sexta-feira, 18 de março de 2016

Lição do Abacaxi

Não é um texto novo, mas sintetiza a performance esperada dos profissionais  nos tempos atuais.

Paulo trabalhava em uma empresa há dois anos. 

Sempre foi um funcionário sério, dedicado e cumpridor de suas obrigações. Nunca chegava atrasado. Por isso mesmo já estava há dois anos na empresa, sem ter recebido uma única reclamação.

Certo dia, ele foi até o diretor para fazer uma reclamação:

- Sr. Gustavo, tenho trabalhado durante estes dois anos em sua empresa com toda a dedicação, só que me sinto um tanto injustiçado. Fiquei sabendo que o Fernando, que tem o mesmo cargo que eu e está na empresa há somente seis meses já será promovido ?!?


Gustavo, fingindo não ouvi-lo disse:

- Foi bom você vir aqui. Tenho um problema para resolver e você poderá me ajudar. Estou querendo dar frutas como sobremesa ao nosso pessoal após o almoço de hoje. Aqui na esquina tem uma barraca de frutas. Por favor, vá até lá e verifique se eles têm abacaxi.

Paulo, sem entender direito, saiu da sala e foi cumprir a missão. Em cinco minutos estava de volta.

E aí Paulo? - Perguntou Gustavo.

- Verifiquei como o senhor pediu e eles tem abacaxi sim...

- E quanto está custando cada?

- Ah, Isso eu não perguntei não...

- Eles têm abacaxi suficiente para atender a todo nosso pessoal? - Quis saber Gustavo.

- Também não perguntei isso não...

- Há alguma fruta que possa substituir o abacaxi?

- Não sei não...
O diretor pegou o telefone e mandou chamar o novato Fernando. Deu a ele a mesma orientação que dera ao Paulo. Em dez minutos, Fernando voltou.

- E então ??? - Indagou Gustavo.

- Eles têm abacaxi sim seu Gustavo. E é o suficiente para todo nosso pessoal e, se o senhor preferir, têm também laranja, banana, melão e mamão.

- O abacaxi estão vendendo a R$1,50 cada; a banana e o mamão custam R$1,00 o quilo; o melão custa R$1,20 a unidade a laranja a R$20,00 o cento, já descascada.

- Mas como eu disse que a compra seria em grande quantidade, eles nos concederão um desconto de 15%. Deixei reservado. Conforme o senhor decidir, volto lá e confirmo o pedido. – Explicou Fernando.

Agradecendo pelas informações, o patrão dispensou-o.

Voltou-se para Paulo, que permanecia sentado e perguntou-lhe:

- Paulo, o que foi que você estava me dizendo?

- Nada não, patrão. Esqueça. Com licença...

E Paulo deixou a sala...



Os melhores livros de negócios, carreira e empreendedorismo para acompanhar você - Anna Carolina Rodrigues


Selecionamos livros sobre negócios, liderança e empreendedorismo para quem quer colocar a leitura em dia e ampliar a biblioteca. 

Empreendedoras.Coaching
O livro traz uma compilação das histórias de vida de grandes mulheres como Luiza Helena Trajano, do Magazine Luiza, Chieko Aoki, presiendente do Blue Tree Hotels e Sônia Regina Hess de Souza, à frente da Dudalina. Elas compartilham suas histórias de vida, crenças e opiniões a respeito de fatos cotidianos, além de seus maiores desafios e conquistas. 
Autoras: Andreia Roma e Geovanna Quadros
Editora Leader
Preço: 58,90 reais 
Tamanho: 320 páginas


The Rise of the Robots (em inglês)
Quais são os empregos do futuro? Quantos haverá e quem vai ocupá-los? O empresário do Vale do Silício, Martin Ford, aborda essas e outras questões nessa obra, considerada o melhor livro de negócios de 2015 pelo jornal britânico The Financial Times. 
Autor: Martin Ford
Editora: Basic Books
Preço: 65,20 reais na Amazon
Tamanho: 334 páginas


Um novo jeito de trabalhar

O VP de Operações de Equipe do Google investigou como a cultura empresarial correta ajuda a atrair os profissionais mais talentosos para um negócio e como a força de uma filosofia organizacional pode tornar os funcionários mais felizes e bem sucedidos. Laszlo também revela os maiores erros de gestão da gigante de tecnologia.
Autor: Laszlo Bock
Editora: Sextante
Preço: 39,90 reais
Tamanho: 368 páginas


O poder da empatia
Baseado em 12 anos de pesquisas, o filósofo e historiador Roman passeia pelos séculos para mostrar por que é necessário desenvolver a empatia, e ensina como é simples praticá-la. Segundo o autor, ao contrário do que pensamos, não somos eminentemente autocentrados, pois nosso cérebro é equipado para a conexão social. 
Autor: Roman Krznaric
Editora: Zahar
Preço: 44,90 reais
Tamanho: 272 páginas


Beleza Natural
O livro conta a história da Heloísa Assis, a Zica. Ex empregada doméstica, ela criou a bem sucedida rede de salões Beleza Natural, especializada em cabelos crespos, que ajudou a melhorar a autoestima de milhares de brasileiras. Em 2014, a empresa empregava 4 000 funcionários em 44 unidades e faturou 250 milhões de reais.
Autora: Liana Melo 
Editora: Primeira Pessoa
Preço: 39,90 reais
Tamanho: 208 páginas


Abílio - Determinado, Ambicioso, Polêmico

A obra mostra os bastidores do processo de saída do empresário do Pão de Açúcar, conta em detalhes a disputa familiar pelo controle da companhia e as histórias de pioneirismo protagonizadas por Abilio no varejo brasileiro. É o retrato de um homem movido por paixões – mesmo que elas lhe criem inimigos ao longo do caminho.
Autora: Cristiane Correa
Editora: Primeira Pessoa
Preço: 39,90 reais
Tamanho: 272 páginas


Elon Musk
Elon Musk é um dos empreendedores mais ousados da atualidade. Ele é o homem por trás da empresa de pagamentos PayPal, da companhia de carros elétricos Tesla Motors, da fabricante de foguetes SpaceX e da empresa de energia solar Solar City. O livro conta a histórias do empresário que tem como um de seus objetivos a colonização de Marte. 
Autor: Ashlee Vance
Editora: Intrínseca
Preço: 49,90 reais
Tamanho: 400 páginas


O lado difícil das situações difíceis
Ben Horowitz é sócio cofundador da Andreessen Horowitz, firma de investimento de risco do Vale do Silício que já investiu em empresas como Airbnb, Facebook, Pinterest e Twitter. Na obra, ele revela os conselhos que usou para ajudar empreendedores a resolver os problemas mais difíceis.
Autor: Ben Horowitz
Editora: WMF Martins Fontes
Preço: 39,90 reais
Tamanho: 306 páginas


Ágeis e Inovadores
O livro traz insights baseados em conversas com mais de 200 presidentes de empresas - dentre os quais John Donahoe, da varejista digital eBay, Peter Löscher, da empresa de tecnologia Siemens e Jeffrey Katzenberg, do estúdio cinematográfico DreamWorks. Eles contam como construir e promover uma cultura corporativa que estimule a inovação e produza resultados.
Autor: Adam Bryant 
Editora: WMF Martins Fontes
Preço: 39,90 reais
Valor: 336 páginas


Como Steve virou Steve Jobs
Escrito por dois jornalistas americanos que cobriram a carreira de Jobs desde o início, a biografia traz a história empreendedora e o lado humano do antigo executivo da Apple - metade genial, metade detestável. Para Ed Catmull, executivo da Pixar, esse é o livro definitivo sobre Jobs, com quem trabalhou durante 25 anos.
Autores: Brent Schlender e Rick Tetzeli
Editora: Intrínseca
Preço: 49,90 reais
Tamanho: 480 páginas

Melhor do que antes
A autora do livro "The Happiness Project" (Harper Paperbacks, sem edição no Brasil) defende que a maneira mais acertada de mudar um comportamento é ajustar os hábitos já existentes.  Por meio de pesquisas e relatos verídicos, ela ensina como dar essa guinada.  
Autora: Gretchen Rubin 
Editora: Fontanar
Preço: 39,90 reais
Tamanho: 312 páginas


Fora de Série
Em seu novo livro, o jornalista britânico, conhecido por obras como "Blink - A decisão num piscar de olhos" (Rocco, esgotado no Brasil) e David e Golias (Sextante, 39,90 reais), explica sobre a importância do contexto cultural, da rede de contatos e do trabalho duro para justificar os feitos de pessoas notáveis como Bill Gates, Beatles e Mozart.
Autor: Malcolm Gladwell
Editora: Sextante 
Preço: 39,90 reais 
Tamanho: 288 páginas



quarta-feira, 16 de março de 2016

Como uma publicação pessoal no Facebook sacudiu a indústria de alimentos do Canadá e que lições tirar dessa história - Alexandre Inagaki

Brian Fernandez tem 49 anos, trabalha com construção civil e mora em Orillia, uma cidade da província canadense de Ontario com pouco mais de 30 mil habitantes. É, em suas próprias palavras, uma pessoa comum vivendo uma vida comum. 

No entanto, graças a uma postagem descompromissada que publicou em seu perfil no Facebook - rede na qual tem 423 amigos -, Brian provocou uma reviravolta no mercado alimentício de uma nação na qual catchup está presente em mais de 80% das residências.

Fernandez publicou, em 23 de fevereiro, a foto de um pote de catchup da marca French's. Elogiou seu sabor e comentou que o produto era livre de conservantes. Mas, mais importante, ressaltou que se tratava de um catchup fabricado com tomates cultivados por agricultores canadenses, citando que a Heinz, marca mais conhecida do segmento, havia fechado sua fábrica na cidade de Leamington, deixando 740 pessoas desempregadas. Brian concluiu seu post dando um singelo adeus à marca que antes consumia:

"Bye. Bye. Heinz."

O relato de Brian tomou rumos inesperados para alguém que não possuía uma rede expressiva de contatos online: em apenas três dias, seu post recebeu mais de 102 mil compartilhamentos no Facebook e inspirou diversas campanhas online de boicote aos produtos da Heinz. 

A repercussão nas redes sociais também fez com que sua postagem chamasse a atenção da mídia: até o presente momento, mais de 200 jornais, sites e blogs reverberaram a história. O resultado foi um impacto imediato nas vendas da French's: os estoques do seu catchup simplesmente acabaram em diversos supermercados canadenses. 

A história de Brian, que já tem sido reconhecido nas ruas de sua cidade como "the ketchup guy", acaba por valer algumas reflexões a respeito de toda a repercussão catalisada pelas mídias sociais:

1. A capacidade de influenciar independe de números quantitativos.
A rede de contatos de Fernandez no Facebook é constituída por pouco mais de 400 pessoas; se dependesse só desses números, ele jamais seria considerado um influenciador. Porém, graças à relevância dos conteúdos que compartilhou, criou uma mensagem que se alastrou feito fogo em palha seca nas mídias sociais.

2. A criação de um conteúdo relevante passa por uma boa pesquisa de informações
Em entrevista que concedeu ao jornal National Post, Brian comentou que, ao encontrar catchups da marca French’s - muito mais conhecida por suas mostardas - em um supermercado, ficou curioso e decidiu fazer uma pesquisa na internet a fim de saber se valeria experimentar a novidade, já que sempre comprava catchups da Heinz. Foi aí que descobriu que a Heinz havia fechado sua fábrica em Leamington, no interior de Ontario, desempregando 740 pessoas. E que a French's assumiu posteriormente essa mesma fábrica, produzindo seus catchups com tomates cultivados no Canadá. Se Brian não tivesse feito essa pesquisa, não teria se deparado com estas informações nem escrito o post que acabou por ganhar repercussão mundial.

3. Na era das mídias sociais, pessoas consideram mais a voz de um consumidor do que de corporações ou instituições tradicionais
A notícia de que a French's começou a produzir catchups feitos com tomates canadenses foi veiculada em janeiro deste ano e anunciada tanto na mídia comono site da empresa. No entanto, só teve impacto real nas vendas graças a um post no Facebook publicado por um consumidor comum. 

4. Toda empresa precisa ter uma estratégia de comunicação digital para gerenciamento de crises
Não foi uma matéria de TV ou reportagem de revista que fez com que fosse deflagrada por todo o Canadá uma campanha de boicote aos produtos da marca Heinz. Foi a internet, com seu poder de disseminação viral, que tem causado prejuízos sérios à imagem da Heinz no país.

O pior é que o problema não foi de falta de tempo para planejar ações. Afinal, a fábrica da Heinz em Leamington, inaugurada em 1909, foi fechada em junho de 2014. E, enquanto o prejuízo em redes sociais se alastra desde o final de fevereiro, até agora nem o site da marca nem sua fanpage canadense se manifestaram. Foi o prefeito de Leamington, John Paterson, que precisou declarar que, apesar de ter descontinuado sua produção de catchups, a Heinz ainda ajuda a manter cerca de 400 empregos na cidade através da fabricação de outros itens da marca, como vinagre, suco de tomate e molho de macarrão.

É difícil entender como uma marca do porte da Heinz não se preocupou em sequer colocar em prática algum plano de gerenciamento de crises. E justamente no Canadá, país no qual está presente há 105 anos e que apresenta o segundo maior consumo per capita de catchups no mundo.

5. Monitoramento online é o mínimo que uma empresa precisa fazer na internet
Não, uma empresa não precisa estar em todas as redes sociais criando perfis oficiais em sites e aplicativos como LinkedIn, Snapchat, Twitter ou Facebook. Suas estratégias em mídias sociais dependerão do seu ramo de atuação, do público-alvo de suas marcas e serviços e da adequação de acordo com a sua missão e valores corporativos. 

Porém, em um cenário no qual seus clientes e consumidores em potencial participam ativamente da grande conversa de mesa de bar das redes sociais, compartilhando críticas, sugestões e elogios referentes aos produtos e marcas que consomem, é cada vez mais importante aproveitar todo esse manancial de informações, especialmente nestes tempos de big data.

Uma marca como a Heinz, que está bombando negativamente no boca a boca online, precisava no mínimo acompanhar as repercussões do post de Brian e dar uma resposta às campanhas online de boicote dos seus produtos, em vez de se omitir esperando que surjam espontaneamente manifestações como a do prefeito de Leamington.

* * * * *

Alexandre Inagaki é jornalista, consultor de comunicação em redes sociais e autor do blog Pensar Enlouquece, Pense Nisso. http://pensarenlouquece.com/

Os Treze Comportamentos da Confiança nos Relacionamentos - Adriano Ferraz Cese

Olá caros leitores, seguindo nossa filosofia de sempre criar artigos para seu desenvolvimento pessoal e profissional, trago nesse informativo uma indicação do livro “O Poder da Confiança”, de Stephen M. R. Covey. 

Nessa obra o autor afirma que nada é tão rápido quanto o poder da confiança, o elemento que faz toda a diferença em nossos relacionamentos, na nossa comunicação e liderança com as pessoas.

Um dos parâmetros que Covey preconiza para gerar confiança é investir nos relacionamentos através de comportamentos e atitudes. Abaixo consta um resumo dos 13 comportamentos fundamentais comuns aos líderes altamente confiáveis ao redor do mundo. Esses comportamentos são baseados nos princípios que norteiam a confiança nos relacionamentos.

1. Fale francamente. Diga a verdade. Deixe as pessoas saberem onde você está. Demonstre integridade.

2. Demonstre respeito. Preocupe-se genuinamente com os outros, especialmente os que nada podem fazer por você.

3. Crie transparência. Não tenha segundas intenções. Não oculte informações. Aja assumindo a premissa de que “aquilo que você vê é aquilo que você recebe.”

4. Corrija os erros. Não encubra as coisas. Retifique onde for possível. Não deixe que o orgulho atrapalhe o caminho para agir corretamente.

5. Demonstre lealdade. Reconheça as contribuições dos outros. Fale sobre as pessoas ausentes, como se tivessem presentes. Dê crédito profusamente.

6. Produza resultados. Não prometa demais, nem realize de menos. Não arranje desculpas para a não realização. Faça as coisas acontecerem

7. Aperfeiçoe-se. Desenvolva sistema de feedback tanto formais quanto informais e aja sobre eles. Aprenda com os erros. Aperfeiçoe-se continuamente sendo um eterno aprendiz. Agradeça os feedbacks que recebeu, e não ache que esteja acima deles.

8. Enfrente a realidade. Admita o não dito. Avance corajosamente nas conversas. Não encubra as questões reais, e enfrente diretamente as situações difíceis.

9. Esclareça as expectativas. Exponha, revele, discuta e valide suas expectativas. Não transgrida as expectativas. Não presuma que suas expectativas estejam claras para todos, nem que já sejam compartilhadas.

10. Pratique a responsabilidade. Seja claro na maneira de comunicar seu progresso nos trabalhos sobre sua responsabilidade. Não evite as responsabilidades. Quando as coisas forem mal, assuma sua responsabilidade. Faça também os outros serem responsáveis pelos resultados.

11. Escute primeiro. Escute antes de falar. Não pense que saiba o que é importante para os outros. Não presuma conhecer todas as respostas. Escute com os olhos, coração, e não somente com os ouvidos.

12. Cumpra as promessas. Diga o que fará, depois faça aquilo que disse. Faça promessas cuidadosamente e cumpra-as. Não tente justificar e manipular as promessas que não cumpriu.

13. Confie nos outros. Confie condicionalmente naqueles que estão no processo de conquistar a sua confiança. Aprenda a confiar nos outros em função de situação de risco. Demonstre propensão a confiar.

“A confiança é estabelecida pela ação(...)”, Hank Paulson



terça-feira, 15 de março de 2016

Os dez mandamentos da motivação

"As pessoas dizem frequentemente que a motivação não dura. Bem, nem o banho - e é por isso que ele é recomendado diariamente" (Zig Ziglar). 

Imagine que em uma equipe de vendas externas existam dois profissionais: João, um excelente profissional que domina técnicas, tem uma fantástica oratória e poder de persuasão, mais além: ele é bom e sabe disso. Antônio vende os mesmos produtos; inclusive, teve os mesmos treinamentos. Ele é um tanto quanto "limitado", tem muitos bloqueios, crenças limitantes e medos. É gago e tímido.

João espera as coisas acontecerem, não corre atrás de metas, não se preocupa em encantar e fidelizar os seus clientes. Já Antônio, dedica-se e dá o seu melhor, afinal, ele sabe que se não é possível vencer pelo talento, o esforço "quebra o galho". João tem muito "atributos", mas lhe falta o que sobra a Antônio: MOTIVAÇÃO (e isso faz a diferença). Não estou dizendo que não se precisa de talentos, ao contrário. Criativos, empreendedores, bons líderes, ótimos vendedores e excelentes comunicadores são geralmente os mais ricos do mundo. Apenas afirmo que talento sem motivação é desperdício, é como um rei sem coroa.

Pense: se um incompetente motivado é capaz de grandes feitos, o que não pode fazer um competente motivado? 

De acordo com Maslow, considerado por muitos o "pai da motivação", todas as pessoas querem: ter mais dinheiro, boa saúde, longevidade, felicidade, estima e aceitação, paz de espírito, segurança, entre outros. 

Abaixo citarei o que eu classifico como os dez mandamentos da motivação, todos são importantes e se interligam. 

Confira:

Não seja um procrastinador

Não adie as tarefas de hoje. Também não adie suas decisões. Faça isso por você. Evite acumular afazeres, pois alguns tentam dedicar-se a muitas coisas ao mesmo tempo, além de estressante, é um convite para o fracasso.


Comece algo e termine

Lembro-me de uma ocasião em que passei algumas horas escrevendo um artigo e o computador "travou". Perdi tudo e não fiquei nada feliz. Eu havia começado, mas o final era a minha motivação. Se você começar algo, termine, a menos que o sentimento de frustração seja bom para você.


Confie em você mesmo

Ao atender centenas de pessoas e empresas, detectei diversos casos em que sobrava capacidade, mas faltava confiança. Há ocasiões que o segredo do êxito é apenas "confiar no seu taco" e ter "bala na agulha". A PNL nos ensina ao dizer que: "Todos possuem os recursos que necessitam, basta acessá-los". Fale em alta voz: "Sim, eu posso. Eu me permito. Eu vou".


Valorize o que realmente importa

Defina suas metas, suas prioridades e valores. Equilibre seu tempo, não viva só para o trabalho, por exemplo. Desfrute de momentos felizes ao lado de seus familiares. Pratique atividades físicas, leia bons livros, ouça boas músicas, exercite a sua fé.


Tenha grandes planos

Você quer ser grande? Ande com os grandes. Quer ter grandes realizações e um grande sucesso? Tenha objetivos e metas, e corra atrás. Não seja medíocre.


Agradeça sempre

Pense nisso: "Sempre reclamei dos meus sapatos, até que um dia, ao dobrar uma esquina, avistei um homem sentado sem os dois pés". Reveja seus conceitos de necessidades.


Ame-se muito

O maior amor que podemos sentir é o amor próprio. Este sentimento profundo acerca de nós mesmos nos fará amar incondicionalmente o próximo e o Arquiteto do Universo. Quando temos uma boa autoestima nossos relacionamentos são mais saudáveis.


Não tenha medo de fracassar

O fracasso é uma ação, não é uma pessoa. É apenas uma oportunidade de fazer diferente, de recomeçar de outra forma. Portanto, mesmo que você caia, levante-se com classe, e saiba que os tombos te ensinarão novas manobras. 


Seja disciplinado

Nem sempre é possível fazer o que se quer. Nem todos ganham o quanto gostariam ou fazem o que sabem ou amam. Disciplina é plantar para colher, só que o plantio é árduo. A disciplina transformou um camelô em um dos maiores empreendedores do mundo.


Persista, persista, persista

Olhe para seu alvo, fixe os olhos nele e prossiga até tocá-lo. Será fácil? É bem provável que não, mas ainda que você seja surrado, não seja nocauteado. Fomos criados para sonhar e são eles - os sonhos - que abastecem a nossa alma. Não venda os seus sonhos, não desista deles, não deixem roubá-lo de você.


Lute sempre!



domingo, 13 de março de 2016

6 lições inspiradoras - Jorge Paulo Lemann

“Acho que seu sonho de conquistar os mercados do Brasil e América Latina é um pouco limitado… eu olharia para o mundo”. 

Foi assim que Jorge Paulo Lemann respondeu um empreendedor que perguntava sobre a expansão de sua empresa em uma sessão de mentoria coletiva promovida pela Endeavor na última semana.

Jorge Paulo Lemann e seus sócios Beto Sicupira e Marcel Telles são donos de algumas das maiores empresas do mundo e praticam diariamente o lema “Sonhar grande e sonhar pequeno dá o mesmo trabalho”. 

Ele diz ter três metas de vida: 

- deixar algum marco significativo na área de educação, 

- empresas sólidas com possibilidades de se perpetuarem e

- uma família produtiva que tenha responsabilidade sobre aquilo que receber.

Lemman acredita profundamente na educação e no empreendedorismo como a base para um país andar para frente. Não é à toa que se dedica a projetos como a Fundação Estudar, Fundação Lemann, Khan Academy e a própria Endeavor. Em uma sessão de mentoria coletiva com alguns Empreendedores Endeavor, Jorge Paulo ouviu desafios e perguntas, compartilhou histórias e deu conselhos com uma simplicidade admirável.

Confira os principais aprendizados dessa conversa:

      Crise não é motivo de desespero

“O Brasil nunca é tão bom quanto poderia ser, mas também não é tão ruim quanto falam. Podemos não estar no melhor momento, mas as maiores operações que tivemos foram em época de crise. O mercado e os empreendedores do Brasil são muito bons, então é melhor olhar para frente, ver como aproveitar qualquer dificuldade e o que é possível fazer a mais”.

      Quando for buscar investimento, não olhe só para o dinheiro

“Gosto de sócio que trabalha e contribui. Como empreendedor, eu olharia para um investidor de Private Equity ponderando se ele quer apenas colocar dinheiro ou se será um sócio que vai trazer algo a mais – algum know how específico, se tem um outro investimento parecido que possa trazer experiências… Quanto ao momento certo para abrir as portas, quanto mais conseguir engordar o porquinho antes de buscar dinheiro dos outros, melhor. E se for buscar, não olhe só para o dinheiro, entenda o que de valor ele poderá agregar ao negócio”.

      Equilibre a vida pessoal e profissional

“Sou um cara muito organizado e disciplinado. Sempre pratiquei esporte, pelo menos uma hora por dia, seja o que estiver acontecendo no mundo. Além disso, sempre fui muito participativo com a minha família, deu tempo de fazer e criar seis filhos. Um certo equilíbrio é importante. Delego muito: nunca fiz questão de ser o cara que fazia tudo. Gastei mais tempo escolhendo e formando gente muito boa, para eventualmente dar oportunidades a eles e ter mais tempo para mim.
O segredo talvez seja ter uma mistura de disciplina e regras com base no que se quer fazer (e pessoas são diferentes, então tem que fazer regras que façam sentido para você) e ter equipes que possam transformar uma empresa”.

      Formar gente boa é o melhor negócio que se faz

“O empreendedor tem que dar grande importância ao tópico de gente. Geralmente, ele olha mais para custos e vendas e contrata alguém de RH para se ocupar do assunto. Gente é algo em que o dono tem que estar envolvido.
Na época do banco, eu entrevistava 1.000 pessoas por ano e as acompanhava. Hoje em dia, a AB InBev tem 150 mil pessoas e, até quando vai para a China, o Conselho vai tomar café com os trainees de lá; é essencial essa mentalidade de que gente é realmente importante. O Carlos Brito, CEO, também é extremamente ligado: ele sabe de cor a lista dos ‘High Potentials’ da empresa, tem uma ideia de quais são os trainees bons, onde estão, e como estão evoluindo. O Conselho discute uma vez por ano as 500 principais pessoas da empresa, o que elas têm de bom e em que precisam evoluir.
Gente é tão importante quanto vender, é tão importante quanto produzir barato. E se delegar para alguém, provavelmente não vai dar certo”.

      Cultura não se impõe, cria-se em conjunto

“Nós temos programas de trainees nos EUA, China, Europa… Então apesar de sólida e firme, nossa cultura nem é mais brasileira, mas sempre foca em formar gente boa.
Sempre dedicamos um esforço enorme para treinar pessoas novas. Quando fomos para a Argentina (na compra da Quilmes), mandamos vários brasileiros que tinham sido ‘criados em casa’. Para os EUA, foram 100 pessoas de todo o mundo, mas já dentro da nossa cultura. No entanto, em nenhum lugar chegamos impondo que ‘nossa cultura vai ser assim’. Falamos ‘a nossa é assim, como é a de vocês?’, e a partir daí desenhávamos uma cultura organizacional comum.
Toda empresa tem gente boa e gente ruim: você tem que saber diferenciar o quanto antes e tomar as medidas necessárias, mesmo que termine em demissão. Em uma fusão nos Estados Unidos, por exemplo, entrevistamos as 400 pessoas do topo da empresa e ficamos com 200, mais ou menos.
O foco é remar junto, e tem funcionado bem assim”.

      Venda seu sonho grande

“Sempre vendi o sonho muito maior do que o tamanho da empresa; é claro que se você vende um sonho que não chega nem perto da realidade, a turma não acredita. Se você vende o sonho que é difícil, mas que é atingível, melhor. Assim, você vai aumentando de sonho em sonho, engajando todo mundo, conforme a empresa cresce. Nós gostamos de metas anuais ‘esticadas’. Tem que ser esticada, mas não impossível”.


quarta-feira, 9 de março de 2016

20 dicas para o sucesso pessoal e profissional - Luiz Marins

Aqui vão “20 Dicas” que me enviaram há muitos anos para que você atinja o sucesso que tanto merece. 

Leia todas elas com muita atenção:

1. Elogie 3 pessoas por dia;


2. Tenha um aperto de mão firme;
 


3. Olhe as pessoas nos olhos;


4. Gaste menos do que ganha;


5. Saiba perdoar a si e aos outros;


6. Trate os outros como gostaria de ser tratado;


7. Faça novos amigos;


8. Saiba guardar segredos;


9. Não adie uma alegria;


10. Surpreenda aqueles que você ama com presentes

inesperados;


11. Sorria;


12. Aceite sempre uma mão estendida;


13. Pague suas contas em dia;


14. Não reze para pedir coisas. Reze para agradecer e pedir 

sabedoria e coragem;


15. Dê às pessoas uma segunda chance;


16. Não tome nenhuma decisão quando estiver cansado ou 

nervoso;


17. Respeite todas as coisas vivas, especialmente as indefesas;


18. Dê o melhor de si no seu trabalho;


19. Seja humilde, principalmente nas vitórias;


20. Jamais prive uma pessoa de esperança. Pode ser que ela só tenha isso.


Pense nestas “20 Dicas”. 

Sucesso!