terça-feira, 7 de maio de 2013

Paulo Niemeyer Filho - Neurocirurgião.


Recentemente, devolveu ao Maestro João Carlos Martins OS Movimentos no braço e mão esquerda através de cirurgia no cérebro, uma experiência inédita e magnifica!

Relembra-nos dos cuidados que devemos ter para manter uma mente sã. 

 

Parte DA entrevista DA revista PODER ao neurocirurgião Paulo Niemeyer Filho, abaixo, quando lhe foi perguntado:
 
PODER: O que fazer para melhorar o cérebro?

Paulo Niemeyer: Você tem de tratar do espírito. Precisa estar feliz, de bem com a vida, fazer exercício. Se TU estás deprimido, reclamando de tudo, com a autoestima baixa, a primeira coisa que acontece é a memória ir embora; 90% das queixas de falta de memória são por depressão, desencanto, desestímulo. Para o cérebro funcionar melhor, você tem de ter alegria. Acordar de manhã e ter desejo de fazer alguma coisa, ter prazer no que está fazendo e ter a autoestima no ponto.



PODER: Cabeça tem a ver com alma?

Paulo Niemeyer: Eu acredito que a alma está na cabeça. Quando um doente está com morte cerebral, você tem a impressão de que ele já está sem alma... Isso não dá para explicar, o coração está batendo, mas ele não está mais vivo. Isto comprova que OS sentimentos se originam no cérebro e não no coração.



PODER: Você acha que a vida moderna atrapalha?

Paulo Niemeyer: Não, eu acho a vida moderna uma maravilha. A vida na Idade Média era um horror. As pessoas morriam de doenças que hoje são banais de ser tratadas. O sofrimento era muito maior. As pessoas morriam em Casa com dor. Hoje existem remédios fortíssimos, ninguém mais tem dor.



PODER: Existe algum inimigo do bom funcionamento do cérebro? 

Paulo Niemeyer: Todo exagero.
Na bebida, nas drogas, na comida, no mau humor, nas reclamações DA vida, nos sonhos, na arrogância, etc.
O cérebro tem de ser bem tratado como o corpo. Uma coisa depende DA outra.
É muito difícil um cérebro muito bom num corpo muito maltratado, e vice-versa.



PODER: Qual a evolução que você imagina para a neurocirurgia?

Paulo Niemeyer: Até agora a gente trata das deformidades que a doença causa, mas acho que vamos entrar numa fase de reparação do funcionamento cerebral, cirurgia genética, que serão cirurgias com introdução de cateter e colocação de partículas de nanotecnologia, em que você vai entrar na célula com partículas que carregam dentro delas um remédio que vai matar aquela célula doente que te faz infeliz. Daqui a 50 anos ninguém mais vai precisar abrir a cabeça.



PODER: Você acha que nós somos a última geração que vai envelhecer?

Paulo Niemeyer: Acho que vamos morrer igual, mas vamos envelhecer menos. As pessoas irão bem até morrer. É isso que a gente espera. Ninguém quer a decadência DA velhice. Se você puder ir bem mentalmente, com saúde e bom aspecto, até o dia DA morte, será uma maravilha.



PODER: Hoje a gente lida com o tempo de uma forma completamente diferente. Você acha que isso muda o funcionamento cerebral das pessoas?

Paulo Niemeyer: O cérebro vai se adaptando aos estímulos que recebe, e às necessidades. Você vê pais reclamando que OS filhos não saem DA Internet, mas eles têm de fazer isso porque o cérebro hoje vai funcionar nessa rapidez. Ele tem de entrar nesse clique, porque senão vai ficar para trás. Isso faz parte do mundo em que a gente vive e o cérebro vai correndo atrás, se adaptando.



PODER: Você acredita em Deus?

Paulo Niemeyer: Geralmente depois de dez horas de cirurgia, aquele estresse, aquela adrenalina toda, quando acabamos de operar, vamos até a família e dizemos:

"Ele está salvo".

Aí, a família olha pra você e diz: 

"Graças a Deus!".

Então, a gente acredita que não fomos apenas nós, que existe algo mais, independente de religião.

   
Colaboração: Renata Vilenky

Você está preparado para continuar sua carreira profissional ao ser desligado?


Entre os grandes desafios a serem enfrentados após as reorganizações e reestruturações das empresas, com o fim de diminuir custos, está aquele com que se deparam os profissionais demitidos. A perda do emprego e a interrupção da carreira, normalmente, deixam o profissional abatido, sem esperança.e sem determinação para assumir imediatamente uma posição de reação diante da mudança inesperada ou inacreditável.

Fala-se muito em aproveitar nesse momento as redes de relacionamento pessoal e profissional; mas, para muitos de nós, isto é muito penoso. Ora, somente pensar que o vizinho ou parentes farão comentários a respeito, passa uma corrente gelada pelo corpo. Falar, sobre o assunto, com alguns colegas de clube ou de partidas de tênis ou futebol, aí então, é algo muito desagradável.

É normal sermos procurados por bons profissionais que repetem o desabafo de que eles não tinham anteriormente se preparado para enfrentar o novo cenário de vida após a dispensa do trabalho. Alguns que se encontram nesta situação, sem emprego, revelam que receberam o apoio de amigos e da família, mas confessam também que pessoas de sua relação se afastaram. Sentem que as instituições financeiras tornaram-se mais rigorosas, mas, comentam que não é só o lado financeiro que fica abalado, igualmente parece que o crédito pessoal não é exatamente com antes.

O cidadão vê o seu lado emocional ser atingido. Primeiramente, vem o choque da notícia e da mudança de "status" social; além do suporte financeiro perdido, sente-se desprotegido pela perda da marca que se acostumara a representar no convívio profissional e com os amigos. Depois pode vir revolta e não raro diminuição da autoestima, acompanhada até de momentos de depressão e períodos de fuga dos compromissos do dia a dia.

Como vencer, pois, esse grande desafio?

Primeiramente, negociar de forma adequada com o empregador que está dispensando os seus serviços; se possível agregando ao pacote da retirada o patrocínio de um processo de "outplacement" com firma idônea, ou ajuda financeira para contratação direta, e sempre pleitear a permanência do benefício do plano de saúde durante algum tempo mais.

Logo em seguida, fazer um plano de contingência para aplicar bem as reservas durante o período de procura de uma nova colocação no mercado de trabalho ou de nova atividade profissional.

Depois, é fundamental manter-se ativo prestando alguns serviços para ajudar a manutenção das reservas, uma vez que o período de recolocação poderá ser maior do que o planejado. Paralelamente, e com a antecipação que se adequar melhor ao seu caso, procure a ajuda de uma empresa séria que trabalha com recolocação e que tenha em seus quadros profissionais competentes, pesquisadores, com ferramentas tecnológicas disponíveis para contatar rapidamente as fontes que podem gerar o emprego adequado para você. Compare as taxas e os serviços oferecidos, a qualidade e o valor agregado que o trabalho realizado lhe proporcionará durante o período de prestação dos serviços.

Há um bom número de profissionais oriundos de uma nova geração da WEB, do mundo de TI e Telecom, que são chamados de órfãos das novas tecnologias, que subiram muito rápido na vida profissional, e que agora não conseguem se recolocar nas mesmas condições. Esses profissionais, em especial, devem parar e refletir o momento atual e, na sua análise, repensar os desafios que querem para si e para sua carreira.

Sugiro aos executivos em geral, e especialmente os relacionados com as áreas ligadas às mais recentes tecnologias da informação, que se encontram na situação de procura de uma recolocação no mercado de trabalho, que analisem bem, principalmente, os seguintes pontos em seu desempenho profissional anterior:

- sua real habilidade em resolver problemas, ou seja, como identifica os problemas, como os estuda e como toma as decisões de modo efetivo a resolve-los de acordo com os interesses da organização para quem trabalha;

 - sua experiência e habilidade ao interagir com as pessoas no trabalho de equipe, que cause motivação não somente a si próprio mas a todo o grupo;

 - seu entendimento sobre a condução dos negócios para que uma empresa atinja resultados satisfatórios aos acionistas, compreendendo a habilidade de gerenciar pessoas,sistemas, recursos em geral e financeiros, em particular, entendendo a necessidade dos clientes e como transformar todos esses requisitos em oportunidades de negócios.

Bem assessorados e correspondendo positivamente a auto-análise que sugerimos, não temos dúvidas que as chances aumentam muito para que o executivo transforme sua fase de recolocação profissional num período transitório de sua vida, e que haverá um novo direcionamento em sua carreira, com mais assertividade e segurança para neste mercado de trabalho cada vez mais seletivo e estreito. 

Edmir Pacheco da Silva é Consultor Sênior da Edpeople Talentos Humanos 


segunda-feira, 6 de maio de 2013

Artigo - Estruturando seus objetivos (ou: aplicando a técnica SMART para seu dia-a-dia) - Daniella Castelucci de Medeiros


Imagine que seu chefe chegue para você e peça “um relatório de vendas”, simplesmente. Ou que seu filho peça “algum doce”. A chance de você não entregar exatamente o que se passava pela cabeça deles, no prazo em que eles imaginavam, é grande, você não acha? Isso porque esses pedidos foram muito genéricos. E quando você traça um objetivo para você mesma, seja ele profissional ou pessoal, está fazendo um “pedido” a você mesmo para fazer o possível para isso acontecer.

A técnica que eu mais gosto para definir objetivos é a conhecida como SMART (que, em inglês, significa “esperto”). Não se sabe a origem exata desta técnica, mas os registros mais antigos datam de 1981, em livros de George Doran. A palavra é usada como uma sigla de fácil memorização para os itens imprescindíveis na definição de objetivos, e esta técnica é usada hoje pela maioria das grandes empresas. Todas as palavras estão em inglês, mas entendendo o conceito fica fácil aplicar a técnica mesmo que você não fale este idioma.
Aqui está o que seu objetivo deve ser:

Specific (específico): Seu objetivo deve ser específico e bem delineado. “Conseguir um emprego” pode ser começar a trabalhar em qualquer coisa, mas "conseguir um cargo de gerente de projeto em uma multinacional ganhando pelo menos R$ 8.000,00 por mês" já mostra exatamente o que você pode estar buscando.

Measurable (mensurável): Este item é importante para você saber quando chegou lá. Imagine que seu objetivo é "ser feliz"? Como você sabe quando já é feliz? Quando alcançou o que você precisa? Por isso seu objetivo deve ter uma medida – assim você terá como comparar o desempenho tido com o esperado e também quando chegou lá.

Attainable (alcançável): Objetivos inalcançáveis não viram realidade. Que fique claro que sonhar é preciso – esse não é o ponto. Mas aplicar suas energias e força de vontade para passar de primeira em medicina na USP sem fazer cursinho pode não ser um bom exemplo de objetivo alcançável.

- Relevant (relevante): Melhor traduzido como “fazer sentido”. Quando somos nós mesmos que criamos o objetivo, é mais fácil que ele faça sentido, pois tendemos a escolher aquilo que nos interessa. Mas pode acontecer de você não se dar conta que está indo por um caminho errado. Eu tinha como objetivo este ano tirar a certificação PMP – mas minha carreira está planejada para outra vertente. Assim, eu ia gastar muito dinheiro, tempo e energia estudando para uma certificação que, nesse momento, não vai ter o impacto devido na minha carreira. Ou seja, quando minha carreira foi voltada para outro lado, a certificação PMP deixou de ser relevante para mim nesse momento. Lembre-se sempre que a relevância é temporária – um objetivo non-sense de hoje pode ser uma excelente ideia amanhã! Em algumas publicações, você vai ver esse “R” como “Realista” – aí entra uma análise do Alcançável com o Relevante.

- Time-bound (com prazo): Você já ouviu a história de que o noivado é para ganhar mais tempo para poder casar? Ou então o “Passa lá em casa qualquer dia!”. Pois é… objetivos sem prazo definido ficam perdidos no tempo, pois nosso cérebro não reconhece a urgência de uma atividade até saber quando ela deve ser completada. Além disso, para saber se você está indo bem, precisa ter metas para seu objetivo principal que serão cumpridas em determinados prazos. Aprender um novo idioma, por exemplo, pode ser dividido em “procurar e escolher uma escola”, com o prazo de 1 mês, “assistir todas as aulas”, com o prazo de 6 meses letivos, “começar a comprar revistas neste idioma”, com prazo de 4 meses… e assim você tem “marcos” (nome chique: “milestones”) que vão permitir que você se auto-avalie e analise seu progresso. Definir prazos para o objetivo final com base nas pequenas metas também torna o objetivo mais palpável. Por isso ter prazos definidos é tão importante.

Você pode usar essa técnica para mostrar ao seu chefe seus objetivos de carreira – tenho certeza que vai fazer muito bonito. Também pode usá-la como uma forcinha extra para cumprir seus objetivos pessoais que você, sem muita fé, traçou no ano novo. Ainda dá tempo!!
Daniella Castelucci de Medeiros


As 10 coisas que aprendi com a Geração Y


por Taís Andrade Targa 


1.     Às vezes é preciso ousar e enviar um e-mail em um tom não muito formal para níveis hierárquicos bem superiores.

2.     Parafraseando um Y (Leonardo Suzin), aficionado por tecnologia “é melhor ser um lacaio do Google hoje do que ser um escravo quando ele dominar o mundo”

3.     Dá sim para fazer muitas coisas ao mesmo tempo. Ontem mesmo eu respondia aos e-mails, supervisionava a tarefa da minha filha e ainda assistia os clipes da TVZ.

4.     As redes sociais estão aí para facilitar a nossa comunicação e ninguém é vulgar ou desocupado por ter perfil no orkut, facebook, twitter e etc.

5.     O trabalho é muito importante, mas a qualidade de vida tem que ter prioridade. Nem sempre sucesso, status e remuneração trazem felicidade.

6.     Dá para brincar e relaxar com a equipe. Termos como “manda bala”, “fica sussa”, “D+” e algunsemotions substituem frases enormes e facilitam a interação.

7.     Sempre há como recomeçar. Tem hora em que o “game over” é inevitável e é neste momento que temos a oportunidade da virada.

8.     A tecnologia é uma aliada e é capaz de facilitar a nossa vida de maneira milagrosa. Basta despirmo-nos de preconceitos e ter uma postura mais otimista com a nossa capacidade de aprendizagem.

9.     Não é à toa que temos dois olhos e dois ouvidos. Neste sentido, dá pra descansar um pouco dos estímulos visuais e ouvir um bom audiobook ou um podcast de notícias, por exemplo.

10.  É preciso fazer por merecer para ganhar o respeito da equipe. Só o simples fato de você ser hierarquicamente superior não é mais motivo para estar isento de críticas e questionamentos. Conduta autoritária nunca esteve tão em desuso como hoje.


sexta-feira, 3 de maio de 2013

O fantástico potencial do Ser Humano



“Quando eu disse ao caroço de laranja, que dentro dele dormia um  laranjal inteirinho, ele me olhou estupidamente incrédulo”. Hermógenes

E eis que cortando o céu para salvar todos os cidadãos de Metrópolis, em uma velocidade espantosa, surge ele, o Super Homem.

Alto, forte, bonito e com brilhantes olhos azuis, encarnando todo o arquétipo do herói na figura do imigrante do planeta Krypton, o ator Christopher Reeve fazia bater o coração de muitas moças e despertar o sentimento de aventura em muitos rapazes.

O filme Superman, lançado em 1978, e depois com suas novas versões, mexeu durante muitos anos com o imaginário das pessoas em todo o mundo.

Mas, por uma enorme ironia do destino, após sofrer um acidente ao cair de um cavalo, Christopher Reeve ficou tetraplégico.

O herói que só podia ser vencido pela Kryptonita, estava imobilizado do pescoço para baixo.

O que poucas pessoas sabem é que foi exatamente após o acidente que o ator assumiu de fato o seu lado heróico. Não mais nas telas, mas no palco da vida real.

Christopher iniciou uma brava luta por um tratamento que o fizesse recuperar seus movimentos. Em sua busca, atuou em defesa dos estudos para o tratamento com as células-tronco, criou e presidiu uma fundação para o amparo a pessoas com paralisia, tornou-se ativista da Unicef e da Anistia Internacional.Após ter ficado tetraplégico, o ‘Super Homem’ engajou-se ainda numa série de outros assuntos de interesse coletivo, criando projetos e buscando recursos financeiros para a sustentabilidade dos mesmos.

Paradoxalmente, o ator, o homem, tornou-se mais forte. É como se as limitações e as dificuldades tivessem feito aflorar um enorme potencial latente.

Helen Keller, devido a uma doença não definida, tornou-se cega e surda aos 18 meses de vida. As limitações faziam com que aos sete anos de idade, Helen levasse uma vida puramente instintiva.

Mas, aquilo que poderia ser motivo para uma vida presa às limitações, para Helen Keller se tornou uma força propulsora.

Graduou-se em uma escola para pessoas ‘normais’, apesar de não poder ouvir e ver as aulas. Estudou Geometria, Álgebra, Física, Botânica, Zoologia e Filosofia. Escrevia fluentemente em Inglês e Francês. Escreveu livros notáveis. Tornou-se conferencista ao redor do mundo.

Influenciou e serviu de exemplo para milhões de pessoas.

Quando olho para esses e para muitos outros exemplos de superação e, ao mesmo tempo, vejo pessoas dotadas de enormes potencialidades se sentindo incapazes de ir além, de fazer melhor, de fazer a diferença, fico me questionando sobre essas diferenças.

O que torna essas atitudes tão diferentes e tão divergentes? Seriam pessoas como Christopher Reeves e Helen Keller verdadeiros super heróis? Ou seriam eles tão humanos quanto essas pessoas que se sentem incapazes, com a diferença de que essas pessoas simplesmente não deixaram ainda que  aflorasse o seu verdadeiro potencial humano?

Talvez a resposta a essa pergunta seja mesmo apenas uma questão semântica…

Mas, ainda assim, é preciso entender onde está a diferença. Descobrir qual o segredo desses heróis ou, se preferirem, super-heróis.

Eu acredito que a grande diferença está naquilo que escolhermos acreditar sobre nós mesmos.

Concordo plenamente com Anthony Robbins, o mais popular autor da Programação Neurolinguística quando ele diz: “O que podemos ou não fazer, o que consideramos possível ou impossível, é raramente em função de nossa verdadeira capacidade. Trata-se mais provavelmente de uma função de nossas crenças sobre quem nós somos”.

As nossas crenças podem nos levar ao céu ou ao inferno. Mais do que isso, as nossas crenças nos transformam naquilo que somos a cada momento.

Mas, uma das coisas mais maravilhosas de ‘ser humano’ é que sempre podemos mudar, afinal, somos livres para nos reinventarmos a qualquer momento.

Podemos deixar o nosso potencial adormecido ao longo de toda uma vida ou deixá-lo explodir e nos transformar naquilo que queremos ser.

E, o mais bonito é perceber que toda essa liberdade tem apenas um preço: o de sermos os únicos responsáveis por nossas vidas.

Limitações são crenças que estabelecemos sobre nós mesmos.

Sucesso ou fracasso nada mais são do que escolhas pessoais.

E o mais importante: Nós, e apenas nós, somos os construtores dos nossos destinos.

Um grande abraço.

Fonte: http://www.sommaonline.com.br/blog/o-fantastico-potencial

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Como você tem usado o seu tempo?


O tempo não pára, não, não pára”. Cazuza

Segundo uma pesquisa realizada pela Consultoria Tríade PS, as pessoas gastam, em média, cerca de 40% de seu tempo no ambiente de trabalho em assuntos de interesse pessoal, sendo a Internet, especialmente as redes sociais, as maiores vilãs do tempo.

Em um primeiro momento a empresa poderia concluir que, ao invés de focar nas tarefas e objetivos para as quais são contratadas (e pagas), essas pessoas usam seu tempo, e outros recursos da empresa de forma indevida.

Por outro lado, de seu ponto de vista, o funcionário pode apresentar os mais diferentes argumentos para justificar sua postura:

- “O importante não é a quantidade e sim a qualidade do tempo que eu dedico à empresa”.

- “Visto que estou em dia com os meus objetivos e obrigações, o uso do meu tempo é de minha exclusiva responsabilidade”.

- “O meu uso pessoal das redes sociais pode trazer oportunidades para a empresa”.

- “Não dá para ser só profissional. Para trabalhar bem, preciso cuidar de minha vida pessoal, e isso inclui o meu tempo de trabalho”.

- “Não sou só eu, todo mundo faz isso”.

- “Com essas terríveis condições de trabalho, não dá para se dedicar totalmente à empresa”.

Longe de avaliar a legitimidade de cada argumento, de tomar partido nessa “queda de braço” entre empresa e colaboradores ou de opinar sobre o certo e o errado, até porque acho que não é questão de certo ou errado, prefiro fazer uma análise mais pragmática desses dados:

1)    40% do tempo utilizado em assuntos pessoais me parece muita coisa;

2)    Tem muita gente se perdendo no uso exagerado das redes sociais;

3)    E, se as pessoas estão usando todo esse tempo, existem duas possibilidades: ou estão com muito tempo ocioso ou estão deixando suas tarefas de lado.

Então, é aqui que reside o problema e é exatamente aqui que as empresas ou os seus gestores precisam ficar atentos.

Fato: Se o tempo da equipe anda ocioso, estamos falando de um sub-aproveitamento de recursos.

Um consultor financeiro provavelmente diria: “é gente demais para trabalho de menos”, enquanto o consultor de RH diria: “é necessário reorganizar os desafios para melhor explorar o capital intelectual da empresa”.

Quem estaria certo? Provavelmente os dois.

Apesar das diferentes perspectivas, uma coisa é comum: a solução para se minimizar esse problema sempre passará por uma definição mais clara dos objetivos atrelada à visão estratégica de como alcançá-los.

Apenas quando definimos aonde queremos chegar e como chegaremos até lá teremos uma visão apropriada dos recursos necessários, inclusive dos recursos humanos.

Porém, se os objetivos estão definidos, as estratégias bem traçadas, os papéis dos colaboradores bem claros e esses estão deixando de lado suas responsabilidades para cuidar de assuntos pessoais, temos então um problema mais sério.

Falta de motivação, pouco comprometimento, dificuldades de compreensão das tarefas e de sua importância para empresa, boicote deliberado à chefia e problemas pessoais pelos quais o colaborador está realmente passando são algumas das possíveis razões para o fato.

As justificativas podem ser muitas e bem variadas, mas também aqui a melhor solução parece passar por um caminho em comum: uma conversa franca, olho no olho, para se tratar o problema e apontar a solução.

Mas, como esse tipo de conversa não é muito fácil, a maioria prefere deixar as coisas como estão. O chefe faz de conta que não vê. O funcionário faz de conta que não percebe.

Todos navegando felizes pela internet, explorando as redes sociais ou até mesmo jogando paciência, enquanto a concorrência está de olho no cliente.


quarta-feira, 1 de maio de 2013

Frases e Pensamentos de Força