terça-feira, 12 de julho de 2011

COMO MANTER-SE JOVEM

1. Deixe fora os números que não são essenciais.


Isto inclui a idade, o peso e a altura. Deixe que os médicos se preocupem com isso.

2. Mantenha só os amigos divertidos. Os depressivos 
puxam para baixo. 


(Lembre-se disto se for um desses depressivos!)

3. Aprenda sempre:


Aprenda mais sobre computadores, artes, jardinagem, o que quer que seja. Não deixe que o cérebro se torne preguiçoso.

'Uma mente preguiçosa é oficina do alemão.'E o nome 
do alemão é Alzheimer! 

4. Aprecie mais as pequenas coisas.

 

5. Ria muitas vezes, durante muito tempo e alto.



Ria até lhe faltar o ar.


E se tiver um amigo que o faça rir, passe muito e muito tempo com ele ou ela! 

6. Quando as lágrimas aparecerem,  aguente, sofra 
e ultrapasse. 


A única pessoa que fica conosco toda a nossa vida somos nós próprios. 


VIVA enquanto estiver vivo.

7. Rodeie-se das coisas que ama:


Quer seja a família, animais, plantas, hobbies, o que quer que seja. 


O seu lar é o seu refúgio.

8. Tome cuidado com a sua saúde:


Se é boa, mantenha-a.


Se é instável, melhore-a.


Se não consegue melhorá-la , procure ajuda. 

9. Não faça viagens de culpa. 



Faça uma viagem ao centro comercial, até a um país diferente, mas NÃO para onde  haja culpa 

10. Diga às pessoas que ama que as ama a cada oportunidade.


Colaboração: Patrícia Melo

AS 14 POSTURAS VENCEDORES DAS PESSOAS BEM-SUCEDIDAS

Ser um profissional de qualidade é:
10% Conhecimento,
10% Habilidade e
80% Atitude.
 
Conheça as posturas vencedoras das pessoas  bem-sucedidas e entre para o clube dos campeões  participando  deste previlegiado mercado.

Um certo vendedor chamado  Profissional Qualquer, esforçava-se para ser o  melhor, entretando seus resultados eram muito ruins. Certo dia, caminhando pela estrada amarga do desemprego avistou um velho de barbas brancas com uma pasta na mão ao qual foi logo perguntando:

- Perdoe-me a curiosidade, o senhor apesar dessa  boa aparência de vencedor, com certeza tem mais de cem anos!

- Muito mais ...- respondeu o velho -, muito mais...... Eu,  sou a competência profissional...

Competência profissional ? -, surpreende-se  o Profissional Qualquer...- Mas como?

Eu sou a Excelência em Ação, o Poder do Êxito, eu sou o Midas da Assertividade, pois tudo que toco  transformo em resultados, sou a Alavanca do Triunfo, a Força da Prosperidade, o Máximo em Otimização de Talentos , mas, se quiser, pode me chamar de O Senhor da Postura...

- Senhor da Postura ! Por favor, explique-me seus segredos -, clamou o Profissional Qualquer, beliscando-se para saber se tudo aquilo não passava de um sonho.

- Bem ...continuou o velho -, no interior desta minha pequena pasta tenho 14 valorosos cartazes, um verdadeiro tesouro,  leve consigo. Chegando em sua casa espalhe-os; em seu quarto, banheiro, cozinha e copa,  e ao sair para o trabalho, leia com atenção cada um deles em voz alta, em 14 dias você será um profissional proativo e assertivo.

 Os textos dos cartazes são estes:

1.. A POSTURA DA ÁGUIA
Tenho uma auto-estima de vencedor.
Tenho uma auto-imagem de campeão.
A melhor empresa do mundo é a minha.
O melhor trabalho do mundo é o meu.
O cliente acredita porque eu acredito.
Jamais me desqualifico, pois sei que não importa o ninho se o ovo é
de águia.
 
2.. A POSTURA DO EMPENHO
Treino meu potencial e meu empenho vira desempenho.
Invisto em mim e o que é comum vira incomum e o ordinário se
transforma em extraordinário.
Sempre faço perguntas táticas que geram emoção de competência.
Jamais digo: "Será que eu chego lá?"
Pergunto sempre: "De que jeito eu chego lá?"
 
3.. A POSTURA DO FOCO ASSERTIVO
Consigo o que quero ajudando pessoas a conseguir o que elas querem.
Quanto mais eu penso nos clientes - mais dinheiro eu ganho.
Quanto mais eu penso no dinheiro - mais perco os clientes.
Quanto mais eu penso em mim, mais as pessoas me rejeitam.
Quanto mais eu penso nos outros, mais eu subo na vida.
 
4.. A POSTURA DO OUVIDO CONSULTOR
Ouço mais e falo menos, por isso, tenho uma boca e dois ouvidos.
Ouço para compreender, não para responder. Ouço idéias, não palavras.
Ouço ativamente. Escuto dinamicamente. Falo empaticamente.
Eu não sei resolver o problema dos outros, eu apenas ouço e, depois, digo:"Você se supera, você é maior que seu problema!", pois o clamor das pessoas é: "Eu só quero é que me escutem!"
 
5. A POSTURA DA FITA MÉTRICA
Transformo meus sonhos em objetivos.
Divido meus objetivos em pequenas metas.
E transformo cada meta em ação produtiva mensurável.
Quantifico tudo.. Entendo que se um resultado não puder ser medido não é tão importante assim. Valorizo os controles estatísticos que são o espelho de meu progresso.
 
6. A POSTURA DA SEGUNDA MILHA
Faço mais que a obrigação.
Quanto mais eu trabalho, mais "sorte" eu tenho.
Dou sempre um passo a mais, quando estou cansado.
Sigo a regra Lombardi: "O cansaço nos faz covardes".
Meu lema: "Funcionários precisam funcionar".
 
7. A POSTURA DAS ENERGIAS INQUIETANTES
Meu combustível é meu entusiasmo.
Nunca desisto, sou teimoso positivo.
Entendo que só qualidade pessoal gera qualidade profissional.
Meu bom humor me mantém produtivo e forte em relações humanas.
E relação com produção é o que mantém minha saúde e meu emprego.
 
8. A POSTURA DA DERROTA AOS FANTASMAS
Sou maior que meu medo. Ele aparece, mas não prevalece.
Venço o medo, fazendo o que temo.
O medo é um preconceito de nervos e um preconceito se desfaz - basta uma reflexão, já dizia Machado de Assis.
 
9.. A POSTURA DA NOVA FLEXIBILIDADE
Tenho mente aberta para novos conhecimentos. Sou flexível.
Ao mesmo tempo em que tenho idéias novas, sei escapar das antigas.
Sou veloz para não desaparecer e ágil para não empobrecer.
Transformo dados em informações. Transformo informações em conhecimentos, pois sei que com capital intelectual, disciplina, automotivação, ousadia, determinação e ética eu chego além do topo da empregabilidade ou do empreendedorismo.
 
10. A POSTURA DO DETALHE
Penso grande, mas nunca desprezo as pequenas ações.
Ninguém esmaga gigantes e, sim, formigas.
Ninguém tropeça no Himalaia ou nos Andes e, sim, nos pedregulhos das estradas.
É o detalhe que me foge que me faz fugir da excelência. A competência está nos pequenos detalhes.
Vencer é crescer gradativamente, aos pedaços.
Superação não é eu fazer algo extraordinário, é eu fazer só um pouquinho melhor o que já faço tão bem todo dia.
 
11. A POSTURA DO RELÓGIO
Administro meu tempo. Ponho coisas no tempo e tempo nas coisas.
Calendarizo tudo. O importante não é saber o que fazer e, sim, o que fazer primeiro.
Ser vencedor é administrar prioridades.
Por isso, nunca perco o foco. Sou seta, não círculo.
 
12. A POSTURA DAS CORREÇÕES
Eu nunca fracasso, apenas encontro maneiras que não funcionam e transformo tudo em estratégias para eu desviar rotas e atingir a excelência.
Eu erro, mas eu não sou os meus erros.
Eu fracasso, mas eu não sou um fracasso.
Eu estou com preguiça, mas eu não sou preguiçoso.
Eu estou triste, mas eu não sou a tristeza.
Eu estou feio, mas eu não sou a feiúra.
Eu estou deprimido, mas eu não sou a depressão.
 
13. POSTURA DO DESLUMBRAMENTO
Meu desafio diário é seduzir clientes internos (meus colegas) e externos (os lá de fora que pagam a conta) e não apenas atendê-los.
Sou um profissional do encantamento e um gerador de resultados.
Ajo como um centro de lucros para minha empresa.
Eu nunca peço recursos - eu sou o recurso.
 
14. A POSTURA DA ESPIRITUALIDADE
Conheço todas as técnicas para executar meu trabalho, mas sei que amar não é uma técnica.
Amar é uma entrega, por isso, trabalho com paixão e comprometimento.
Quando estou em depressão, oro ao Deus Eterno.
Quando falha a auto-ajuda, peço a ajuda do Alto, pois sei que paz na excelência não é caminhar para o Deus Eterno, é caminhar com o Deus Eterno.
Com paz não tenho estresse.
E sem estresse sou mais produtivo e feliz. E sendo feliz eu cresço na empresa porque as pessoas gostam de estar perto de gente feliz.
 
O velho entregou os 14 cartazes da Postura e desapareceu na estrada. Jamais alguém o encontrou de novo.
Até hoje, quando conta essa história, indaga o deslumbrado Profissional Qualquer.
Quem era aquele velho? O Anjo da Excelência? O Príncipe da Motivação? Algum guru da nova administração? O Sábio da Assertividade? Um Zé das Emoções Competentes?

Bem, não importa. A única coisa que se sabe é que depois daquele encontro estranho nunca mais aquele funcionário foi chamado de Profissional Qualquer.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Diferencial da mulher no mercado de trabalho

por Roberto Shinyashiki

Quando paramos e olhamos atentamente à nossa volta, vemos uma multidão de pessoas - algumas concretizando negócios, outras buscando oportunidades, algumas preocupadas e até desanimadas com a situação atual, outras aflitas em busca de conquistar seus objetivos e ainda muitas outras sem quaisquer perspectivas de vida. Em meio de tantas incertezas e transformações, qual o diferencial, nos dias de hoje, das pessoas e das organizações?

As possibilidades de aprimoramento somadas a moderna tecnologia, passaram a ser um bem comum, disponível e acessível a todos. Hoje, o que faz a grande diferença nas organizações é o ser humano. Somente através das qualidades pessoais é possível ampliar resultados frente à acirrada competitividade do mercado. Então, cabe ao profissional desenvolver e aprimorar suas habilidades, pois quanto maior o volume de atributos pessoais, mais chances de conquistar uma oportunidade. E nisso as mulheres são especialistas.

Algumas características como a sensibilidade, afetividade, versatilidade, percepção aguçada, entre outras, que até pouco tempo eram consideradas fraquezas, hoje, passaram a somar e são consideradas essenciais no processo produtivo das organizações. Características que nós homens escondemos ou afogamos para não parecermos frágeis. Em contrapartida, as mulheres sempre cultivaram como um dom, buscando sempre desenvolvê-las e amadurecê-las em cada situação.


Afetividade, versatilidade, percepção aguçada são qualidades femininas que influenciam a forma como produtos e serviços são desenvolvidos, comercializados e distribuídos.

Diferenças entre o perfil masculino e feminino no trabalho são sensíveis, mas não devem ser generalizadas. O que antes era considerado como obstáculo - a divisão entre problemas domésticos e necessidades profissionais - hoje a mulher já consegue equilibrar esses dois desafios de sua vida. Sua participação no mundo dos negócios e a própria independência financeira vêm mudando a forma com que os produtos e serviços são desenvolvidos, comercializados e distribuídos. 

Pesquisas demonstram crescimento constante na participação da mulher em cargos mais altos das empresas. Cargos que antes eram ocupados pelos homens, hoje contam com a participação feminina.

Qualquer profissional precisa buscar seus objetivos. Não somente com garra e determinação, mas com a consciência de fazer um trabalho bem-feito que sustente o seu crescimento. Tenha sempre em mente que o empreendedor não se contenta em ficar observando o jogo da arquibancada. Ele quer entrar em campo e participar. O mundo de um empreendedor é infinito, como ilimitadas são as possibilidades de transformar as oportunidades em resultados.

A mulher de hoje e do futuro estará cada vez mais sendo chamada à responsabilidade profissional, familiar e social, sem perder suas características fundamentais de carinho, dedicação e ternura. Por isso, é primordial que você, mulher, não deixe passar as oportunidades de aprimoramento, quer seja pessoal ou profissional. Você é um dos diferenciais de mercado e quanto mais se conscientizar e buscar o aprimoramento, maior será o espaço que ocupará dentro desse mundo repleto de transformações.

Então não seja apenas uma profissional, mas sim a melhor. É preciso trabalhar, lutar e ir atrás daquilo que se quer. A recompensa do trabalho vem com a satisfação de se sentir bem, útil e estar produzindo algo que gosta realmente de fazer. Ouse, seja arrojada e não tenha medo de errar. Não pense se algo dará certo ou não, é preciso tentar, arriscar, traçar metas. Isso lhe trará o caminho para o sucesso.

domingo, 10 de julho de 2011

Aprenda a Desaprender - César Souza

Todo mundo sabe que é preciso adquirir novas competências a fim de garantir uma carreira de sucesso. Mas, em certos momentos da vida executiva, o melhor a fazer é aprender a... desaprender!


Todo mundo sabe que é preciso adquirir novas competências a fim de garantir uma carreira de sucesso - e é mesmo. Mas você já se perguntou o que de fato precisa aprender? Nem sempre é o que parece mais óbvio. Acredite: em certos momentos da vida executiva o melhor a fazer é aprender a... desaprender!


Descubra seu Ponto C, seu ponto de competência. Pare de ficar apenas tentando superar suas limitações, seus pontos fracos. Invista naquilo em que você já é bom e que pode torná-lo melhor ainda. E que, de preferência, coincida com aquilo que vai agregar valor aos resultados da empresa.


Não adianta você ser supercompetente em algo desatrelado das competências necessárias ao sucesso do negócio da sua empresa naquele momento específico. Esse ponto C será o seu diferencial. Mas para chegar lá é preciso, antes, livrar-se do que pode até ter sido útil no passado, mas tornou-se um empecilho para aprender o novo.


Precisamos deletar conhecimentos, atitudes, habilidades e preconceitos para abrir espaço para nos voltar para o futuro. Temos muito o que desaprender. Mas não se trata apenas de técnicas. Trata-se mais de postura, de atitudes, do modelo mental que ainda prevalece em nosso dia-a-dia empresarial.


É preciso desaprender certas crenças da nossa cultura empresarial. Pérolas do pensamento como "subordinados são pagos para fazer e não para pensar" e "cada macaco no seu galho" — inspiradoras da departamentalização excessiva — e o "manda quem pode obedece quem tem juízo", acabam aprisionando a energia criativa das pessoas.


A liderança, tal como a conhecemos hoje, está com os dias contados. Os velhos e surrados atributos do líder foram concebidos para uma realidade que já não existe mais. E o líder baseado apenas no carisma é uma espécie em extinção. 

Precisamos desaprender a nos posicionar como experts. A vez do especialista, do profissional unifuncional, está chegando ao fim. Ainda é uma herança da era industrial. 



Salvo raras exceções, não dá mais para fazer uma carreira apenas dentro de uma área e chegar a diretor ou vice-presidente tendo passado por todas as seções dentro dessa área.


O futuro estará nas mãos dos multifuncionais, daqueles que tiverem experiência em vendas, em finanças, em logística, na gestão de pessoas. Mais do que um profissional especializado em técnicas, os líderes empresariais desejarão cada vez mais aqueles que entendam do negócio da empresa como um todo. Aqueles que sejam multicompetentes.


É preciso que nós desaprendamos a viver voltados para dentro da empresa. Os resultados não são mais gerados só dentro das "paredes" da empresa. O diferencial reside do lado de fora, na conexão desta com seus clientes, parceiros, fornecedores, formadores de opinião.


O capital intelectual não é sinônimo do quadro de funcionários. É necessário propor projetos de capacitação em competências para distribuidores, PDVs, fornecedores, parceiros e para as comunidades onde operam. A competência tem de estar em toda a cadeia de valor do negócio da empresa.


Precisamos desaprender a viver com medo, criar um clima de maior tolerância para riscos, tomar mais iniciativa, sermos mais proativos e com isso encorajar outros. 


Vivemos engaiolados por normas e estruturas. Muitos líderes querem encorajar pessoas a serem mais ousadas, a dar vazão à criatividade, mas eles próprios não se comportam da forma que apregoam. Precisamos desaprender a educar pelo discurso e aprender a educar pelo exemplo.


Aprender a desaprender é o segredo daqueles que conseguem identificar - e com clareza - o Ponto C. Mas, competência não é sinônimo de conhecimento. Só chega ao Ponto C quem agrega valor e disponibiliza resultados para a empresa onde trabalha e para a sociedade onde vive.


Por César Souza (presidente da Empreenda, empresa de consultoria em estratégia, marketing e recursos humanos, além de autor e palestrante)


Fonte: http://www.hsm.com.br/artigos/aprenda-desaprender

sábado, 9 de julho de 2011

Empresas familiares entram na disputa por talentos - Marcela Esteves e Marta Chiavegatti

O bom momento econômico do País chegou para todas as classificações de empresas. Neste contexto, despontam organizações familiares de diferentes portes, mas de gestão muitas vezes pouco profissionalizadas, que buscam a sustentação do crescimento e precisam expandir os seus quadros, entrando na disputa por profissionais qualificados.

O primeiro ponto de atenção é que a estrutura dessas empresas, na maioria das vezes, não está pronta para “surfar na onda” do crescimento e por isso mesmo existe uma demanda forte por talentos. Ou seja, é comum que este perfil de companhia não conheça as melhores práticas de administração e de procedimentos profissionais de gestão, o que por fim significa dizer que as empresas não têm definições claras do perfil de mão de obra que desejam para suas empresas.

Com definição exata, ou não, o que se percebe é um aumento importante na demanda por profissionais por parte destas empresas. Já, para os profissionais é preciso entender como funcionam tais organizações, o tipo de perfil que se adapta mais facilmente e as possibilidades de fazer parte de estruturas em crescimento e, em geral, atrativas para multinacionais estrangeiras.

Empresas com este perfil familiar têm oferecido inúmeras oportunidades aos profissionais como o desafio do aprendizado; a flexibilidade para a criação e implementação de procedimentos; possibilidade de conhecer com proximidade o negócio da empresa. Em estruturas como essas, o profissional tem a chance de deixar a sua área de atuação à sua feição, além de garantir boa visibilidade perante superiores, diretores e proprietários.

Por outro lado, muitas vezes não são empresas que oferecem a estabilidade desejada, tampouco existem processos claros, há casos de interferências nas decisões e até mudança de posições repentinas. Não são efetivamente problemas, mas características comuns nessas empresas que acabam por demandar perfil profissional em que são valorizadas não só habilidades técnicas, mas principalmente, competências comportamentais como um perfil consultivo, flexibilidade, capacidade de lidar com a diversidade e maleabilidade para enfrentar alterações de rotas.

Sem dúvida, o momento é propício para profissionais com capacidade de execução elevada encarar o desafio da quebra de paradigmas e crescer profissionalmente ao mesmo tempo em que alavancam os negócios das empresas, além da oportunidade de se tornar protagonista neste processo de transição para uma gestão mais profissional.

*Marcela Esteves e Marta Chiavegatti são especialistas em recrutamento da divisão de Finanças e Contabilidade da Robert Half
Fonte: http://www.roberthalf.com.br/portal/site/rh-br/menuitem.b0a52206b89cee97e7dfed10c3809fa0/?vgnextoid=37eb10b1f8ea0310VgnVCM100000180af90aRCRD&vgnextchannel=908ac1e7a6999110VgnVCM1000003041fd0aRCRD

O DNA dos profissionais vencedores

“Doutor, o meu negócio depende de uma coisa só – do freguês, dos meus dois auxiliares e do fluxo de caixa. O resto é o resto!”, respondeu o dono de uma padaria em Poconé, Mato Grosso, ao ser perguntado sobre a causa do seu sucesso. 


O “padeiro de Poconé” nunca entrou numa escola, nunca aprendeu a departamentalizar o seu negócio. Mas tem uma rara competência: pensa de forma integrada sobre a essência do seu negócio!


O aprendizado de competências faz movimentos comparáveis aos do coração, de sístoles e diástoles. Em alguns momentos é necessário fazer uma contração (sístole), ou seja, integrar as competências que já temos, às vezes de forma dispersa. Em outros momentos, é preciso expandir (diástole) as suas fronteiras e aprender novas competências.


Primeiro, vamos pensar no movimento da contração, a sístole. A lição do padeiro de Poconé é bastante útil para salientar que existem três competências fundamentais que precisam ser integradas se desejamos ter sucesso em nossas carreiras e em nossos empreendimentos: 


(1) a gestão de pessoas;


(2) a gestão de clientes; e 


(3) gestão de resultados.


Visualize, leitor, um triângulo: no vértice de cima, o cliente. Nos dois vértices de baixo, um representa as pessoas, o outro os resultados. No centro do triângulo, comprometimento.


Na minha experiência desde meus tempos de executivo, comprometimento é conseqüência da boa gestão de clientes, da boa gestão de pessoas e do foco nos resultados.


Não dá para falar em gestão de pessoas, sem falarmos na gestão de clientes. E vice-versa. Recursos humanos e marketing precisam aprender a andar de mãos dadas e não de costas um para o outro como tem sido a tônica. Quando maximizamos a sinergia de ambos, os resultados aparecem.


Acontece que dividiram o indivisível em três departamentos: o de marketing, o de RH e o de planejamento estratégico. E, infelizmente, vemos especialistas, experts, que só entendem de uma dessas três áreas que, no fundo, não são três. 


É uma só! E tem prevalecido o lema do “cada macaco no seu galho”. Isso pode até ter funcionado na Era Industrial, mas na Era dos Serviços os vencedores serão aqueles que conseguirem integrar 3 letras – P, C, e R: P de pessoas, C de clientes e R de resultados. 


Esse é o DNA dos profissionais vencedores.


Sempre nos queixamos dos feudos, dos departamentos, das “ilhas de competência”, que não conseguem se transformar no “arquipélago de excelência” com que sonhamos. 


Lutamos para integrar nossas equipes.


Mas desconfio que precisamos integrá-las antes na nossa mente. Na forma de pensar. Precisamos unir mentalmente o que nunca deveria ter sido separado. Enquanto pensarmos em departamentos especializados vai ser difícil integrar equipes. Quando mudarmos nossa forma de pensar será mais fácil mudar.


Já falei da sístole, da necessidade de integrar três competências essenciais ao sucesso. Agora vamos falar da necessidade de expandir as fronteiras do conhecimento em cada uma das três competências abaixo:


• Precisamos entender que o sonho é a primeira etapa do Planejamento Estratégico. Precisamos valorizar o intangível, o emocional, o desejo, o ilógico que muitas vezes é o que determina o rumo das empresas. Estratégia não é apenas macro-econometrica, racional, lógica. 


Grandes empresas que existem hoje como Natura, Embraer, Alpargatas foram fruto de líderes que sonharam de olhos abertos, acordados. Não nasceram grandes. Começaram pequenas, sonharam grande e cresceram rápido.


• Precisamos aprender que cliente não é responsabilidade apenas das áreas de marketing, vendas e comercial. É responsabilidade de todos, do porteiro ao presidente. Isso implica na nossa responsabilidade de preparar todos para interagir com os clientes. Infelizmente, muitas empresas perdem clientes porque as áreas de contabilidade, logística, jurídico, produção etc. 


Não foram preparadas para isso. Por isso criei em 1998 o termo clientividade. Criei uma palavra que não existe porque queria ir além do marketing. Muito além. Clientividade trata de atitudes e posturas. Vai muito além dos 4 Ps do Philip Kotler que fala de produto, preço, promoção e place, mas esqueceu do mais importante, do cliente, que deveria estar no centro do modelo. A clientividade fala do intangível, invisível, daquilo que o freguês não pega, nem vê, mas sente: atitudes!


• A terceira diz respeito à necessidade de expandirmos a fronteira do conhecimento sobre liderança. Infelizmente, estamos formando líderes para uma realidade que já não existe mais. 


Se desejamos construir famílias mais felizes, empresas mais saudáveis e comunidades mais solidárias, precisamos mudar a forma de pensar a liderança, que não é sinônimo de carisma, nem de cargo ou posição social. Liderança não é coisa de uns poucos privilegiados, visionários. Liderança não é coisa de salvadores de empresas nem de salvadores da pátria.


Precisamos de líderes que não se contentam em formar seguidores, formam outros líderes. Não ficam felizes em fazer apenas o combinado, surpreendem pelos resultados. 


Não se conformam em oferecer empregos, oferecem causas. E não inspiram apenas pelo carisma, mas pelos valores.


E agora, leitor? Pense nas sístoles e diástoles de seu coração e liste quais as competências que você precisa integrar e as que você deve expandir para ampliar suas fronteiras como profissional.


César Souza (Presidente da Empreenda, empresa de consultoria em estratégia, marketing e recursos humanos, além de autor e palestrante. Texto baseado no seu novo livro Cartas a um Jovem Líder. Para saber mais, visite www.cartasaumjovemlider.com.br )


Fonte: http://www.hsm.com.br/artigos/o-dna-dos-profissionais-vencedores

sexta-feira, 8 de julho de 2011

As palavras têm poder

A linguagem dirige nossos pensamentos para direções especificas e, de alguma forma, ela nos ajuda a criar a nossa realidade, potencializando ou limitando as nossas possibilidades. A habilidade de usar a linguagem com precisão é essencial para uma boa comunicação e para o seu sucesso.

1) Cuidado com a palavra NÃO. A Frase que contém NÃO, para ser compreendida, traz à mente o que está junto com ela. O NÃO existe apenas na linguagem e não na experiência.
Por exemplo: pense em "NÃO"... Não vem nada à mente. Agora, vou lhe pedir não pense na cor vermelha... Eu pedi para você NÃO pensar na cor vermelha e você pensou. Procure falar no positivo, o que você quer e não o que você não quer.

2) Cuidado com a palavra MAS, que nega tudo que vem antes. Por exemplo: "O Pedro é um rapaz inteligente, esforçado, MAS...". Substitua o MAS por E, quando indicado.

3) Cuidado com a palavra TENTAR, que pressupõe a possibilidade de falha. Por exemplo: 
"Vou tentar encontrar com você amanhã às 8 horas". Em outras palavras: Tenho grande chance de não ir, pois vou "tentar". Evite TENTAR, FAÇA.

4) Cuidado com NÃO POSSO ou NÃO CONSIGO, que dão idéia de incapacidade pessoal. Use NÃO QUERO, NÃO PODIA ou NÃO CONSEGUIA, que pressupõe que vai conseguir, que vai poder .

5) Cuidado com as palavras DEVO, TENHO QUE ou PRECISO, que pressupõem que algo externo controla a sua vida. Em vez delas use QUERO, DECIDO, VOU.

6) Fale dos problemas ou das descrições negativas de si mesmo, utilizando o verbo no passado. Isto libera o presente. Por exemplo, "Eu tinha dificuldade em fazer isto..."

7) Fale das mudanças desejadas para o futuro utilizando o tempo presente do verbo. Por exemplo: em vez de dizer "Vou conseguir", diga "Estou conseguindo".

8) Substitua o SE por QUANDO. Por exemplo: em vez de falar "Se eu conseguir ganhar dinheiro vou viajar", fale "Quando eu conseguir ganhar dinheiro vou viajar".

9) Substitua ESPERO por SEI. Por exemplo: em vez de falar "Eu espero aprender isso", diga "Eu sei que vou aprender isso". ESPERAR suscita dúvidas e enfraquece a linguagem.

10) Substitua o CONDICIONAL pelo PRESENTE. Por exemplo: Ao invés de dizer "Eu gostaria de agradecer a presença de vocês", diga "Eu agradeço a presença de vocês". O verbo no presente fica mais forte e concreto.