduíche com suco e comer ali mesmo, na
frente do computador, entre a leitura de um e-mail e outro, certo? Errado.
Afinal, além de pouco saudável, o hábito não pega bem. Imagine se o chefe passa
bem naquela hora e pega você de boca cheia, espanando as migalhas da roupa? Por
mais corrido que esteja o dia, deixar o seu posto por uns minutinhos para ir ao
refeitório ou até mesmo sair para um lanche rápido certamente não vai fazer
você perder o dia nem o cliente. Isso também serve para aquele café com
biscoito no meio da tarde.
6. Não deixe o celular falando
sozinho
Num tempo em que telefone
celular virou praticamente uma extensão do nosso corpo (e estão cada vez
menores), não existe desculpa para desgrudar dele – pelo menos durante o
horário de serviço. Assim vai evitar que ele atrapalhe os colegas no caso de
tocar quando você não estiver por perto. “Se tiverem uma daquelas músicas fofas
ou toques altos, pior ainda. Uma alternativa para não precisar carregar o
aparelho para todo lado é mantê-lo sempre no modo silencioso”, sugere Doris Azevedo.
E para quem acaba tendo que aturar o telefone que toca sem o dono por perto,
deixe tocar. Celular é artigo pessoal e intransferível. Por mais incômodo que
seja de vez em quando, não convém atendê-lo em nome de outra pessoa.
7. Obedeça os horários
Antes de aceitar a oferta do
seu emprego atual com certeza você foi informada do horário que teria que
cumprir, assim como dos benefícios a que teria direito e do salário que iria
receber, não é? Pois então, respeitar hora de entrada e de saída não é nada mais
do que um dever seu. Cada organização tem sua dose de rigor quanto à
pontualidade, o importante mesmo é cumprir a carga horária estabelecida. O que
não quer dizer que não vai sobrar tempo para ir ao dentista, à manicure ou àquele
curso de especialização. É possível, sim, negociar horários alternativos em
função de eventualidades e, desde que a mudança seja comunicada com
antecedência e submetida à aprovação de um superior, está liberada.
8. Rede do bem
Nem todo mundo aprendeu a usar
o e-mail com bom senso. O primeiro passo é abrir uma conta pessoal e outra para
assuntos da empresa. Não fica nada bem receber mensagens indesejadas na sua
caixa profissional. Aliás, piadas, correntes e simpatias ficam proibidas de ser
repassadas para endereços profissionais, a menos que a pessoa peça.
No livro Net.com.classe (Ed. Melhoramentos), a consultora de etiqueta
Claudia Matarazzo diz que deixar de responder correspondências é falta de
educação. O retorno deve ser dado em, no máximo, 48 horas.
Por Márcia Di Domenico
Fonte: http://www.rhconnect.com.br/portal/oito-regras-etiqueta-trabalho
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