segunda-feira, 26 de novembro de 2012

"ATITUDE" - Paulo Roberto Gaefke

Sinto dizer que sem esforço nada vai acontecer!

Não adianta reza forte, nem macumba com 20 velas.

Se você não se decidir pelo primeiro passo,

se você não sair desse quarto,

nem os anjos e nem Jesus poderão te ajudar,

se você não se ajudar!


Quer emagrecer?
Caminhe todos os dias,
pare de dizer que não tem dinheiro para a academia.
A rua é livre, de graça e está te esperando, seja noite, seja dia.


Quer um novo emprego?
Estude algo novo, aprenda um pouco mais do seu ofício, faça a diferença
e as empresas vão correr atrás de você!


Quer um novo amor?
Saia para lugares diferentes assista a um bom filme,
leia um bom livro, abra a cabeça, mude os pensamentos,
e o amor vai te encontrar no metrô, no ônibus, na calçada,
e em qualquer lugar, pois você será de se admirar.
Pessoa que encanta só de olhar...


Quer esquecer alguém que te magoou?
Enterre as lembranças e o infeliz!
Valorize-se criatura!
Se você se valoriza, sabe quanto vale,
sabendo quanto vale não se troca por qualquer coisa.
Se alguém te deixou é porque não sabe o seu valor.
Logo, enterre a criatura no lago dos esquecidos.
E rumo ao novo que o novo é sempre mais gostoso...


Quer deixar de dever?
Pare de comprar.
Não faça dívida para pagar dívidas!
Nunca! Jamais!
Faça poupança e pede para o povo esperar.
Devo?, não nego, pago quando puder.
Assim, a cabeça fica livre e você vai trabalhar.
Em breve, não terá mais nada para pagar...


Quer esquecer uma mágoa?
Limpe o seu coração, esvazie-se...
Quem tem equilíbrio não guarda mágoas.
Só as pessoas com problemas emocionais é que se ressentem.
Ficam guardando uma dor, alimentando como se fosse de estimação.
Busque o equilíbrio emocional. Doe-se, ame mais e tudo passa.


Quer viver bem?
Ame-se!
Felicidade é gratuita, não custa nada.
É fazer tudo com alegria, nos mínimos detalhes.


Pergunte-se e se achar resposta que te satisfaça, comece tudo de novo:

- Pra que 2 celulares (1 pra cada orelha?)?
- Pra que 3 computadores, se não tem uma empresa?
- 4 carros?
- 6 quartos se é você e mais 1 ou 2?
- 40 pares de sapato, se tem apenas 2 pés?


A vida pede muito pouco e nós precisamos de menos ainda.

Acorde enquanto é tempo e comece a mudança,

antes que o tempo venha e apite o final do seu jogo!

Espero que você pelo menos tenha vencido a partida.


Seja feliz!

Fonte: http://www.grupolet.com/noticias_20120710_Atitude.asp

Oito dicas para acabar com o mau humor da segunda-feira

Encarar a segunda-feira desanima, ela é o dia útil mais distante do final de semana e está diretamente relacionada a preocupações com o trabalho, compromissos com horário e cansaço. Mas a má fama do primeiro dia útil da semana está com os dias contados no que depender da Ciência.

Pesquisadores da Stony Brook University, nos Estados Unidos, descobriram que as terças, quartas e quintas podem tão entediantes quanto a segunda-feira após fazer uma enquete com 340 mil pessoas e descobrir que o humor delas só se altera (para melhor) nas sextas-feiras.

Se é assim, então, o que está por trás da má vontade? "Concentrara atividades de lazer em poucos dias torna os restantes sem graça, marcados por aborrecimentos, o ideal é dar um jeito de adotar hábitos que deixam a segunda-feira mais agradável", afirma o psicólogo Odair Comin. Siga essas dicas dele e de outros especialistas para fazer esse dia mais feliz:

Comer seu prato favorito

Nada como fazer aquela refeição que você adora na segunda-feira. Segundo o psicólogo Odair Comin, de São Paulo, essa é uma mudança simples que certamente melhora nosso humor. "Escolher seu prato favorito é mostrar para a sua mente que você está cuidando do seu bem-estar", diz o especialista. "Praticar ações que lhe fazem bem retiram o espaço que a dor ou o mau humor teriam em seu dia."

Marcar para sair com os amigos

Muitas vezes um fim de semana não basta para ver todos os amigos. Então que tal marcar um programa em plena segunda? "A convivência com os amigos é essencial para conversar e colocar as ideias no lugar", diz a psicóloga Luciana Kotaka, especialista do Minha Vida.

Praticar exercícios

"Fazer exercícios pode melhorar a autoestima, combater a indisposição e até mesmo melhorar a memória", diz o educador físico e fisiologista do exercício Gustavo Lopes, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Além disso, a atividade física libera os hormônios endorfina e serotonina, responsáveis por diminuir o estresse, deixando você mais relaxado, disposto e feliz. Experimente fazer uma caminhada ou se inscrever em um curso de dança para descontrair a sua segunda-feira.

Assistir a um filme

Os cinemas ficam lotados aos sábados e domingos, principalmente nas sessões noturnas. Mas dá para chegar de última hora para assistir a uma estreia na segunda-feira, mesmo nos shoppings mais concorridos. Além do conforto para escolher a sala ou a vaga para estacionar, você quebra a rotina de uma maneira simples e que dispensa planejamento, já que escolher um filme e comprara pipoca não dá o mínimo trabalho.

Fazer meditação

A meditação melhora o seu humor todos os dias, incluindo a segunda-feira. “É uma forma de se conectar consigo mesmo e mentalizar bons acontecimentos para o dia que está começando", diz o psicólogo Odair. Acorde uns vinte minutos mais cedo e dedique esse intervalo para pensar como seriam as próximas horas se tudo ocorresse de acordo conforme os seus planos, sua disposição em agir para que os resultados positivos apareçam vai favorecê-los.

Fazer compras

No final de semana, as compras tomam o tempo que você poderia ocupar na companhia de pessoas querias ou mesmo descansando, sem contar as filas nos shoppings e supermercados. Deixar a tarefa para o início da semana, quando tudo está mais tranquilo, ajuda você a fazer escolhas mais cuidadosas, negociar com mais calma algum desconto e se distrair sem precisar enfrentar grandes tumultos.

Colocar a leitura em dia

Deixar os relatórios ou estudos de lado por alguns instantes e se dedicar a uma leitura prazerosa, seja se um livro ou uma revista, é um pequeno prazer durante o dia. "Esse descanso para mente ajuda você a começar a semana de maneira mais relaxada, sem o peso de uma leitura trabalhosa", diz Luciana Kotaka.

Adiantar o happy hour

Se você é do tipo que não vê a hora de chegar sexta feira para sair com os amigos do trabalho, experimente adiantar o happy hour uma vez ou outra. Dá para colocar em dia as novidades do final de semana, esperar o trânsito diminuir e voltar para a casa com a sensação de que a segunda-feira ficou para trás há muito tempo. O único cuidado especial é com o excesso de bebida alcoólica, porque o exagero pode prejudicar seu rendimento com uma terrível ressaca.


domingo, 25 de novembro de 2012

Para ser visto (e ouvido)


Fazer com que o chefe concorde com um pedido pode ser uma das tarefas mais árduas dos profissionais. 

No entanto, muitos funcionários têm dificuldades já na etapa anterior. Algumas pessoas não conseguem nem mesmo fazer com que eles as ouçam, que diria, então, avaliar com profundidade uma solicitação. 

Pensando nisso, Pablo Aversa, especialista em carreiras e sócio-fundador da Alliance Coaching, destaca os dez pontos mais importantes a ser considerados por quem deseja que seu gerente, diretor ou a alta administração da empresa preste atenção às suas demandas e necessidades:

> Assegure-se de que o tema faz sentido para ele.

Geralmente, os funcionários pensam que tudo gira ao redor deles. Não é bem assim. Quando você quer que alguém preste atenção, precisa apresentar o assunto destacando o que há de importante para o ouvinte. Suas ideias e feedbacks podem ser sensacionais, mas, se não forem uma prioridade para a “autoridade” envolvida, não serão escutadas – e muito menos executadas. 

Você precisa entender que gestores têm uma longa lista de prioridades, e outra maior ainda de responsabilidades. De certa forma, todo o resto acaba caindo num buraco negro.


> Não enrole.

A maior parte dos gerentes e executivos de nível sênior não está interessada em nuances e, cá entre nós, hoje em dia ninguém tem tempo para prestar atenção nisso. 

Portanto, seja direto. 

Entre, diga-lhes o que pensa, o que deveriam fazer de forma diferente (ou melhor), responda a qualquer dúvida levantada e saia. Ponto final.


> Considere o timing.

Funcionários geralmente agem como se tudo fosse um caso de vida ou morte. Às vezes, as empresas têm coisas importantes em andamento, como questões financeiras, uma fusão ou aquisição, um lançamento estratégico de um novo produto ou serviço etc. 

Seu chefe ou a alta administração pode estar distraída e não deve ser incomodada. 

Se você achar que essa é a situação, aborde-o num melhor momento. Talvez você não tenha uma segunda chance, portanto, estude a melhor ocasião.


> Fique longe da politicagem.

É uma desagradável realidade, que a maioria dos executivos não admite para seus funcionários, e alguns nem para si mesmos: nos negócios, tanto nas grandes quanto nas pequenas empresas, a politicagem pode ser um grande problema. 

O que quer que você faça, não procure culpados. Ao discutir um problema, tente dar o melhor de si, mas não provoque incêndios na casa dos outros.


> Não intimide nem seja difícil.

Talvez você não acredite, mas tem um monte de funcionários bem mais intimidantes e difíceis de lidar do que os seus chefes. Se deseja que prestem atenção em você, não se irrite, não carregue nas emoções, não seja desagradável e inflexível. 

Organize seus pensamentos, tente relaxar e seja você mesmo. E, a propósito, expressar senso de humor e humildade não faz mal a ninguém.


> Não perca o seu tempo com um chefe incompetente.

Muitas vezes, os chefes simplesmente não são competentes o suficiente para compreender o quão importante é dedicar tempo para escutar o ponto de vista de um funcionário e compartilhar a visão dele com seus subordinados. 

Conceitos tais como comunicação, engajamento e motivação não têm apelo nessas pessoas, que possivelmente alcançaram seus cargos por meio do Princípio de Peter*. 

Se esse é o tipo de chefe para o qual você trabalha, não desperdice o seu fôlego.


> Procure pensar grande.

O que pode parecer óbvio ou importante para você pode não ser uma boa ideia um ou dois escalões acima. Quanto mais alto você for, mais importante é pensar grande. 

Assim, seja direto e talvez obtenha uma resposta sem rodeios. É totalmente possível que suas ideias ou preocupações sejam ingênuas ou sem sentido. Se esse for o caso, seu chefe pode achar que é mais fácil e simples sair pela tangente polidamente, dizendo 

“Ok, excelente… obrigado pela dedicação” e aguardar que você saia. Não desanime. Acontece.


> Assegure-se de que está falando com a pessoa certa.

Muitas vezes, os funcionários reclamam para a pessoa errada. Acontece o tempo todo, e o muro das lamentações agradece. Antes de despejar sobre seu chefe – ou aleatoriamente sobre outro gerente, só porque há uma palavra-chave no título do cargo -, se assegure de que podem fazer algo sobre o que incomoda você. 

E lembre-se: a maior parte das descrições de cargos gerenciais não inclui “ouvir o João”. Logo, não aja como se fosse um direito natural seu, ou pode acabar piorando as coisas para você mesmo.


> Se todo o time é disfuncional, esqueça e parta para outra.

É importante que você compreenda que a cultura corporativa é estabelecida de cima para baixo, e, quando o time executivo opera de forma disfuncional, provoca curtos-circuitos ao longo da organização. 

Se for esse o fato, será melhor investir em seu networking para encontrar um lugar melhor para trabalhar, em vez de desperdiçar tempo tentando aprimorar o que não pode ser aprimorado.


> Mas é possível que, talvez, ele esteja prestando atenção.

Seu chefe pode ter enviado sua ideia ou feedback para o topo da pirâmide e, por qualquer que seja a razão, ela não repercutiu de forma adequada na alta administração. 

Talvez, ultimamente, ele não tenha circulado próximo a você para lhe contar isso, ou não queira admitir a derrota (pois é um duro golpe para o ego dele), ou ainda pode ser que ele pense que esse insucesso acabe lhe desmotivando. As hipóteses são variadas. 

Empresas têm regras que levam tempo para ser compreendidas. Tente ser paciente com a dinâmica corporativa.


*Criado por Laurence J. Peter, esse princípio diz que todo funcionário tende a ser promovido até o seu nível de incompetência.

As cinco características de um funcionário exemplar


Para ser um bom funcionário é preciso ser confiável, seguro, proativo, diligente, um grande líder e um ótimo discípulo, diz Jeff Haden, colunista da revista Inc. 

Mas para ser um empregado realmente indispensável, segundo ele, é preciso um pouco mais. Em seu blog, Haden enumera as características que um empregado exemplar deve ter. 

O curioso é que poucas das qualidades citadas podem ser desenvolvidas no dia a dia profissional. As principais são relacionadas diretamente à personalidade dos funcionários e às suas experiências pessoais. 

Veja a lista abaixo:

1. Eles ignoram as limitações das funções de trabalho

Segundo Haden, quanto menor uma empresa, mais importante é que os funcionários consigam pensar e lidar com os problemas sozinhos. Para isso, eles precisam se adaptar rapidamente a mudanças e fazer o que for preciso – independentemente de sua função ou de seu cargo – para alcançar novos objetivos. 

O colunista explica que, quando algo está em risco no trabalho – uma empresa está perdendo um de seus clientes mais importantes, por exemplo – os melhores funcionários sabem que existe um problema e fazem de tudo para tentar resolvê-lo. Mesmo que isso não faça parte de seu trabalho.


2. Eles costumam ser excêntricos 

Algumas características peculiares podem vir junto com o pacote “funcionário excelente”, segundo o colunista da Inc. Ele defende que pessoas que não têm medo de serem diferentes expandem naturalmente os próprios limites da sociedade para desafiar o “status quo” e são as que têm as melhores ideias. 

Ele destaca ainda que uma personalidade diferente ajuda a tornar o ambiente de trabalho mais descontraído e pode transformar um time sem graça em uma equipe animada e extrovertida.


3. Eles fazem elogios em público e reclamações em particular 

Para Haden, um ótimo funcionário deve saber a hora e o momento para elogiar e para fazer uma reclamação a um colega ou a alguém submisso a ele na empresa. Elogios em público são sempre bem-vindos, diz o escritor. Já na hora de criticar, é preciso ter bom senso. 

Ele defende que os melhores funcionários aparecem para discutir um assunto polêmico antes ou depois de uma reunião – já que se aquele assunto for levantado durante um encontro em grupo ele pode desencadear uma tempestade na equipe.


4. Eles falam quando os outros se calam 

Para exemplificar essa característica, Haden conta o caso de um de seus antigos empregados que uma vez lhe questionou sobre boatos de demissões que rondavam a empresa onde os dois trabalhavam. O colunista diz que perguntou ao funcionário: “Por quê? Você já sabe o que está acontecendo?”, ao que o funcionário respondeu: “Eu sei, mas muitas outras pessoas não sabem e têm medo de perguntar. Eu pensei que talvez fosse melhor elas ouvirem uma resposta diretamente de vocês”. 

Haden define, assim, a quarta qualidade dos melhores funcionários: eles se preocupam com o que preocupa os outros e se levantam para fazer perguntas quando os outros hesitam.


5. Eles gostam de provar que os outros estão errados 

A auto-motivação de um funcionário, muitas vezes, nasce de um desejo de mostrar às pessoas que elas estão erradas sobre ele. “O garoto sem diploma universitário ou a mulher que ouviu que nunca conseguiria liderar uma equipe possuem uma vontade ardente de mostrar aos outros que são capazes de superar críticas e dificuldades”. 

Educação, inteligência, talento e habilidade são características importantes para um bom funcionário. Mas é o foco, a motivação, que o torna um excelente funcionário. Segundo Haden, esses empregados são movidos por algo mais profundo e mais pessoal do que apenas o desejo de fazer um bom trabalho.


Matéria da Folha Dirigida.

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

O importante é não desistir


Ele foi reprovado em todas as matérias na sétima série. Foi reprovado em física no científico, com nota zero. Sparky também foi reprovado em latim, em álgebra e em inglês.

Nos esportes, ele não foi nada melhor. Conseguiu entrar para o time de golfe da escola, mas perdeu o único jogo importante da temporada.

Quando promoveram um jogo de consolação, ele também perdeu.

Durante todo o tempo na escola, Sparky teve problemas com sociabilidade. Os outros alunos nem chegavam a não gostar dele, porque ninguém lhe dava importância suficiente para isso.

Se algum colega lhe cumprimentasse, fora do horário de aula, era uma surpresa para Sparky. É como se ele não existisse.

Não se sabe como foi sua vida sentimental, mas ele nunca convidou uma garota para sair, durante todo seu tempo na escola. Tinha medo de ser rejeitado.

Ele era um perdedor. Todo mundo sabia disso. Até ele mesmo. Mas havia uma coisa muito importante para ele: desenhar. Seus desenhos eram seu orgulho.

Certo é que ninguém, além dele mesmo, gostava dos desenhos. No último ano do científico, ele ofereceu alguns quadrinhos para os organizadores do livro de formatura. Os quadrinhos foram rejeitados.

Mas Sparky estava convencido de seu talento e resolveu se tornar um artista profissional.

Escreveu uma carta para os estúdios Walt Disney. Pediram que mandasse umas amostras do seu trabalho e sugeriram um tema para ele desenvolver. Ele desenhou os quadrinhos propostos. Trabalhou durante largo tempo.

Esmerou-se tanto que acrescentou uma série de outros quadrinhos, além dos solicitados.

Finalmente, quando recebeu a resposta dos estúdios Disney, descobriu que fora rejeitado.

Mais uma derrota para o perdedor.

Ele decidiu, então, escrever sua própria biografia em quadrinhos. Descreveu a si mesmo quando criança – um garoto perdedor e que nunca conseguia se sobressair.

Logo, o personagem de quadrinhos se tornaria famoso no mundo todo. Isto porque Sparky, o garoto para quem tudo dava errado, cujo trabalho fora rejeitado vezes sem conta, era Charlie Schulz.

Isso mesmo: o criador da tira Peanuts, do cachorro Snoopy e do pequeno personagem Charlie Brown. Um garotinho cuja pipa nunca voava e que nunca conseguia chutar uma bola de futebol.

Uma tira que encantou e continua encantando gerações.

Sparky perseguiu seu sonho e não se deixou intimidar pelas opiniões dos outros. Foi assim que ele se transformou num vencedor.

***

Cuida-te para que o pessimismo não se agasalhe nos teus sentimentos, anestesiando-te a vontade.

Reveste-te de bom ânimo e prossegue, imperturbável.

O teu estado de ânimo contribui para o resultado das tuas aspirações e dos teus atos.

Em todos os teus empreendimentos coloca o sol da esperança com o calor do otimismo e o êxito te será inevitável.

Fonte: http://www.mensagensvirtuais.xpg.com.br/Reflexao/O-importante-e-nao-desistir

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Como e quando começar a pensar em uma mudança de carreira?


Se você está entediado ou se o seu trabalho não faz mais nada por você, pode ser um sinal de que você está pronto para uma mudança. No entanto, antes de fazer qualquer grande movimento é preciso saber se é do trabalho ou de sua carreira que você não gosta.
"Se você já teve mais de um trabalho em sua área e é muito claro para você que não importa onde você vá as coisas não serão melhores, porque você não gosta do tipo de trabalho que você faz, então é hora de fazer uma mudança de carreira", disse a Forbes , Andy Teach, autor de "From Graduation to Corporation: The Practical Guide to Climbing the Corporate Ladder One Rung at a Time".
O psicólogo organizacional e autor do livro "The YOU Plan", Michael "Dr. Woody" Woodward, ressalta que não é preciso jogar fora o seu currículo, sem pensar antes em que você realmente está procurando.

Então, se você tem certeza de que você está pronto para embarcar em uma mudança de carreira, você precisa saber:

O que eu quero?

Comece por fazer uma autoavaliação de seus valores, como você gosta de trabalhar, e que você seria obrigado a fazer, diz Alexandra Levit, autor de "Blind Spots: The 10 Business Myths You Can’t Afford to Believe on Your New Path to Success".
Woodward concorda com Levit e diz que fazer uma autoavaliação é importante para identificar e articular seus valores fundamentais, porque eles agem como sua bússola, particularmente em tempos de incerteza e mudança. "A maioria das pessoas não conseguem articular seus valores essenciais e, portanto, tendem a fazer as mesmas escolhas".

Eu tenho o que é preciso?

Anita Attridge, coach de executivos da Five O’Clock Club, enfatiza que há dois aspectos importantes a considerar quando você começar a pensar em uma mudança de carreira. "O primeiro é entender claramente o que você quer fazer, o segundo é entender o que o mercado vai permitir que você faça", diz ela.
Segundo ela, é preciso saber o que é importante para os gerentes de contratação neste novo campo, e quais as competências e experiência são necessárias. Então, você precisa descobrir se você tem o que é preciso. Como você faz isso? Mais autorreflexão e pesquisa.

O que posso oferecer?

Em seguida, é preciso fazer um balanço de seus bens intrínsecos, diz Woodward. Nós todos temos uma combinação única de ativos: nossa personalidade, habilidades e experiências. Para fazer uma mudança de carreira bem sucedida, você precisa organizar e articular os seus ativos de uma forma que você e os potenciais empregadores possam facilmente compreender.

Minhas habilidades são transferíveis para esta nova carreira?

Você pode não ter experiência direta em sua nova carreira, mas talvez algumas das habilidades que você aprendeu em sua carreira atual são transferíveis, diz Teach. Por exemplo, se você já trabalhou no setor bancário com os números, e agora você quer ir para a contabilidade, parece que essa experiência anterior poderá ser benéfica para o seu novo empregador.
"Ainda há muita coisa que você teria que aprender sobre o trabalho, mas já que você está em uma zona de conforto de trabalho com cifrões, isso deve fazer a transição mais fácil", acrescenta.

Esta carreira é adequada?

Faça um esforço para aprender o máximo possível sobre as perspectivas de emprego, o equilíbrio entre o trabalho e a vida pessoal, as estimativas de salário e as habilidades necessárias.
"Você tem que fazer sua lição de casa lentamente," ensina Teach. "Fazer uma mudança de carreira é um evento de mudança de vida e não é uma decisão a ser tomada superficialmente". Saiba exatamente o que esta nova carreira implica. É importante ter conhecimento sobre o seu novo campo antes mesmo de começar a falar com outras pessoas sobre isso.

Em quais empresas que eu gostaria de trabalhar?

Também pesquisar empresas específicas em seu novo campo, diz executivo-chefe do site de carreira para mulheres " What’s For Work?". "Aproveite o tempo para aprender sobre as empresas e quem são os tomadores de decisão. Quais as questões ou problemas são mais urgentes para essas empresas? Vocês possuem habilidades, conhecimento e / ou experiência para oferecer soluções possíveis?".

Quem pode me ajudar?

Depois de ter reduzido a lista de empresas que você está interessado em trabalhar comece a fazer networking, orienta Hockett. Pergunte aos seus amigos e familiares se eles sabem quem trabalha no área ou empresa que você está interessado, e participe de eventos, feiras, conferências ou locais que você possa conhecer e se envolver com pessoas de sua área de interesse.

Quais são as perspectivas de longo prazo para os trabalhos desta nova carreira?

Descobrir o máximo possível sobre o futuro da profissão. Se a sua nova empresa ou área abrirá novos postos de trabalho é uma jogada inteligente fazer uma mudança de carreira, diz Teach. Porém, se as previsões são de que essa indústria vai encolher, este é um sinal de alerta que você deve considerar.

Será que vou ser mais feliz nesta carreira?

Não há nenhuma maneira de saber com certeza se você vai ser mais feliz em outra carreira, mas você pode fazer um test drive da nova profissão. Talvez isso significa ganhar um salário em seu trabalho atual ao fazer um estágio de meio período em seu novo campo, diz Levit. "A única maneira de descobrir se você é apaixonado por algo é experimentá-lo."

Estou disposto a começar de novo?

Depois de ter feito sua pesquisa, conversado com as pessoas da área e testado a nova profissão, pense se você estaria disposto a começar do zero para esta nova carreira. "Você pode ter 15 anos de experiência na sua profissão atual, mas se muitas de suas habilidades não são transferíveis, você está disposto a começar de baixo e sua maneira de trabalhar em sua nova carreira?" enfatiza Teach

Este é o momento certo para fazer uma mudança de carreira?

A sua posição atual é estável? Existem problemas no trabalho que iria acelerar sua partida? Você precisa de tempo para dominar habilidades adicionais necessárias, conquistar certificações ou licenças necessárias em sua nova carreira desejada? Hockett diz que estas são todas as coisas a se considerar antes de fazer o movimento.

Posso me dar ao luxo de fazer essa mudança?

Se você está começando de novo, as chances são de que seu salário será menor por um tempo. A questão é: você pode viver nesta salário mais baixo e por quanto tempo? dizTeach.

Minha família e amigos me apoiam?

Seus amigos e familiares devem estar de acordo com sua decisão de mudar de profissão.

Estou disposto a voltar para a escola?

Em muitos casos, a transição para uma nova carreira significa aprender novas habilidades, e a única maneira de alcançar essas habilidades pode ser voltando para a escola, lembra Teach. "Isso pode envolver apenas fazer alguns cursos nos finais de semana, mas de qualquer forma, isso vai levar tempo e dinheiro e você tem que perguntar a si mesmo se você está disposto a fazer isso ou não.

Quais os obstáculos que eu vou ser enfrentando?

Teach pede para você se imaginar em uma entrevista de emprego. "Uma das objeções do gerente de contratação pode ser porque você não tem muita experiência nesta nova carreira. Como você vai superar essas objeções? Tenha em mente que alguns consultores podem estar dispostos a ignorar o fato de que você não ter experiência específica necessária para o trabalho, especialmente se você foi bem sucedido em sua carreira anterior e que está dispostos a aprender coisas novas, por isso suas chances de sucesso pode ser melhor do que você pensa".

Tenho expectativas realistas?

Mesmo se você tiver sorte o suficiente para manter seu emprego dos sonhos, não existe trabalho perfeito, enfatiza Levit. "Todo trabalho tem seus altos e baixos, e aspectos que amamos que não amamos." Isso é importante para lembrar ao considerar uma mudança de carreira.

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Oito regras de etiqueta no trabalho

Por mais liberal que seja o seu ambiente na empresa, existem normas de comportamento que não devem ser quebradas, para não correr o risco de queimar seu filme diante da equipe e, em casos extremos, levar à demissão. Bater longos papos ao telefone com a melhor amiga, usar minissaia no calor e beliscar um lanchinho no meio da tarde. Esses hábitos parecem inofensivos, não? Nem sempre, principalmente quando o lugar escolhido para colocá-los em prática é o ambiente profissional.

Como a maioria de nós passa grande parte do dia no trabalho, é natural que a informalidade tome conta das situações e acabe fazendo a gente esquecer que existem algumas regrinhas básicas das quais pode depender a saúde do nosso emprego. “A função das normas de etiqueta é espelhar nos funcionários a qualidade dos serviços ou dos produtos que a empresa oferece. Adequar- se a elas mostra comprometimento com a companhia em que se trabalha e é determinante para decolar na carreira”, explica a consultora de comportamento profissional, social e internacional Maria Aparecida Araújo, da Etiqueta Empresarial (RJ).

1. Respeite a língua portuguesa
Pode parecer bobagem, por isso tanta gente deixa o assunto pra lá, mas dominar o português, tanto na oralidade quanto para escrever emails, cartas e bilhetes, demonstra que você tem um nível básico de educação e está preparada para transitar e se comunicar em situações diversas. Ok, no dia-a-dia todo mundo comete deslizes com a língua, porém, quando o assunto é trabalho, vale a pena dar uma polida no vocabulário, se policiando para não abusar das gírias, e retomar as lições de ortografia e de gramática quando surgirem dúvidas. Uma dica é manter em um canto da mesa um dicionário e um manual de língua portuguesa – verdadeiros guias na hora de redigir textos.

2. Maneire na lei de Gérson
Tem gente que realmente faz do escritório sua segunda casa e passa a utilizar toda a infra estrutura do lugar – impressora, telefone, fax, copiadora – para solucionar pendências da vida particular. Cuidado: uma vez ou outra, tudo bem. O problema é o exagero. “É falta de educação e de ética. O ideal é resolver essas coisas fora do trabalho. Mas, se for algo urgente, o melhor é pedir autorização antes e se oferecer para reembolsar as despesas no fim do mês”, ensina a consultora de etiqueta Doris Azevedo (SC). Ela acrescenta que, caso seja a chefe, aí, sim, cabe a você dar o exemplo.

3. Guarde seus segredos
Não tem jeito. Equipe de trabalho em pouco tempo acaba virando uma espécie de família e, de repente, a gente está participando da vida pessoal do colega, dando palpite, pedindo opinião. Isso faz parte da tentativa de humanizar o ambiente de trabalho, está certo, porém tudo tem limite. Alugar o colega para contar aquele sonho com o seu ex-namorado, uma fofoca, uma piada ou revelar detalhes do seu último encontro amoroso é condenável, a menos que tenha sido questionada a respeito ou seja o assunto da vez. Esse tipo de atitude faz de você um tipo de personagem – do mal – no escritório. O melhor é deixar o papo pra hora do almoço ou do café e, claro, captar se a sua companhia está interessada na conversa.

4. De olho no visual
Cada lugar tem seu próprio grau de tolerância quanto ao modo como as pessoas se vestem, mas é legal exercitar o bom senso para não ficar mal na fita com os outros.
“A embalagem que mostramos na empresa precisa ser coerente com a função que exercemos e nos ajuda a compor a imagem que esperamos que tenham da gente”, destaca a jornalista Inês de Castro, autora do livro A moda no trabalho (Ed. Panda Books). As regras costumam ser mais rígidas em grandes companhias e para quem visita clientes com frequência, porém algumas são universais, como evitar decotes, minissaias e vestidos curtos, transparências, barriga de fora, trajes justos. Perfume também é questão de etiqueta, não exagere!

5. Lugar de comida é no refeitório
Quem é que nunca teve um dia daqueles em que é impossível parar para almoçar de tanta coisa pra fazer? Nessas situações, o jeito é pedir um sanduíche com suco e comer ali mesmo, na frente do computador, entre a leitura de um e-mail e outro, certo? Errado. Afinal, além de pouco saudável, o hábito não pega bem. Imagine se o chefe passa bem naquela hora e pega você de boca cheia, espanando as migalhas da roupa? Por mais corrido que esteja o dia, deixar o seu posto por uns minutinhos para ir ao refeitório ou até mesmo sair para um lanche rápido certamente não vai fazer você perder o dia nem o cliente. Isso também serve para aquele café com biscoito no meio da tarde.

6. Não deixe o celular falando sozinho
Num tempo em que telefone celular virou praticamente uma extensão do nosso corpo (e estão cada vez menores), não existe desculpa para desgrudar dele – pelo menos durante o horário de serviço. Assim vai evitar que ele atrapalhe os colegas no caso de tocar quando você não estiver por perto. “Se tiverem uma daquelas músicas fofas ou toques altos, pior ainda. Uma alternativa para não precisar carregar o aparelho para todo lado é mantê-lo sempre no modo silencioso”, sugere Doris Azevedo. E para quem acaba tendo que aturar o telefone que toca sem o dono por perto, deixe tocar. Celular é artigo pessoal e intransferível. Por mais incômodo que seja de vez em quando, não convém atendê-lo em nome de outra pessoa.

7. Obedeça os horários
Antes de aceitar a oferta do seu emprego atual com certeza você foi informada do horário que teria que cumprir, assim como dos benefícios a que teria direito e do salário que iria receber, não é? Pois então, respeitar hora de entrada e de saída não é nada mais do que um dever seu. Cada organização tem sua dose de rigor quanto à pontualidade, o importante mesmo é cumprir a carga horária estabelecida. O que não quer dizer que não vai sobrar tempo para ir ao dentista, à manicure ou àquele curso de especialização. É possível, sim, negociar horários alternativos em função de eventualidades e, desde que a mudança seja comunicada com antecedência e submetida à aprovação de um superior, está liberada.

8. Rede do bem
Nem todo mundo aprendeu a usar o e-mail com bom senso. O primeiro passo é abrir uma conta pessoal e outra para assuntos da empresa. Não fica nada bem receber mensagens indesejadas na sua caixa profissional. Aliás, piadas, correntes e simpatias ficam proibidas de ser repassadas para endereços profissionais, a menos que a pessoa peça. No livro Net.com.classe (Ed. Melhoramentos), a consultora de etiqueta Claudia Matarazzo diz que deixar de responder correspondências é falta de educação. O retorno deve ser dado em, no máximo, 48 horas.

Por Márcia Di Domenico

Fonte: http://www.rhconnect.com.br/portal/oito-regras-etiqueta-trabalho