domingo, 6 de março de 2011

Quem não dá assistência, abre concorrência - Arnaldo Jabor

Você homem da atualidade, vem se surpreendendo diuturnamente com o "nível" intelectual, cultural e, principalmente, "liberal" de sua mulher, namorada e etc. 

Às vezes sequer sabe como agir, e lá no fundinho tem aquele medo de ser traído - ou nos termos usuais: "corneado". Saiba de uma coisa... esse risco é iminente, a probabilidade disso acontecer é muito grande, e só cabe a você, e a ninguém mais evitar que isso aconteça ou, então, assumir seu "chifre" em alto e bom som. 

Você deve estar perguntando porque eu gastaria meu precioso tempo falando sobre isso. Entretanto, a aflição masculina diante da traição vem me chamando a atenção já há tempos. 

Mas o que seria uma "mulher moderna"? 

A princípio seria aquela que se ama acima de tudo, que não perde (e nem tem) tempo com/para futilidades, é aquela que trabalha porque acha que o trabalho engrandece, que é independente sentimentalmente dos outros, que é corajosa, companheira, confidente, amante... 

É aquela que às vezes tem uma crise súbita de ciúmes mas que não tem vergonha nenhuma em admitir que está errada e correr pros seus braços... 

É aquela que consegue ao mesmo tempo ser forte e meiga, desarrumada e linda...

Enfim, a mulher moderna é aquela que não tem medo de nada nem de ninguém, olha a vida de frente, fala o que pensa e o que sente, doa a quem doer... 

Assim, após um processo "investigatório" junto a essas "mulheres modernas" pude constatar o pior: 

VOCÊ SERÁ (OU É???) "corno", a menos que: 

- Nunca deixe uma "mulher moderna" insegura. Antigamente elas choravam. Hoje, elas simplesmente traem, sem dó nem piedade. 

- Não ache que ela tem poderes "adivinhatórios". Ela tem de saber - da sua boca - o quanto você gosta dela. Qualquer dúvida neste sentido poderá levar às conseqüências expostas acima. 

- Não ache que é normal sair com os amigos (seja pra beber, pra jogar futebol...) mais do que duas vezes por semana, três vezes então é assinar atestado de "chifrudo". As "mulheres modernas" dificilmente andam implicando com isso, entretanto elas são categoricamente "cheias de amor pra dar" e precisam da "presença masculina". Se não for a sua meu amigo... bem... 

- Quando disser que vai ligar, ligue, senão o risco dela ligar pra aquele ex bom de cama é grandessíssimo. 

- Satisfaça-a sexualmente. Mas não finja satisfazê-la. As "mulheres modernas" têm um pique absurdo com relação ao sexo e, principalmente dos 20 aos 38 anos, elas pensam em - e querem - fazer sexo todos os dias (pasmem, mas é a pura verdade)...bom, nem precisa dizer que se não for com você... 

- Lhe dê atenção. Mas principalmente faça com que ela perceba isso. Garanhões mau (ou bem) intencionados sempre existem, e estes quando querem são peritos em levar uma mulher às nuvens. Então, leve-a você, afinal, ela é sua ou não é???? 

Nem pense em provocar "ciuminhos" vãos. Como pude constatar, mulher insegura é uma máquina colocadora de chifres. 

- Em hipótese alguma deixe-a desconfiar do fato de você estar saindo com outra. Essa mera suposição da parte delas dá ensejo ao um "chifre" tão estrondoso que quando você acordar, meu amigo, já existirá alguém MUITO MAIS "comedor" do que você...só que o prato principal, bem...dessa vez é a SUA mulher. 

Sabe aquele bonitão que, você sabe, sairia com a sua mulher a qualquer hora. Bem... de repente a recíproca também pode ser verdadeira. Basta ela, só por um segundo, achar que você merece...Quando você reparar... já foi. 

- Tente estar menos "cansado". A "mulher moderna" também trabalhou o dia inteiro e, provavelmente, ainda tem fôlego para - como diziam os homens de antigamente - "dar uma", para depois, virar pro lado e simplesmente dormir. 

- Volte a fazer coisas do começo da relação. Se quando começaram a sair viviam se cruzando em "baladas", "se pegando" em lugares inusitados, trocavam e-mails ou telefonemas picantes, a chance dela gostar disso é muito grande, e a de sentir falta disso então é imensa. A "mulher moderna" não pode sentir falta dessas coisas...senão... 

Bem amigos, aplica-se, finalmente, o tão famoso jargão "quem não dá assistência, abre concorrência". 

Deste modo, se você está ao lado de uma mulher de quem realmente gosta e tem plena consciência de que, atualmente o mercado não está pra peixe (falemos de qualidade), pense bem antes de dar alguma dessas "mancadas"... proteja-a, ame-a, e, principalmente, faça-a saber disso. 

Ela vai pensar milhões de vezes antes de dar bola pra aquele "bonitão" que vive enchendo-a de olhares... e vai continuar, sem dúvidas, olhando só pra você!

sexta-feira, 4 de março de 2011

Trabalhar pode ser muito gostoso; saiba como

por Roberto Shinyashiki

Todos querem ganhar medalhas de ouro, mas poucos querem treinar na intensidade necessária para conquistá-las” Mark Spitz (Maior medalhista da história dos jogos olímpicos)

Trabalhar é pôr os objetivos para andar. É materializar seus sonhos. É dar alma a sua estratégia.

Spitz tem razão: somente quem está disposto a batalhar pelo sonho tem direito de realizá-lo. A vida é curta, portanto todos devem aprender a trabalhar com prazer. Trabalhar é muito gostoso para quem descobre o sentido do trabalho em sua vida.

Temos de aprender a nos divertir no trabalho. Muitos acreditam que pessoas que trabalham com alegria são profissionais irresponsáveis. Isso é mentira: as pessoas que trabalham sem prazer é que acabam se desconcentrando, pois ficam pensando em outras coisas enquanto trabalham. Quem trabalha com alegria contagia o ambiente com seu entusiasmo e se torna um dos profissionais mais criativos da organização.

Eu fico triste quando vejo tantas pessoas que desperdiçam a vida por não compreenderem todo o prazer que o trabalho pode proporcionar ao ser humano. Na verdade, quando uma pessoa faz graça dizendo que se ganhasse na loteria demitiria o chefe na hora ou iria para uma praia bem distante, para não precisar nunca mais trabalhar, para mim isso é sinal de que sua vida está bem frustrante.

As pessoas que não trabalham felizes acabam se tornando profissionais pessimistas, ranzinzas e muitas vezes sem espírito de equipe. Nunca vi um profissional de verdade reclamar de seu trabalho, muito menos da empresa. Pode até comentar que está precisando de umas férias, que está precisando de umas boas noites de sono. Mas para ele o trabalho é uma fonte inestimável de prazer e realização.

O bem-sucedido treina de forma intensa, porque tem prazer tanto na preparação quanto na realização de seus sonhos. Os músicos sensacionais, os melhores professores, advogados, médicos, enfim, todo profissional que se destaca é aquele que ensaia, treina, estuda muito.

Se você está começando uma carreira profissional, um belo conselho é aprender a desfrutar todo o tempo de trabalho.

É muito gostoso aprender, construir um mundo diferente e, principalmente, sentir como é precioso o ar que respiramos.



quinta-feira, 3 de março de 2011

Todos nascem para ser líderes! - Inácio Dantas

     A ideia de que “líder já nasce feito” pode ser um fato, mas ele também pode “nascer” com o decorrer da vida. Pode-se até listar vários casos reais de líderes que nasceram com a estrela da liderança, mas eles formam apenas um pequeno percentual em relação ao universo total. 

A grande massa de líderes vai sendo lapidada dia a dia, lenta e paulatinamente, no decorrer da sua existência. Assim, é a formação desses condutores que vai dar potencial para dirigir com eficiência, desde um grupo a uma nação. Então, a ideia central é: todos nascem para ser líderes.

     Em verdade, antes de alguém ser líder certamente já foi liderado. Ser liderado (e bem liderado!) é o estágio básico para se desenvolver e aprimorar a técnica da liderança. Logo, para se chegar ao nível de um bom líder há que ter tido uma sólida aprendizagem onde uma gama de conhecimentos foi assimilada plenamente.

     Para um candidato a líder, o potencial para aprender hoje tem relação direta com o potencial para ensinar amanhã. Bons alunos surgem de bons mestres. É um processo cíclico. E esse potencial desenvolve-se e se amplia com a dedicação, treinamento, observação acurada, participação ativa e constante estudo e pesquisa. 

Nada vem por acaso no plano de bem liderar, de empreender, de decidir com assertiva; é uma conquista, um aquinhoamento, fruto, óbvio, de uma parte da intelectualidade e de grande parte do árduo trabalho.

     Não há que se preocupar com a idade, formação social ou ideologia. Liderança se exerce ainda jovem, em meia-idade ou veterano. E também em qualquer área de atividade, quer seja de uma humilde turma de garis até uma renomada equipe de PHD’s.

     Como exemplo de líder de grande sucesso na história brasileira, podemos destacar o empresário Abílio Diniz (dono da Cia Brasileira de Distribuição, grupo “Pão de Açúcar”) que aos 20 anos idade já era gerente comercial, e aos 23 anos fundou o primeiro supermercado do grupo no Brasil. 

Já na história mundial, temos o norte-americano Martin Luther King (1929-1968), líder negro que, em 1957, aos 28 anos de idade, fez eclodir seu incrível talento para liderança contra as leis de segregação. Cite-se ainda o tibetano Dalai Lama (Tenzin Gyatso, 1935), religioso Budista, reconhecido como líder em 1950, aos 15 anos de idade.

     Ser líder corporativo não é exatamente ser durão, falar grosso, mandar, ou repassar ordens. Para liderar pessoas e levá-las ao convencimento deve-se falar firme, com objetivo, educação e conteúdo nas palavras. 

Lembre-se, pregador que não sabe rezar ofende os santos. E mais que isso. É também saber montar um time homogêneo agrupando forças heterogêneas, comandar com eficácia e empreender ações voltadas para os objetivos constitutivos da corporação. É ainda, sob o lado humano, compreender os reclamos dos liderados, interpor-se, interagir e resolver os problemas deles e da corporação de forma que os interesses não colidam. 

E, ao final, além de ter em mãos um time coeso e harmonioso, apresentar um resultado mágico chamado “lucro, produtividade”.

     Inácio Dantas - (do livro (R) "Como se tornar um líder de Alto Impacto")

Faleceu ontem a pessoa que atrapalhava sua vida... 

Luis Fernando Veríssimo

Um dia, quando os funcionários chegaram para trabalhar, encontraram na portaria um cartaz enorme, no qual estava escrito:

"Faleceu ontem a pessoa que atrapalhava sua vida na Empresa. Você está convidado para o velório na quadra de esportes".

No início, todos se entristeceram com a morte de alguém, mas depois de algum tempo, ficaram curiosos para saber quem estava atrapalhando sua vida e bloqueando seu crescimento na empresa. A agitação na quadra de esportes era tão grande, que foi preciso chamar os seguranças para organizar a fila do velório. Conforme as pessoas iam se aproximando do caixão, a excitação aumentava:

- Quem será que estava atrapalhando o meu progresso ?
- Ainda bem que esse infeliz morreu !

Um a um, os funcionários, agitados, se aproximavam do caixão, olhavam pelo visor do caixão a fim de reconhecer o defunto, engoliam em seco e saiam de cabeça abaixada, sem nada falar uns com os outros. Ficavam no mais absoluto silêncio, como se tivessem sido atingidos no fundo da alma e dirigiam-se para suas salas. Todos, muito curiosos mantinham-se na fila até chegar a sua vez de verificar quem estava no caixão e que tinha atrapalhado tanto a cada um deles.

A pergunta ecoava na mente de todos: "Quem está nesse caixão"?

No visor do caixão havia um espelho e cada um via a si mesmo... Só existe uma pessoa capaz de limitar seu crescimento: VOCÊ MESMO! Você é a única pessoa que pode fazer a revolução de sua vida. Você é a única pessoa que pode prejudicar a sua vida. Você é a única pessoa que pode ajudar a si mesmo. "SUA VIDA NÃO MUDA QUANDO SEU CHEFE MUDA, QUANDO SUA EMPRESA MUDA, QUANDO SEUS PAIS MUDAM, QUANDO SEU(SUA) NAMORADO(A) MUDA. SUA VIDA MUDA... QUANDO VOCÊ MUDA! VOCÊ É O ÚNICO RESPONSÁVEL POR ELA."

O mundo é como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo de seus próprios pensamentos e seus atos.

A maneira como você encara a vida é que faz toda diferença. A vida muda, quando "você muda".





quarta-feira, 2 de março de 2011

Os dez mandamentos do bom relacionamento com o chefe

Por Max Gehringer

Há uma dezena de fatores que influem em uma carreira profissional, mas a experiência prática mostra que o primeiro deles, em ordem de importância, é se dar bem com o chefe.
Todas as promoções ou são iniciativas do chefe ou dependem da opinião do chefe.

Por isso, aqui vão os dez mandamentos do bom relacionamento com o chefe:

1º - Nunca falar mal do chefe. As orelhas do chefe são do tamanho de todas as paredes e de todos os corredores da empresa.

2º - Nunca ofuscar o chefe, seja na roupa, no comportamento ou na inteligência.

3º - Jamais colocar a culpa no chefe, principalmente quando a culpa é do chefe.

4º - Não assumir responsabilidades que são do chefe. Se não existe um subchefe oficial, isso não significa que a função será de quem pegar primeiro.

5º - Não tratar o chefe como amigo íntimo na frente de colegas ou de clientes.

6º - Não interromper o chefe quando ele está falando. Não é que chefes não gostam de ser interrompidos. É que eles detestam.

7º - Nunca dizer “Chefe, temos um problema.”. Isso é o que se chama de delegar para cima. O chefe não quer problemas; quer soluções.

8º - Jamais perguntar se um trabalho é urgente. Se o chefe, em pessoa, pediu, então é muito urgente.

9º - Nunca dizer que cometeu um erro porque não entendeu bem o que o chefe tinha pedido. Se o chefe fala em gótico, o subordinado precisa aprender gótico.

10º - Nunca tentar explicar para os colegas alguma coisa que o chefe disse. Chefes não apreciam o subordinado porta-voz. Se alguém tem dúvida, deve perguntar diretamente para o chefe.

Com certeza, muita gente nesse momento está pensando: “Meu chefe não merece tanta reverência, porque ele é um péssimo chefe.”. Pode até ser verdade, mas não tem nada a ver. Se o chefe não aprendeu a ser um bom chefe, isso não isenta o subordinado de aprender a ser um bom subordinado.

Fonte: Rádio CBN

terça-feira, 1 de março de 2011

A difícil arte de Ser

Postado por Flávio Lettieri 



“Ser ou não ser, eis a questão.” William Shakespeare

Cobranças, compromissos, metas, performance e entrega de resultados são conceitos já completamente internalizados nos habitantes do mundo corporativo.

Um mundo onde ser competente é fator de sobrevivência e onde competir é apenas uma consequência natural do fato de estar vivo.

Nesse cenário, onde a competitividade chega a se confundir com a agressividade, muitas vezes o profissional acaba sendo reconhecido por aquilo que ele mostra ser e nem sempre por aquilo que ele é.

Assim, mais importante do que aquilo que nós somos, passa a ser a nossa capacidade de nos mostrarmos exatamente do jeito que o chefe, a empresa ou o mercado espera de nós.

Isso, sem dúvida, é um problema para a empresa, mas pode ser um problema ainda maior para o profissional.

Ao meu ver, usar essas máscaras traz dois grandes problemas para o indivíduo. O primeiro é a inerente sensação de frustração. O segundo é que mais cedo ou mais tarde, essas máscaras caem…

Bom exemplo disso foi um encontro que tive há dias atrás com o Castañeda, um velho amigo de faculdade que hoje atua como diretor comercial em um grande laboratório farmacêutico.

Ele estava chateado por ter demitido um de seus gerentes regionais.

“Eu realmente gostava do cara”, disse-me ele. “Ele sempre se mostrou um cara espirituoso e alegre. Seus relatórios indicavam bom desempenho. O problema é que era tudo maquiagem. Os resultados reais estavam muito abaixo do que vinha sendo relatado. Não sei se me sinto pior por ter sido enganado ou por ter sido tão ingênuo e não ver o que estava escancarado”, desabafou o meu amigo.

O que aconteceu com o Castañeda acontece a todo instante no mundo corporativo.

Quando se trata de fraudar relatórios, em pouco tempo os próprios números mostram a verdade. O problema é quando o que se esconde são as dificuldades de relacionamento, os desvios de caráter, a falta de um real compromisso com o trabalho ou a própria incompetência para uma tarefa ou função. Nesses casos, as máscaras podem se sustentar por um longo tempo e ao custo de muito sofrimento para aqueles que fazem parte do time.

Criar estruturas organizacionais com mecanismos de competição interna e programas de avaliação que não só permitem, mas que estimulam o uso de máscaras é um problema muito mais frequente do que se pensa.

Muitas empresas, sem perceber, estão permitindo que pessoas que fingem ser competentes ganhem o espaço daquelas que, apesar de verdadeiramente competentes, não conseguem mostrar o que sabem, ou melhor, não conseguem fazer sua promoção pessoal.

Ingenuidade? Gaps de liderança? Problemas com os sistemas de avaliação? Uma mistura de tudo isso?

Pode ser. Mas, acredito que exista algo mais profundo, ligado à cultura e aos valores das organizações.

Quando valores como a integridade, a transparência e a ética estão inseridos no dia a dia da empresa, o profissional pode assumir sua verdadeira identidade, inclusive suas inseguranças e suas dificuldades.
Por outro lado, quando a cultura da barganha, do “jeitinho”, da superficialidade nas relações e do preconceito está presente, o uso dos disfarces como fator de sobrevivência também estará presente.

Nesse tipo de cultura corporativa, as pessoas, também sem perceber, acabam se transformando em profissionais commodites, descartáveis, que, de tanto se adaptarem às constantes mudanças, perdem as próprias referências de quem são de verdade.

As empresas precisam estar atentas a isso.

Mas, sobretudo, os profissionais devem estar atentos a isso.

Flexibilidade, resiliência e capacidade de acompanhar mudanças são, sem dúvida, competências indispensáveis. O que não podemos perder de vista são os nossos valores, a nossa identidade.

Crescer profissionalmente é um excelente objetivo de vida. O que não devemos é, em nome da carreira, transformarmo-nos em um produto de consumo que agrade ao gosto do mercado e que muda de sabor quando mudamos de empresa ou de cliente.

Tenho visto muitos profissionais reconhecidos e bem sucedidos reclamarem de uma sensação de vazio dentro de si. Pessoas que supervalorizaram as suas carreiras e profissionais que deixam suas vidas pessoais para um segundo plano.

Eu realmente acredito que não adianta chegar longe se não chegarmos inteiros. E acredito que todas as vezes que abrimos mão de sermos quem somos para mergulharmos em um personagem, deixamos um pedaço de nós pelo caminho.

Tenho consciência da competitividade no mundo e sei que é dura a caminhada para o tão almejado sucesso. Mas, acredito, de verdade, que entre um passo lento ou um passo rápido, podemos apenas ficar com aquele que seja o mais firme.

Se a jornada for demorar um pouco mais não importa, afinal o que vale de verdade é saber que quem chegou ao final fomos nós mesmos e não as nossas máscaras.

Um grande abraço.

Não espere resolver todos seus problemas para ser feliz

Por Roberto Shinyashiki 

Mesmo que você esteja passando por uma fase complicada em sua vida, não espere resolver todos os seus problemas para ser feliz.

Mesmo no meio da maior tempestade do mundo, dedique algum tempo à reposição de energias. Sei que isso pode ser um pouco difícil, porque a sua mente vai se concentrar totalmente na resolução do problema, mas tenha certeza de que tomar fôlego será fundamental para ter mais força de enfrentar essa adversidade.
É essencial arejar a cabeça quando estamos trabalhando. No meu processo de escrever um livro, às vezes não consigo criar um texto que transmita o que quero dizer. Quando o meu lado teimoso insiste em continuar mesmo sem concentração, o resultado é lastimável. Escrevo páginas e páginas e depois de tanto trabalho jogo tudo fora. Então o juízo volta e eu paro para ouvir uma música, brincar com as crianças, tomar um chá e quando volto ao computador o texto sai em alguns minutos. Se esse bloqueio surge em um processo relaxado como o de escrever um livro, sem prazo de entrega, imagine o que acontece com quem tem de lidar com a falência de sua empresa.

Por mais difícil que seja a situação, faça sempre alguma coisa para aquecer seu coração.
Muitas pessoas pensam que devem brincar com os filhos, porque eles estão sentindo a falta do pai. Pense de outra maneira. Perceba que você também está sentindo falta das crianças e que brincar com elas será muito bom para aquecer sua alma e lhe dar mais força para superar os obstáculos.

Olhe para os lados e procure no seu dia-a-dia os momentos que a vida lhe oferece para ser feliz, mesmo que essas oportunidades se apresentem na forma de algo simples como um pão quentinho com manteiga e um café com leite na padaria da esquina.

Talvez você tenha perdido o dinheiro que lhe dava condições de viajar na primeira classe para todos os lugares do mundo. Talvez você não tenha mais condições de jantar nos restaurantes sofisticados aos quais estava acostumado. Se estiver aberto para ser feliz, porém, certamente encontrará formas mais simples, mas não menos alegres, de curtir a vida.

Lembre-se de que as coisas mais importantes da vida são de graça: um abraço do seu filho, o olhar da pessoa amada, um beijo carinhoso do seu pai, o almoço caprichado da mãe. Tudo isso é de graça.

Muitas pessoas que perderam o dinheiro deixaram de lado as oportunidades de ser felizes por incapacidade de perceber que ainda continuavam muito ricas apesar da perda dos bens materiais.

Mesmo diante dos maiores dramas, não desperdice a oportunidade de curtir o sorriso do seu filho, um abraço carinhoso da mulher amada, uma conversa com seu melhor amigo. E, se nada disso estiver disponível neste momento - digamos que você esteja num país distante resolvendo alguma dificuldade -, vá curtir o pôr-do-sol, o céu estrelado ou uma noite de luar.

Se você estiver com insônia, tome um banho bem gostoso e veja o dia amanhecer. Lembre-se: todos os problemas têm solução! Mas algumas delas podem ser demoradas. Portanto, enquanto você resolve suas dificuldades, não deixe de viver.

Sua vocação é estar junto das estrelas, pois você é uma delas e a sua luz interior é mais intensa do que a luz de milhões de sóis reunidos. Esse problema que você está vivendo é simplesmente uma nuvem no seu caminho ao infinito. Acredite em você e tenha fé na sua vitória que, com toda a certeza, amanhã ela chegará. A fé é o melhor alimento dos campeões.

Ter fé é acreditar na vida mesmo quando tudo é adverso. Ninguém precisa de fé quando tudo está dando certo!
Ter fé é acreditar que a luz brilhará mesmo na escuridão mais tenebrosa. Ninguém precisa de fé quando o horizonte está totalmente aberto. 
Ter fé é acreditar na sua capacidade mesmo no meio de uma sucessão de derrotas. Ninguém precisa de fé nas vitórias, porque elas são a própria realização da fé que você teve quando começou um projeto.

Ter fé é acreditar que Deus está sempre ao seu lado mesmo nos momentos de maior angústia, pois o verdadeiro pai não é aquele que faz a prova para o filho, mas o que torce por suas conquistas.

Ter fé é fazer o seu sonho acontecer mesmo quando todas as pessoas em sua volta não apostam um centavo em você.

Tenha fé em qualquer circunstância!

Acredite sempre na sua capacidade de virar o jogo e tenha certeza de que o universo nunca o abandonará.
 
E lembre-se: por pior que seja o dia de hoje, sempre existe um amanhã!